Quando o convite veio, eu já podia até imaginar o trânsito pela cidade de Campos dos Goytacazes. Andei muito por lá. Desta vez, o papo será na UENF sobre nosso assunto preferido. Um deles, aliás.

Ver aqui, ó.
Quando o convite veio, eu já podia até imaginar o trânsito pela cidade de Campos dos Goytacazes. Andei muito por lá. Desta vez, o papo será na UENF sobre nosso assunto preferido. Um deles, aliás.

Ver aqui, ó.
Em novembro já teremos papo no triângulo mineiro. Muito feliz em participar deste ciclo de debates na UFU, que inventa a oportunidade de falarmos sobre experiências atuais.

Toda época de mudança tecnológica mais radical encontra seus adeptos e seus detratores. O livro, que é hoje objeto de apreço e brava defesa, já sofreu também acusações. E assim com a leitura silenciosa, a caneta esferográfica, a TV, o cinema e tudo o que vier.
Toda época de mudança tecnológica encontra discursos e produtores de discursos em disputa, adeptos e detratores, mas nem sempre há só dois lados nessa moeda. É que alguns fazem parecer que há.
Toda época de mudança tecnológica produz discursos científicos, médicos, psicológicos antagônicos, educacionais também, pró e a favor disto e daquilo, e alguns desses discursos ganham mais visibilidade do que outros.
Para falar dos gênios ou dos cretinos digitais também houve gente produzindo discursos, nas duas pontas. E haverá por muito tempo. Eu mesma sempre critiquei um tal que fez o desserviço de separar o mundo em nativos e imigrantes.
O que quero dizer é que toda época de mudança tecnológica, como agora, produz cretinos também na crítica ou no elogio. Atualmente, ao falarem dos cretinos digitais, surgem cretinos analógicos, a dizerem besteiras tão grandes quanto as ditas pelos simplesmente deslumbrados. E assim caminhamos.
Vamos estudar, e seriamente, de preferência.
Há projetos que a gente gesta por muito tempo. É preciso acalentá-los e esperar o momento certo de executá-los. Isso quase sempre tem a ver também com as pessoas certas. E mais uma vez foi possível.
Nesta terça, 26, às 19h, lançaremos nossa tradução do famoso e influente manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos (baixe aqui!), produzido pelo New London Group nos anos 1990. É a segunda tradução brasileira, nestes 25 anos de existência do documento, mas a primeira em e-book com glossário de termos técnicos.
A etapa mais demorada foi o licenciamento do texto pela Harvard Educational Review, mas é claro que não deu menos trabalho traduzir e passar por um tortuoso processo editorial. O resultado é responsabilidade de um coletivo grande, que reuniu estudantes de mestrado, doutorado, graduação e professores.
Sem o engajamento da turma de tradutores e a ajuda imensa da querida colega profa. Luciana Azeredo (CEFET-MG), não teria sido possível chegar a este livro que torna mais acessível o texto direto do manifesto.

Este é apenas o primeiro lançamento de uma série. Virão ainda Aula Aberta, Infortec, bate-papos em turmas de pós de outras instituições e tal e coisa. Seguimos!
E assim foi:

Na quarta será a vez de participar de um congresso em Ipatinga, MG, pela Faculdade Única/Prominas, pensando e repensando a educação, as tecnologias digitais e a pandemia. Uma honra participar do II CONEAD. Desta vez, a conferência é gravada e eu estarei a postos apenas nos minutos finais, para um bate-papo ao vivo.
Começarei a semana no Mato Grosso com a turma das Jornadas Intermidiáticas. É uma alegria ter a oportunidade de abrir o evento com um tema tão interessante. Texto tem limite?


Passei a noite de sábado às voltas com alguns slides que devem me ajudar ao menos a tocar de leve no amplo assunto.
O canal de transmissão é este.
Nesta sexta, o papo foi para encerrar o CHIP, em sua sétima edição, desta vez na UFPI, sob a batuta de uma turma ótima, regida pelo querido prof. Ribamar Jr., o Ribas Ninja. Foi uma alegria terminar a semana naquelas companhias. Ao final, foram anunciadas as duas próximas edições do evento: em Sobral, no Ceará, e em BH, isto mesmo!, conosco no CEFET-MG. Afemaria!

Na próxima semana, feriadão, mas a gente continua trabalhando. Nossa mesa no congresso de metodologias ativas foi gravada e há dias está disponível para os e as colegas inscritos/as. Na terça que vem, eu, Carla Coscarelli e Geane Alzamora teremos um rápido encontro síncrono com quem quiser conversar conosco (se tiver feito inscrição previamente).


Nesta sexta, volto ao IFCE Itapipoca, instituição irmã na rede, para falar sobre leitura e escrita, hoje. Isso tem relação com meu livro de 2018 pela Parábola e com tudo o que eu mais gosto de fazer. O convite foi, novamente, do querido colega e parceiro André Magri, sempre disposto ao diálogo.
E assim foi: assista!
Ana Elisa • 2020