Na última semana de março, a passadinha na Unicamp para uma banca de mestrado renderá também um encontro para uma conversa com as pessoas que lá estiverem, no anfiteatro do IEL. Há anos não visito a instituição, que há dez anos me recebeu para um pós-doc com a profa. Roxane Rojo, referência no tema dos multiletramentos. Dessa pesquisa nasceu meu livro Textos multimodais, pela querida Parábola Editorial (ó ele aqui!). E ele circula, viu!
O papo que preparei agora relaciona dois campos que investigo e adoro: a edição e a multimodalidade. Há confluências entre eles, mesmo que aparentemente os autores mais conhecidos de cada um não se mencionem. O assunto diz respeito à minha atual pesquisa pelo CNPq.
Quando lançamos o Como nasce uma editora, algumas coisas aconteceram, tão boas que nos vimos animadas com o lançamento também da Entretantas Edições. O livro foi pensado para ser lançado na deliciosa Feira Urucum, que aconteceu na Funarte em fevereiro (e foi, com sucesso); e servirá como uma das referências da disciplina Mulheres na Edição, que iniciei esta semana no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do CEFET-MG. Tudo aconteceu a tempo e os resultados têm sido positivos. As leituras do texto vão aparecendo lentamente, assim como algumas propostas em torno dele. Foi o caso do convite para lançá-lo na UAM, no México, com colegas muito especiais como Freja Cervantes e Marina Garone Gravier. E vamos nós! Adelante! É só pedir o link do lançamento virtual.
Que alegria retomar as atividades de uma feira de editoras independentes! Desta vez, a Urucum será na Funarte, em BH (Januária, 98), com cerca de 80 expositores, entre editores, ilustradores, escritores, etc. A Urucum será sábado e domingo, 4 e 5 de fevereiro, das 11h às 17h, e está novamente sob a batuta da Impressões de Minas.
Aproveitamos o ensejo para, junto com a parceira Editora Luas, lançar a Entretantas Edições, com dois livros chiquitos em catálogo: Edição. s.f. e Como nasce uma editora, este de minha autoria, com prefácio da fantástica editora Larissa Mundim. O lançamento será às 16h do dia 4, após a mesa de debates com outras editoras.
A sexta edição do Pensar Edição, Fazer Livro acontece na próxima semana, dias 13 e 14 de dezembro, depois de um ano corrido e atravessado por tensões de todo tipo. A versão agora vem mais enxuta, mas tão importante quanto as anteriores. Serão duas oficinas (escrita e vídeo), uma mesa-redonda sobre edição cartonera com estudiosos de algumas partes do país, um lançamento de livro e uma conferência. O primeiro dia será todo presencial, nas dependências do campus I do CEFET-MG, em Belo Horizonte, e o segundo dia todo on-line, pelo YouTube do PEFL. As inscrições para oficinas podem ser feitas aqui e as demais, aqui.
Amanda Ribeiro é professora e poeta. Elis Amâncio é jornalista e estudiosa das mídias digitais. Ambas são pesquisadoras do CEFET-MG e oferecerão oficinas breves para estudantes da casa e pessoas interessadas em geral. Não é um evento fechado.
O lançamento de livros contará com a organizadora da obra Un hilo de tinta recorre América Latina, a professora e pesquisadora Marina Garone Gravier (UNAM), assim como o diretor da editora da Universidad de Villa María, prestigiosa instituição argentina, assim como estarão presentes duas autoras brasileiras: Diná Araújo, da UFMG, e eu, pelo CEFET-MG/CNPq.
Finalmente, a conferência do prof. Fernando Cruz Quintana encerrará o PEFL 6, tratando dos livros digitais, sua especialidade. O evento é gratuito, exigindo-se apenas inscrição para facilitar a emissão posterior de certificados aos/às participantes.
O PEFL 6 é produzido, desde o início, pela editora Moinhos juntamente com o CEFET-MG. Contou com edições presenciais em vários espaços da capital mineira e duas edições pandêmicas virtuais. Agora, retorna aos espaços físicos no CEFET-MG, com o apoio do projeto de extensão Aula Aberta.
Semana cheia e produtiva, ouvindo pessoas que eu não conhecia e aprendendo muito. É preciso pôr a cara para fora da janela, sempre. Desta vez, participei de uma mesa sobre edição na pandemia, em um evento da Universidade Federal do Espírito Santo, com colegas de vários lugares.
Na mesma semana, participei de uma jornada de história intelectual na Universidad de Antióquia, em Medellín, e de um ciclo virtual do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe (CERLALC) e do Ministério da Cultura da Colômbia. Nos dois casos, a ideia foi tratar das editoras brasileiras, digo, as mulheres que editam. E nos dois casos foi honroso e interessante. O primeiro evento era uma mesa com colegas de outros países. Aprendi muito, como sempre. O segundo era uma conferência solo, mas que também foi leve e produtiva para mim. Espero que tenha sido para quem assistiu. Estou feliz com estes convites.
Foram três semanas de estudos e conexões em Córdoba, depois uma passadinha na capital argentina. Feira do livro, palestras, bate-papos, editores e editoras, livros, muitos livros. Valeu o investimento. Grata à Fapemig pelo fomento para que esta estância acontecesse.
Demorei a me decidir, mas afinal, junto com uma grande parceira, resolvi participar do Congresso Nacional da Intercom, em João Pessoa, depois de alguns anos sem ir. O grupo de pesquisa é o de sempre: Produção Editorial. São anos e anos junto desse grupo gostoso e acolhedor, mesmo sem participar de todos os encontros. O intervalo foi necessário.
Agora, foram vários elementos que se somaram para me animar ainda mais: a cidade de João Pessoa (onde passei meu aniversário em 2018), as queridas colegas que assumiram a coordenação do GP (Isabel Travancas, da UFRJ, e Marília Barcellos, da UFSM) e a possibilidade de dividir a autoria com a Renata Moreira (CEFET-MG).
Nosso trabalho, que aborda nossas pesquisas sobre mulheres na edição, já pode ser lido aqui. Na próxima semana, vamos apresentá-lo e teremos oportunidade de debate, coisa que sempre foi diferenciadora nesse GP.
O prazo para submissão de trabalhos ao V Fórum Nacional de Revisão de Textos foi prorrogado. Vale espiar as condições, em especial as tecnológicas e de transmissão do evento, que tem opção presencial ou virtual. Bora? O site é este.
Nesta semana, o encontro é com colegas da América Latina para trocarmos leituras e impressões sobre nossos textos num livro futuro que tem como tema o Estado editor. Isso dá pano para manga, mas resolvi tratar de três editoras ligadas a diferentes estados da federação brasileira, todas muito importantes e longevas: a CEPE, a BPP e a Imprensa Graciliano Ramos, respectivamente em Pernambuco, no Paraná e em Alagoas. Nosso encontro começou nesta quinta e seguirá pela sexta-feira, a fim de nos conectar mais e aperfeiçoarmos nossos capítulos.