Depois que a gente participa de um evento da ABRALIN, a gente pode submeter artigos à revista Cadernos de Linguística. E lá fui eu. O texto versa sobre pandemia e educação com mediação digital.
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Sabe quando a gente se diverte escrevendo um texto? Mesmo que ele seja científico, que é coisa que bastantes pessoas acham incompatível. Pois eu me diverti escrevendo este texto sobre multimodalidade e memes. Ele saiu na revista Texto Digital (UFSC), num dossiê lindão organizado pela profa. Vânia Barbosa e colegas.
Multimodalidade é, mais que uma abordagem, um atributo de todos os textos. A gente pode até não ter olhos de ver, mas ela está lá. E depois que a gente acha essa chave, fica mais colorido viver no mundo. As campanhas do TSE, como quase tudo, me interessaram como peças multimodais. A convite da profa. Anna Christina Bentes, submeti um artigo à revista Calidoscópio, da Unisinos, e fiz lá uma análise (preliminar) e até umas propostas.
Acho que foi em 2018 que participei de mais um encontro da Compós, a ANPOLL da Comunicação, no meu grupo preferido, o de estudos de recepção. O evento foi em Porto Alegre, então eu tinha muito mais motivos para ir <3. Lá, apresentei um trabalho sobre jovens e leitura, pensando nos dispositivos e nas tecnologias que a turma do ensino médio usa e como usa. O debate foi bom, como sempre, e de lá saiu um convite assim, da profa. Roseli Fígaro: ai, publica isso na Comunicação & Educação! Levei a sério. Mexi no texto e submeti o artigo, que foi aprovado nessa bela revista da USP. Demorou um tempo, mais saiu legal.
Em 2020 e 2021, algumas entrevistas comigo foram publicadas em periódicos científicos brasileiros. É sempre um processo gostoso esse de receber perguntas que nos fazem moer os neurônios, responder e tentar não falar besteira (demais). Eu sempre tento e sempre acho que poderia ter sido mais precisa ou menos enfática em certos aspectos. Paciência. O que preciso mesmo é agradecer aos entrevistadores e entrevistadoras, que demonstram carinho e respeito em relação ao meu trabalho.
Na revista Entretextos (UEL), Silvio Profirio da Silva, Suzana Teixeira de Queiroz e Josete Marinho de Lucena me pediram para falar sobre educação e tecnologias digitais.
Na revista Texto Digital (UFSC), Geam Karlo Gomes e Auricélia Belarmino soltaram minha língua sobre multimodalidade e letramento digital.
Na Conecte-se (PUC Minas), periódico de extensão, a profa. Ev’ângela Barros fez comigo uma bela entrevista sobre extensão, tecnologias e educação.
Discutir o ensino “híbrido” está em pauta. O momento é oportuníssimo e precisamos evitar os oportunistas de plantão. Vamos pensar? Vamos imaginar? Vamos fazer algo melhor do que o que tínhamos antes da pandemia? Ou querer isso é muita viagem minha? Claro que não!
A convite da Bis, colaboro no número novo – 55 – da revista produzida pelo Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais. Bora ler? O número está aqui para ser baixado.
Quando vi a chamada para a revista Trem de Letras (Unifal) sobre Pesquisa e divulgação científica na área de Letras, corri para finalizar um texto que vinha escrevendo, a passos lentos, havia algum tempo. Eram umas anotações sobre o processo de orientação de pessoas que produzem teses e dissertações. Dei tratos à bola e o texto foi aceito. Saiu hoje e é uma reflexão sobre parte da minha experiência profissional. Está na seção de relatos de experiência.
A conferência dada no ABRALIN ao Vivo gerou um texto. É assim que gosto de fazer. Cada fala, um texto. Nem sempre é possível, nem sempre sai, mas tento. Desta vez, saiu na revista Cadernos de Linguística, da ABRALIN, que só publica textos decorrentes de seus eventos. Uma honra. Tratei dos ciclos de precariedade com os quais nós, professores/as, somos obrigados/as a conviver em nossa vida profissional. E mais esta: a pandemia. Leia aqui.
Em 2023, a pedido da revista, publiquei uma espécie de reflexão sobre o primeiro texto. Ei-lo. É só baixar. E eles estão sempre entre os mais lidos da Cadernos de Linguística. 😀 Olha aí no Top 5 e os dois no Top 3o!
Este – letramento digital – talvez tenha sido o tema que mais me acompanhou durante o ano de 2020, o tema da vez, infelizmente porque foi necessário e compulsório. As razões não são boas, mas até quem se dizia avesso/a às tecnologias digitais teve de se reinventar (expressão da moda! para escamotear o aperto pelo qual passaram/passamos). Sem dúvida, quem tinha menos aversão ou tinha até disposição passou por isso com menos escoriações e traumas.
Neste finalzíssimo de ano, tive a notícia de mais um artigo publicado sobre o tema. Desta vez, na revista Debates em Educação, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), onde participei de eventos e falei bastante. Foi um ano de falar muito e escrever também. E de rever. Neste ensaio, revi algumas coisas que ajudei a propor, no início dos anos 2000.
O artigo está disponível para baixar e é uma espécie de ensaio. Não exatamente um relatório de pesquisa de campo nem nada. Acho que foi necessário pensar e repensar como exercício diário, enquanto fazíamos o que podíamos, numa prática de ensino que ninguém nos ensinou. Que seja útil para quem puder ler.
É uma sensação muito boa quando a gente faz coautorias animadas, sensíveis e realmente colaborativas. Tive essa sensação, de novo (não é rara, ainda bem!) ao escrever com Amanda Ribeiro Barbosa, minha orientanda de mestrado no CEFET-MG. Nosso artigo saiu na Revista Brasileira de Alfabetização, em um belo dossiê sobre multimodalidade e formação de professores/as alfabetizadores/as. Tomara que os/as leitores/as gostem do texto. Para nós, foi uma alegria fazer.