Muito o que discutir neste evento sobre revisão de textos, formação e profissão. Sábado, 4 de dezembro, o dia inteiro. Convite da Hariele “Mestre da revisão”.






Quem quiser ver atrasadinho… tá aqui:
Muito o que discutir neste evento sobre revisão de textos, formação e profissão. Sábado, 4 de dezembro, o dia inteiro. Convite da Hariele “Mestre da revisão”.






Quem quiser ver atrasadinho… tá aqui:

Mas agora mereceria se chamar EditorA em ação, neam? Porque vejam que coisa linda vai acontecer neste evento da ECO UFRJ!

Espia (e vale assistir ao segundo dia):
Olha o tamanhão da chave-de-ouro com que vou fechar esta semana de novembro! Encerrando o Enedif 2021 numa mesa com Alberto Manguel, autor referência nos estudos da leitura e do livro no Brasil e em outras partes do mundo. Frio na barriga? Tem! Mas vamos nessa. Rá!

Vou dizer coisas que tenho estudado e que tenho experimentado em relação ao livro e à sua produção. Vou citar textos, vou me arriscar. Não é isso mesmo que se deve fazer? Queria dizer algo sobre uma editora que o CEFET-MG não tem e que só planeja, sem planejar. Queria ter melhores condições para pensar nisso, mas não adianta lamentar. Não é por falta de trabalho.
Vamos fazer futurologia? Não. Vou, particularmente, falar com base nas pistas e nas evidências que temos hoje, agora.
Inscrições e informações aqui.
Para assistir à gravação, é só vir aqui.
A Associação Brasileira de Editoras Universitárias e a UFSCar produziram um evento importante para discutir o livro de acesso aberto no âmbito da edição universitária. O convite para que eu falasse dos livros como tecnologias me deixou feliz, claro, mas também cheia de uma grande responsabilidade. São vários links para participação. Um deles é este.



Foi assim:
Amar os livros, querer estudá-los como objetos e tecnologias, querer tratar dessas materialidades… às vezes parecia algo tão deslocado, estranho, excêntrico, uns anos atrás, neste Brasil. Era difícil achar interlocução para isso. Não raro, a gente levava até uns passa-fora… menos e mais elegantes, porque era necessário entrar espremida e enviesada nos eventos e nos periódicos de outras áreas.
Isso mudou. Houve uma transformação nos mercados editoriais, no campo, nas instituições, entre os/as pesquisadores/as, enfim. E agora é até relativamente fácil encontrar “nossa turma”. Está até mais atraente e interessante fazer isso.
Os colegas hispânicos sempre me pareceram estar mais atentos a essas questões. Há vários anos descobri, por exemplo, que precisaria ler em espanhol, se quisesse adentrar esses estudos de maneira mais consistente. Os cursos dessa língua que fiz na vida me valeram.
Nesta quarta, às 11h45 de Brasília, abro um evento lindo, charmoso, importante me Bogotá. Eu adoraria estar lá, como já estive, com objetivo semelhante. O que vou dizer está relacionado às pesquisas que venho executando desde 2015, sobre as mulheres no mercado da edição.
Encontrei muita interlocução, respeito e amizades entre esses e essas colegas. E seguimos. As inscrições para ouvintes estão aqui. Para assistir pelo YouTube, aqui.

Lá pelas tantas estou (perdoem o portunhol selvagem):
Há meses a profa. Marisa Midori (USP) entrou em contato para que ajudássemos a construir um evento sobre a Lei Lang ou Lei do preço fixo, que não vigora no Brasil, mas está há tempos em discussão. Com a ameaça de taxação dos livros, o assunto voltou forte à cena. Outros países têm experiências para contar, como é o caso da França, onde Lang implementou a ideia. A programação está bem bonita. Vários e várias colegas debaterão assuntos fundamentais para a bibliodiversidade no país. Na sexta, estarei no debate falando das tecnologias do livro, hoje.

No Jornal da USP.
Na Folha de S.Paulo.
No PublishNews.
Programação completíssima no site do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Assista aqui:
Não somos italianistas (bem que eu queria… fiz três semestres na Faculdade de Letras da UFMG), mas podemos falar algo sobre materiais didáticos. Vai ser uma alegria estar com estes colegas neste evento. Grata ao convite.

Nesta semana, vou bater um papo com estudantes e colegas da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, sobre revisão de textos. Dá sempre um prazer a mais quando a gente fala dessas coisas que nos interessam há tanto tempo. Fui e sou revisora. Tem jeito de deixar de ser? O olhar, quando se afia e refina, não recua. Ou recua? Estou com ótima expectativa.

Quem quiser ver como foi, só clicar aqui.
Missão cumprida, mais uma vez. A gente vai indo, vai indo e chega. Neste 2021, mais uma vez, eu e Nathan batemos uns papos, nos fizemos companhia e botamos o PEFL de pé. Tudo on-line, claro, respeitando a situação de crise sanitária atual… e também o fato de que agora estamos em cidades diferentes: eu em BH e ele, em Santo André, SP.
Uns posts atrás, falei da programação. Tivemos algumas baixas de última hora e elas fizeram falta, mas o evento seguiu lindamente. Dois lançamentos de livros, com direito a matéria na Folha de S.Paulo no mesmo dia; uma conferência de abertura bem bacana com a profa. Marisa Midori; algumas mesas aconchegantes; e uma oficina bem bacana com a turma do Fazia Poesia.
Com amigos transparentes as coisas ficam até parecendo fáceis.
A gente agradeceu o CEFET-MG, que nos apoiou oficialmente por meio de um edital de extensão, mas de fato não conseguimos executar o edital por razões que nos escaparam completamente. Mesmo assim a gente agradece.
Bom, de todo modo, agradecemos demais às estagiárias do Aula Aberta, outro projeto de extensão do CEFET-MG, que foram emprestadas ao PEFL 5 por algumas horas. Elas são sempre competentíssimas e chiquérrimas: Alícia Teodoro, Marsília de Cássia, Carol Vasconcelos e Angela Vasconcelos. Chique demais, como diz a Marsília.
Para assistir a todo o evento, é só clicar aqui.
Recebi uma mensagem superlegal do Aluísio Cavalcante, da turma da Casa da Árvore, em Poços de Caldas. O que eles fazem? Pensam e atuam sobre a formação de leitores. Vê se não vou querer entrar nesta?
Depois que eu já havia topado o papo, descobri que só teria boas companhias. Adorei.


E assim foi:
Ana Elisa • 2020