A profa. Emilie Audigier me fez um convite lindo: bater um papo na UFMA sobre edição, revisão e tradução. Claro que me concentrei nos dois primeiros. O timaço que ela reuniu deixa a gente com água na boca para assistir a tudo. Espero fazer isso.
Ficou aqui o registro da nossa conversa sobre editar livros traduzidos:
Sinto-me sempre honrada com os convites para falar destes temas aos quais tenho me dedicado e pelos quais trabalho. Nas últimas semanas, pude estar, ao menos virtualmente, em alguns lugares para tratar de multimodalidade e de inteligência artificial. Em todos os casos, foi proveitoso para mim. Espero que tenha sido para as pessoas que participaram.
Dei um pulinho na UFRPE para falar de multiletramentos. Foi virtual e eu adorei o papo com colegas e estudantes. (Gente, eu ouço meu sotaque nos vídeos de fico besta rsrsrs Como pode?). Olha aqui, ó.
Semana de Letras PUCPR
Semana de Letras IFG, em Goiânia.
Na PUCPR, encerrei a Semana de Letras conversando sobre a inteligência artificial e as TDIC na nossa formação. No IFG o papo foi presencial, no qual dividi uma mesa com a profa. Eliane Marquez (UFG) sobre multimodalidade e questões bakhtinianas.
Íntegra da palestra no canal da PUCPR.
Poslit UFMG
FLIC11, no CEFET-MG.
Foram dias intensos. Na UFMG, o chamado, também presencial, foi para falar da literatura e das publicações nos dias de hoje. Abri o evento discente do Poslit e ainda tive um dedo de prosa com o prof. Rômulo Montealto, próximo coordenador desse excelente programa. No CEFET-MG, junto com a parceira e cúmplice Pollyanna Vecchio, realizamos a 11a FLIC, quem diria?! E foi um sucesso, de novo, graças à enorme rede de pessoas que produziram, propuseram e executaram o evento. A parte virtual ficou aqui, com mesas e lançamentos de livros.
Foi lindo. Deu um trabalho danado, por muitos meses, mas frutificou e foi gratificante. O I Encontro da Red Latinoamericana de Cultura Gráfica se somou ao III Rastros Lectores e aconteceu de 14 a 16 de setembro de 2023, entre as salas e belos espaços da Escola de Design da UEMG e o aconchegante auditório do casarão da Academia Mineira de Letras (AML), ambos na região do Circuito Liberdade. Mais de cem pessoas frequentaram esse evento de três dias, com sorrisos no rosto. Muitos sotaques e duas línguas puderam ser ouvidos. Tivemos o cuidado do arranjo dos trabalhos nas sessões, de maneira a favorecer o diálogo. E fomos bem-sucedidos no encontro. Contamos, claro, com muita gente que atuou nos bastidores, antes, durante e depois. Viva! Foi emocionante. E que venham os próximos eventos, juntos ou separados.
Ao final da conferência de abertura, parte das pessoas inscritas em foto no auditório da AML.
O segundo semestre está me pondo medo desde julho. Antes das férias eu já andava segurando a ansiedade (portanto, ansiosa) com o que viria pela frente. Muitas coisas da vida privada a resolver, além da correria insana dos dias de trabalho. Bem, e começamos pelas viagens bem-sucedidas a Lima e a Buenos Aires, com muitas conexões feitas e realimentadas.
Vista da Feria de Editores Independientes FED’23
Café com o prof. José Luis de Diego próximo à livraria Libros del Pasaje
Agora o foco são: belas defesas de teses e dissertações de pesquisadores orientados; participar de bancas interessantes de colegas de outras instituições; promover encontros proveitosos nas aulas para os três níveis de ensino; realizar eventos que estão sendo organizados há tempos.
Neste agosto, o grupo de estudos Mulheres na Edição comemora seus quatro anos de atividades ininterruptas, o que soa como um milagre bonito. Hoje mesmo fizemos uma bela live com a editora Vanessa Ferrari, com o apoio sempre inestimável da mestranda Alícia Teodoro e a mediação simpática da mestranda Cecília Castro.
Até o final do mês traremos mais novidades. Em especial um curso rápido sobre curadorias de livros para crianças com a pós-doutoranda Fabíola Farias.
Sexta-feira à noite pretendo fechar a semana (e começar meu recesso) falando de um assunto que me fascina desde criança: a leitura. O convite partiu da Biblioteca do CC Unimed, em BH, espaço que ainda não conheço. A mediação será da Pâmela, bibliotecária cujo trabalho é sempre incrível e apaixonado. Fica o convite a todos/as.
A primeira semana de julho foi animada. Estive remotamente em Toulouse para apresentar um trabalho sobre a pesquisa em edição e as mulheres. O grupo temático foi coordenado pelas colegas Fanny Mazzone e Daniela Páez, que foram muito receptivas e gentis com nosso trabalho de cá do oceano. Daniela é argentina e uma parceira frequente nos temas da edição e gênero.
Nesta semana, dias 28 e 29 de junho, o GT sobre livro e edição proposto ao Congresso Internacional de Ciência, Arte e Tecnologia, organizado pela UEMG, estará a todo vapor. Na companhia de Pollyanna Vecchio e Marcos R0berto Nascimento, vamos coordenar os trabalhos submetidos ao evento, com alegria e afeto. No final da tarde da quarta, teremos ainda lançamento coletivo de livros. Fica o convite como última oportunidade de conseguir a versão impressa de nosso Como nasce uma editora (Entretantas, 2023).
Neste final de junho, tivemos a oportunidade de um encontro de pesquisadoras, on-line, em evento organizado por uma universidade em Jujuy, Argentina. A mesa 37, organizada por três investigadoras – María Belén Riveiro (Argentina), Ana Gallego Cuiñas (Espanha) e eu (Brasil) -, tratou do trabalho editorial e os estudos de gênero, com apresentação de trabalhos de diversas autorias de vários países, por um dia inteiro. Um privilégio de trocas de saberes e informações, além dos afetos.
Maio segue acelerado e com várias oportunidades de conversa. Nos estudos de linguística aplicada, as conversas foram no Maranhão e em Roraima, nos dois casos com públicos de Letras bastante interessados nas questões dos multiletramentos e o ensino de língua materna. Nas semanas seguintes, dois eventos em São Paulo capital ali nos entremeios da literatura e da edição. Falar de livro, edição, leitura e literatura está entre as coisas que me deixam feliz e animada, ainda mais se for em companhias tão especiais quanto a profa. Maria Elisa Moreira, o designer Gustavo Piqueira, as poetas tatiana nascimento e Amanda Ribeiro e a editora Renata Farhat Borges (Peirópolis).
As duas primeiras semanas de maio foram intensas, com bancas e eventos, além das aulas e das atividades administrativas no CEFET-MG. Isso sem mencionar a vida de mãe e dona de casa, claro, que absorvem muito. Os temas foram, como sempre, o livro/a edição e os letramentos.
Fiquei feliz por ter sido lembrada para tantas discussões importantes. Todos os eventos foram on-line (e teria sido impossível fazer tudo presencialmente). Em sentido horário, um festival literário em Montes Claros-MG, um curso breve pelo Sesc de São Paulo, um bate-papo em Porto Alegre com o autor e editor Marcelo Spalding e uma palestra no Recôncavo da Bahia. Em todos os casos, agradeço pelo convites e pela mediação: profa. Maria Clara Maciel (Unimontes), Sabrina Paixão e Emily (SESC), Marcelo Spalding (Metamorfose) e profa. Amanda Reis (UFRB).