Acho gratificante ver meu trabalho ecoar, assim como ecoo o de colegas que admiro, que penso terem produzido textos interessantes. Há alguns meses, tenho favoritado alguns vídeos de colegas a que quero assistir (e assisto) e, de vez em quando, algum/a deles/as menciona minha produção recente. Fico grata.
Aqui abaixo, duas lives em que meu trabalho incessante aparece na produção de colegas que também têm se sentido convocadas a pensar e a falar durante esta pandemia (e antes e depois):
Em agosto, a profa. Iara Cavalcanti ofereceu um curso sobre produção e correção de textos na UEPB.
Em dezembro, a profa. Leonor Werneck, da UFRJ, trata da BNCC, em vários de seus aspectos.
Neste dezembro de 2020, ainda estamos falando em letramento digital. Uma delícia o convite dos colegas da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) para falar sobre o tema. O papo foi transmitido aqui pelo YouTube.
Dezembro começou cheio. É um mês em que já estamos nas últimas forças. Desta vez, mal terei férias… que tristeza. Mas ainda dá para fazer coisas legais.
A primeira semana tem banca de qualificação em Pernambuco, a tratar das TDIC na educação, e banca de promoção a titular, na Bahia. Também tem algumas reuniões com orientados/as que dão continuidade e seus trabalhos. Na quinta, dia 3/12, será a vez de um belo bate-papo na Universidade Federal de Uberlândia, em que vamos tratar da BNCC e das tecnologias digitais.
E fechamos muito bem com dois eventos sobre livros: um em Madri e outro na feira Miolos, em São Paulo.
A caminho do meio desta semana, nesta quarta vamos trocar ideias sobre o livro novo da escritora Rosângela Vieira Rocha, que tive a honra de revisar, mui cuidadosamente. Ainda no papo literário, reitero a conversa sobre poesia com Paulo de Moura, numa conexão Brasil/México.
Sexta-feira será frenética, com papos emendados na Unimontes, de Montes Claros, e na Uneb, Bahia. Ficam aqui os cards com mais detalhes.
E não para por aí. Sábado, no fim da manhã, vamos lançar de vez os 20 contos sobre a pandemia, numa parceria entre a Academia Mineira de Letras e a editora Autêntica.
A terceira semana de novembro pandêmico começará com a assinatura de nosso acordo interinstitucional, isto é, Posling CEFET-MG e Academia Mineira de Letras selarão um acordo oficial para que pesquisemos o belo e relevante acervo sob a guarda daquela casa. Que maravilha. Esta nota no site da AML dá ideia da importância do ato.
À tarde, dia 16, participo de um congresso internacional na UFRJ para apresentar um trabalho sobre a publicação de poesia durante a pandemia. Na verdade, vou tratar do caso de uma poeta que acompanhei de perto, mas sem descurar das questões contextuais e contingenciais que afetaram a todos/as. Vejam:
À noite, participarei de uma conversa afetuosa sobre tecnologias e o manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos a convite da profa. Sandra Cavalcante, parceira há tempos, na PUC Minas. O texto que servirá de mote para nosso papo foi publicado na revista Diálogo das Letras e teve boa recepção.
Na quarta, 18, será a vez de comandar uma mesa do projeto Aula Aberta. Vamos continuar nas atividades de lançamento do livro Tecnologias digitais e Escola, produzido durante a pandemia e sobre ela, com reflexões de diversos/as pesquisadores/as e professores/as, publicado pela Parábola Editorial, com apoio da Diretoria de Extensão e Desenvolvimento Comunitário do CEFET-MG e disponível gratuitamente para baixar. A live pode ser assistida aqui (ficou gravada no canal).
Nesta sexta, 13/11, o papo será no IFMG sobre produção de textos multimodais, tema que me mobiliza há vários anos e sobre o qual já escrevi várias vezes.
Vou mostrar algumas coisas, dados de pesquisa, provocações, ideias, práticas e vontades que sinto como professora de Redação e pesquisadora do campo da edição. Vamos?
A primeira semana de novembro chega com debates muito interessantes. Vou conversar com colegas do IFCE e da UFVJM sobre educação e tecnologias. Além disso, eu e a orientanda de mestrado Jéssica Soares apresentaremos em coautoria um trabalho sobre revisão de textos no Sitre, evento que acontece dentro do CEFET-MG e para o qual nos preparamos bastante.
A chuva chegou para esverdear meu jardim, aliviar a sede das plantas e acalmar as cadelas da casa. Certo friozinho bem-vindo também persiste. E outubro termina com dois eventos bonitos, dos quais me orgulho de participar.
Quarta, 28, apresento um trabalho sobre discursos sobre a escritora brasileira Maria Valéria Rezende em coautoria com minha querida colega Carla Moreira, também do CEFET-MG. Fomos convidadas para um painel na Universidad de Alcalá, na Espanha, e resolvemos pensar O que é ser uma autora.
Quinta, às 19h, profiro a conferência do III Simpósio Educação, Tecnologia e Sociedade, na Faculdade de Educação da UFMG, sobre questões importantes a respeito de “nativos digitais”. Tudo on-line, claro e infelizmente. De todo modo, eu não poderia estar na Espanha e em BH, de um dia para o outro.
Uma sexta-feira cheia e muito honrosa. Às 10h, encerrei a Semana de Letras da UFPBcom uma conferência intitulada “Aula remota, aula remix: tempos e espaços da educação durante a pandemia”. Foi bem emocionante. Tem sido muito produtivo interagir com colegas intensamente, mesmo por meio de ambientes digitais. Esta conferência deriva de umas anotações que tenho feito inspirada na pensadora argentina Josefina Ludmer, e o texto deve sair em um livro organizado por colegas da PUC Minas.
Logo depois, parti para uma viagem literária a Maputo, capital de Moçambique. Participei da Feira do Livro lá, numa mesa sobre “Dialécticas literárias em tempos de crise. Que ideias para o futuro?”, em que falei das duas calamidades que vivemos no Brasil: o coronavírus e o governo federal. Será difícil distinguir quantos apagões se deverão mesmo ao vírus, na educação, na ciência e na cultura.