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Clube de assinantes de livros no séc. XXI: o caso do Leiturinha

Artigo nas atas do 40 Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Curitiba, 2017. Coautoria com Rafael Carvalho.

Mujeres editoras en Brasil: un registro preliminar

Artigo nas atas das Jornadas Acadêmicas da Universidad de la Republica, 2017, em Montevidéu.

Resenhas

Sempre achei importante resenhar. Nunca me senti grande crítica de nada e não penso a resenha como um tratado sobre um livro, o que ela pode ser. Penso a resenha como o comentário de uma leitora dedicada sobre uma obra que merece circular. Por essa razão, prefiro só resenhar o que é bom, o que ganha novo fôlego quanto mais se menciona e indica. A resenha, a meu ver, tem essa força de recomendação que só merecem os textos que considero bons, interessantes, geniais e até menos. Sempre resenhei, sempre aconselho a resenhar.

Nas minhas aulas, em especial na pós-graduação, peço resenhas como trabalhos finais. As razões são simples e guardam coerência com o que eu mesma faço: são textos otimizadores, no sentido de que provocam derivações do trabalho de quem já leu um livro inteiro. Em certa medida (e infelizmente), pedir uma resenha obriga a uma leitura total de uma obra, coisa que acho que todo estudante-estudioso/a deveria ter como óbvio, mas que nem sempre o é. Outra coisa é que resenhas são textos mais publicáveis. Elas não demoram muito a ser razoáveis e boas, mesmo quando seus/suas autores/as não são muito experientes. Imitando aqui e ali, é possível resenhar. Trata-se de um texto mais breve e não menos importante, mas que é também mais raro. A concorrência por um espaço em uma revista é menor, daí certa facilidade e rapidez na publicação delas. E isso, observemos, pode dar uma bela injeção de ânimo em autores/as menos seguros/as quanto à experiência de publicar.

Resenhei bastante. Continuo resenhando. A depender do livro, resenho para revistas científicas; outras vezes, escrevo para revistas e jornais de público amplo. De todo modo, sinto-me, a um só tempo, lendo bem, relendo, anotando, provocada a escrever e cumprindo um papel importante nas redes da edição. Talvez seja um grão de areia no mar… mas acho que alcança aqui e ali. Vamos resenhar.

Questões provisórias sobre literatura e tecnologia: um diálogo com Roger Chartier

Artigo na revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, UnB, v. 27, 2016. Este texto, atualizado, tornou-se capítulo de meu livro Livro – edição e tecnologias no séc. XXI, pelas editoras Moinhos e Contafios, na coleção Pensar Edição, que coordeno com Nathan Magalhães e Pablo Guimarães. Ver ver o livro!

Cinco milhões de corações: Lúcia Machado de Almeida e e a edição no séc. XX

Artigo na revista Recorte, v. 13, 2016.

Escrita e coautoria: uma contribuição aos estudos do letramento acadêmico

Artigo na revista Mélanges Crapel, França, v. 37, 2016, em dossiê sobre letramentos acadêmicos.

Uma leitura de A mão do autor e a mente do editor

Resenha de livro para a revista Matraga, Rio de Janeiro, v. 23, 2016.

Tecnologia digital e ensino: breve histórico e seis elementos para a ação

Artigo na revista Linguagem & Ensino, UFPel, v. 19, 2016. Este texto, atualizado, tornou-se capítulo do livro Escrever, Hoje (Parábola, 2018). Vale ver no livro!

Também deu corda para que o jornalista Wir Caetano publicasse uma matéria na Ler Livres. Vejam lá.

É um artigo bastante citado em trabalhos acadêmicos de estudantes de Letras e pesquisadores.

Questões de multimodalidade e produção de sentidos em charges sobre o programa Mais Médicos

Artigo na revista Letras (UFSM), v. 26, 2016.

Entre editores, leitores e dois hemisférios

Resenha do livro Mercadores de Cultura, na revista Contemporânea, UFBA, v. 14, 2016.

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Ana Elisa • 2020