Mais uma vez, ufa!, está aberto o edital para alunos(as) regulares do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. O processo para 2022 está descrito no documento aqui anexado. É só baixar e ler com atenção. São etapas como submissão de projeto de pesquisa, provas e entrevistas. Os cursos são públicos e gratuitos, na sede, o campus I, em Belo Horizonte (quando retomarmos as aulas presenciais, claro). Por enquanto, a oferta tem sido remota. São bem-vindas no processo pessoas de formações diversas. É recomendável espiar o site do Posling e os Lattes dos pesquisadores e pesquisadoras a ele associados.
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Neste novembro, participo das bancas de qualificação de três doutorandos por mim orientados: Pollyanna, Ione e Mário, nesta ordem. A Pollyanna tem feito um trabalho sobre autopublicação e plataformas digitais, muito sério e premente; a Ione trata de avaliação na educação à distância, difícil ter coisa mais contemporânea; e o Mário trabalha com as revistas literárias mineiras de vanguarda no início do séc. XX, em boa hora, afinal.
Estar na qualificação com eles e elas me dá boas sensações e um frio na barriga, claro. A gente, afinal, se envolve nas pesquisas, dá dicas, recomenda, indica rumos, e ainda assim a banca tem o que dizer, sugere correções, reorienta. É claro que podemos pensar e decidir por outra coisa, mas é sempre um momento rico de discussão e revisão.
Hoje a Pollyanna foi qualificada. Esteve no debate o tempo todo, autoralmente, mas com escuta. Vamos ver os demais. Que todos construam teses bem-sucedidas, apesar dos limites da orientadora.
Nesta sexta pós-feriadão vamos bater um papo na Universidade Federal de Uberlândia, no triângulo mineiro, um dos cantos desta minha terra-país. Convido ao canal. O assunto será, de novo, os multiletramentos no ensino remoto emergencial.

Há algumas semanas, recebi um lindo convite para participar de uma feira literária no interior da Argentina, em Curuzú Cuatiá, a décima edição desse evento, que visivelmente se esforçou para levar poetas de toda a América Latina. Fiquei, obviamente, muito honrada com o convite da escritora uruguaia (radicada na Argentina) Carolina Zamudio, que conheci há alguns anos, num evento literário colombiano. Olha, essas viagens e esses circuitos já renderam tanta coisa boa!


Lá, sou poeta internacional (devo ter saltado a etapa nacional kkkk), e fico muito feliz por esta participação, mesmo virtual.
Aqui as boas-vindas da Embaixada brasileira. Senti-me honrada.
O evento acontece neste canal.
Aqui, o dia da minha apresentação. Lá pelas 2h50.
Hoje saiu matéria bem bacana sobre o Doida pra escrever na capa do caderno Magazine, do jornal mineiro O Tempo. Uma alegria ler o texto que a jornalista Patrícia Cassesse urdiu, dando corda pra esta persistente (insistente?) escritora. Nas bancas e na web.

Quando o convite veio, eu já podia até imaginar o trânsito pela cidade de Campos dos Goytacazes. Andei muito por lá. Desta vez, o papo será na UENF sobre nosso assunto preferido. Um deles, aliás.

Ver aqui, ó.
Em novembro já teremos papo no triângulo mineiro. Muito feliz em participar deste ciclo de debates na UFU, que inventa a oportunidade de falarmos sobre experiências atuais.

Toda época de mudança tecnológica mais radical encontra seus adeptos e seus detratores. O livro, que é hoje objeto de apreço e brava defesa, já sofreu também acusações. E assim com a leitura silenciosa, a caneta esferográfica, a TV, o cinema e tudo o que vier.
Toda época de mudança tecnológica encontra discursos e produtores de discursos em disputa, adeptos e detratores, mas nem sempre há só dois lados nessa moeda. É que alguns fazem parecer que há.
Toda época de mudança tecnológica produz discursos científicos, médicos, psicológicos antagônicos, educacionais também, pró e a favor disto e daquilo, e alguns desses discursos ganham mais visibilidade do que outros.
Para falar dos gênios ou dos cretinos digitais também houve gente produzindo discursos, nas duas pontas. E haverá por muito tempo. Eu mesma sempre critiquei um tal que fez o desserviço de separar o mundo em nativos e imigrantes.
O que quero dizer é que toda época de mudança tecnológica, como agora, produz cretinos também na crítica ou no elogio. Atualmente, ao falarem dos cretinos digitais, surgem cretinos analógicos, a dizerem besteiras tão grandes quanto as ditas pelos simplesmente deslumbrados. E assim caminhamos.
Vamos estudar, e seriamente, de preferência.
Há projetos que a gente gesta por muito tempo. É preciso acalentá-los e esperar o momento certo de executá-los. Isso quase sempre tem a ver também com as pessoas certas. E mais uma vez foi possível.
Nesta terça, 26, às 19h, lançaremos nossa tradução do famoso e influente manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos (baixe aqui!), produzido pelo New London Group nos anos 1990. É a segunda tradução brasileira, nestes 25 anos de existência do documento, mas a primeira em e-book com glossário de termos técnicos.
A etapa mais demorada foi o licenciamento do texto pela Harvard Educational Review, mas é claro que não deu menos trabalho traduzir e passar por um tortuoso processo editorial. O resultado é responsabilidade de um coletivo grande, que reuniu estudantes de mestrado, doutorado, graduação e professores.
Sem o engajamento da turma de tradutores e a ajuda imensa da querida colega profa. Luciana Azeredo (CEFET-MG), não teria sido possível chegar a este livro que torna mais acessível o texto direto do manifesto.

Este é apenas o primeiro lançamento de uma série. Virão ainda Aula Aberta, Infortec, bate-papos em turmas de pós de outras instituições e tal e coisa. Seguimos!
E assim foi: