Desta vez, vai. A gente ia conversar com a Eliana Alves Cruz há alguns dias, nas lives do Jabuti pela CBL, mas um luto suspendeu as coisas. Uma morte causada pela covid-19 arrastou tudo. E agora, mais ou menos refeitos, vamos à conversa.

Desta vez, vai. A gente ia conversar com a Eliana Alves Cruz há alguns dias, nas lives do Jabuti pela CBL, mas um luto suspendeu as coisas. Uma morte causada pela covid-19 arrastou tudo. E agora, mais ou menos refeitos, vamos à conversa.

O convite do Centro Cultural Brasil Peru não poderia ser mais mineiro: falar de literatura e café. O pão de queijo se somou à conversa em seguida. Estou aqui na pesquisa sobre essa especificidade. Bora pro papo? Atenção ao fuso horário em Brasília e em Lima.

Na semana que entra, o papo será sobre poesia, com escritores e escritoras de várias partes, numa mesa virtual da 18 FLIP. O convite me foi feito pela Monica, da Livraria da Tarde, em São Paulo, que ainda hei de visitar pessoalmente. No mesmo dia, às 14h há uma mesa sobre as livrarias e às 16h, outra com uma boa turma de booktubers.



Quem quiser pode assistir por aqui, ó:
Meses atrás, recebi um honroso e alegre convite para participar de um evento do Acervo de Escritores Mineiros, na UFMG, o Encontro Marcado. Muita gente legal já esteve lá, com a sorte de gravar ali naquele espaço mezzo museal, mezzo arquivo, em que tive o privilégio de pesquisar autoras, entre 2015 e 2016.
Claro que topei. O mediador seria o professor e escritor Kaio Carmona. E tenho certeza de que seria bacana demais. Mas… aí veio a pandemia.
A programação foi suspensa e o convite pairou. Muita coisa aconteceu nesse ínterim e eis que agora, em novembro, recebo um (re)convite feito pela profa. Myriam Ávila, atual diretora do AEM. Que maravilha!

Além de ser um encontro marcado para falar de literatura, num espaço como o Acervo, junto de gente tão bacana, a mediação será feita pela minha colega e parceira de pesquisas profa. Maria do Rosário Alves Pereira, que conhece meus livros, a despeito de ser colega. Não é irônico? É que costumam dizer que santo de casa não faz milagre, né? Mas no CEFET-MG conseguimos estabelecer parcerias muito respeitosas e cheias de admiração mútua.
Deu no jornal O Tempo.
O papo foi pelo YouTube do AEM. Só chegar.
Em 2017, fui convidada a participar das discussões sobre o livro e a leitura na Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais, num evento na Assembleia Legislativa mineira. Deu frio na barriga, mas preparei um texto para aquela ocasião (aí embaixo, ó). Pena que estejamos sempre nos fazendo as mesmas perguntas e sempre precisando de forças para começar e recomeçar.
Há alguns meses, o jornalista e escritor Rogério Tavares, atual presidente da Academia Mineira de Letras, me fez um convite irrecusável: escrever um conto relacionado à pandemia. De posse das regras do jogo, fui escrever. Em alguns dias, entreguei “Dois pontos”, e nem vou dar spoiler.
O conto integra uma bela coletânea de 20 contos sobre 2020, com autores e autoras mineiros/as. Que honra! E sairá numa parceria entre a AML e a Autêntica, uma das editoras mais relevantes do país. Bom, depois disso, veio o convite para uma conversa no Fórum do Amanhã, que acontecerá neste fim de semana (5 a 8 de novembro), na cidade de Tiradentes, MG. Será minha primeira atividade presencial nesse contexto de crise sanitária. Espero que dê tudo certo, dentro dos protocolos.


O próprio Rogério já escreveu sobre a coletânea no Diário do Comércio.
No site da Academia Mineira de Letras rolou uma nota com link para a transmissão.
Matéria sobre a programação do Fórum no O Tempo.
Canal com os vídeos do Fórum do Amanhã, incluindo nossa mesa às 10h de sábado.
Nota no jornal Rascunho.
Em março de 2021, na revista InComunidade, com direito a trecho selecionado.
Notinha no Digestivo Cultural.
Resenha do Gabriel Pinheiro em 2021.
Resenha do Luis Fernando Amâncio no Digestivo Cultural, maio 2021.
O prof. Luis Alberto Brandão indica o livro no programa Universo Literário, da Rádio UFMG Educativa, ao tratar de instant books.
Uma sexta-feira cheia e muito honrosa. Às 10h, encerrei a Semana de Letras da UFPB com uma conferência intitulada “Aula remota, aula remix: tempos e espaços da educação durante a pandemia”. Foi bem emocionante. Tem sido muito produtivo interagir com colegas intensamente, mesmo por meio de ambientes digitais. Esta conferência deriva de umas anotações que tenho feito inspirada na pensadora argentina Josefina Ludmer, e o texto deve sair em um livro organizado por colegas da PUC Minas.
Logo depois, parti para uma viagem literária a Maputo, capital de Moçambique. Participei da Feira do Livro lá, numa mesa sobre “Dialécticas literárias em tempos de crise. Que ideias para o futuro?”, em que falei das duas calamidades que vivemos no Brasil: o coronavírus e o governo federal. Será difícil distinguir quantos apagões se deverão mesmo ao vírus, na educação, na ciência e na cultura.


A próxima semana já começa divertida, num papo com o pessoal da Banca Tatuí, em São Paulo. Vejamos aí a pauta. O vídeo tá logo ali embaixo.

Na penúltima semana deste setembro florido acontece um webinário lindo na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É o Literatura de Autoria Feminina. Várias mesas legais, entre elas uma sobre mulheres em edição. Participo com a querida Viviane, editora da Macabéa, com mediação da profa. Érica. Vai ser fino. O papo todo será pelo YouTube, de 21 a 24.


Todo o evento ficou muito bonito e pode ser assistido assincronamente. Nossa mesa está aqui.
A segunda semana de setembro será animada e gratificante, com bate-papos sobre o encontro/confronto entre educação e tecnologias, além do tema sempre fascinante dos livros e da leitura. Agradeço os convites.
O papo sobre educação linguística e pedagogia do digital, a convite da PUC SP e da Parábola Editorial, pode ser visto aqui:
A palestra sobre a pedagogia dos multiletramentos na UERN pode ser assistida neste link.
O bate-papo com a @livraria_paginas, conduzido pela Taíza, a convite da editora Leida Reis, pode ser visto aqui:
Ana Elisa • 2020