Que alegria senti quando o prof. Ronaldo Gomes, um dos coordenadores do curso de especialização em Linguagens, Tecnologias e Educação, da UFMG, me fez o convite para a aula inaugural de 2021. A surpresa foi porque sou uma das professoras desse curso há cerca de uma década (ele em outras configurações) e é sempre gostoso quando a gente pode fazer algum milagre, mesmo sendo santo meio de casa. Uma delícia. Uma honra.
Já é uma trilogia!! Como fico feliz em lançar mais um livro pela Parábola Editorial, que trata autores e autoras com carinho, respeito e faz um belo trabalho.
De saída, Multimodalidade, textos e tecnologias – provocações para a sala de aula ficou em segredo porque foi surpresa para os assinantes do clube Parabólicos
Autografei mais de 700 exemplares para fazer esse carinho em leitores e leitoras, que logo começaram a recebê-los e a postar nas redes sociais. Delícia total! Daí em diante, o livro foi posto à venda no site da editora e segue alcançando pesquisadores/as por todo o país.
Reunimos aí artigos e ensaios que eu já havia publicado esparsamente, em anais de eventos ou revistas científicas, mas também há textos inéditos, feitos especialmente para este livro.
Tivemos o apoio do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do CEFET-MG e da Capes, com um fomento que nos chancela e impulsiona.
Estou muito feliz com este livro e com o horizonte sempre aberto que a Parábola me oferece.
No ano passado, aconteceu o Café com Linguística, organizado por uma turma ótima do CEFET-MG, entre eles a profa. Suelen Érica. Fui convidada para falar de Linguística Aplicada. Foi um desafio! Tive de estudar, ler, porque é um risco tratar de algo que tem tanta história e tão controversa.
Neste 2021 tem mais e já fui convidada de novo, pelo que agradeço feliz da vida. É ótimo colaborar com colegas tão queridas e competentes. Desta vez, vou falar sobre multimodalidade.
Há bem mais de uma década que me envolvi com os estudos da multimodalidade, lendo, relendo e trelendo Gunther Kress e colegas diretamente, espiando o que se disse sobre a obra dele e sobre a abordagem nos textos de colegas, pensando, repensando e escrevendo, anotando, reescrevendo.
Depois que a gente sente aquele match com a abordagem multimodal, nunca mais o mundo é o mesmo. O olho se abre, se amplia, tudo é texto e tudo é multimodal, até o que parecia que não era. E eu, que já era da edição, que já tinha amizade com o design, muito antes de conhecer a sociossemiótica, senti que havia encontrado minha metade da laranja.
O fato é que a gente se transforma na loka dos cards, dos memes, da caixa de chocolate, da instrução de jogo, da embalagem de sabonete, da capa de livro, do cartaz de divulgação, etc. etc. etc. Tudo vira coisa para pegar, capturar, printar, guardar para uma boa oportunidade.
É claro que estar no campo da edição torna as coisas ainda mais específicas, já que a gente conhece por dentro os processos e pode ter uma visão do avesso e do direito. É sensacional.
Acabei de baixar um card que me chegou via WhatsApp. A gana é a de pesquisar, analisar, explicar. Que delícia é isso!
Bom, das últimas coisas que andei fazendo foi produzir um artigo sobre uma campanha em vídeo. Difícil! Deve sair em breve. A revista (uma ótima revista) já aprovou. O livro novo, Multimodalidade, Textos e Tecnologias (Parábola, 2021), tem capítulos que escrevi bem recentemente sobre isso (entre outros menos recentes). Já a revista Triângulo (UFTM) publicou uns exercícios que andei fazendo. Não me canso disso! E sigamos.
Nesta quinta, 22 de abril, vou me encontrar com colegas do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais para uma conversa sobre tecnologias e educação. A expectativa é sempre grande ao deparar com colegas e pesquisadores/as que estão tão atônitos quanto eu. Vamos lá?
Terei a alegria e a honra de abrir o semestre letivo no Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Universidade Estadual do Ceará. Já estou há dias preparando uma fala bem bonita e bem contextualizada, já que vamos abordar vivências da pandemia.
O Pensar Jovem, Fazer Sentido, programa de extensão muito bacana que envolve o CEFET-MG, me convidou pra um papo rápido, via Discord, na Rádio UFMG Educativa. O assunto foi os desafios da mulher na ciência. Eu e uma turma boa estivemos lá.
O mesmo assunto vai rolar com mais vagar numa live na quarta, dia 31 de março, no perfil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). E sempre há o que dizer sobre esta vida de pesquisadora! Olha que legal a notícia no site.
A semana começou com encontro com colegas do IFSP, a convite do prof. Diego Figueira, que conheci durante um curso do GEL. Gente, se tem uma coisa que essa pandemia favoreceu… foram as redes.
O papo foi legal, gostei muito de falar com eles e de trocar ideias com o Diego. Espero que tenha sido proveitoso por lá.
Nesta sexta, a alegria foi reencontrar a profa. Cris Lobo, na Universidade Federal de Rondonópolis, UFR, MT, para um papo com sua equipe sobre este perrengue todo pelo qual estamos passando. E além. O futuro próximo tem incomodado muito também. Não está fácil, não é mesmo?
A gravação foi no Meet, mas deve ficar no YouTube mais adiante.