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Duas alegrias &

Por estes dias, uma ex-aluna de especialização, lá de tantos anos atrás, me escreveu inbox dizendo que tem uma filha adolescente e que a garota tinha de ler um livro meu para a escola. Era O e-mail de Caminha.

A jovem estava interessada no livro, mas ficou ainda mais quando a mãe lhe disse que conhecia a autora e que tinha sido minha aluna. Pronto.

Minha aluna pediu que eu gravasse um vídeo para fazer uma surpresa durante a aula. Deu as coordenadas e eu gravei. Rapidinho.

Depois me deram notícia de que foi legal, a turma curtiu e se surpreendeu. A professora enviou uma mensagem agradecendo e dizendo que aquilo havia ajudado a amenizar a distância entre leitores e autores. Bom, ajuda mesmo. Todos/as nós saímos de alguma escola!

Este episódio simples me trouxe duas alegrias: o contato com minha ex-aluna e sua filhota; e a notícia de um que livro que escrevi com tanta alegria encontra seus leitores e suas leitoras.

Nazaré, a orientadora!

Um perfil conhecidíssimo do Facebook e do Instagram é o da Nazaré, a orientadora. Bem-humorado demais. E um dia, eis que meu orientando João Xavier me conta que ELE é a Nazaré! kkk Quase morri. De rir, inclusive.

Hoje, Nazaré me chamou para uma conversa sobre livros, literatura e mercado editorial. Light, claro. E lá fomos.

Do baú!

Hoje achei um documento bacana aqui: a homologação de meu projeto de mestrado, quando estudei a leitura em telas, no POSLIN UFMG. Foi em 2002 e defendi em 2003.

O orientador era o prof. Fábio Alves. A parecerista foi a profa. Heliana Melo. Duas feras. E é legal ver como ela percebia meu tema e minha proposta, naquele momento.

Tarefas da Edição

Tarefas da Edição, pequena mediapédia, é um volume que reúne verbetes do campo da edição produzidos por pesquisadores de algumas instituições brasileiras. O livro é organizado por mim e pelo professor Cleber Cabral, resultado também de um estágio pós-doutoral que ele fez no POSLING\CEFET-MG, sob minha supervisão. O projeto gráfico é de Mário Vinícius, designer e pesquisador de doutorado da instituição, autor também do projeto do livro Minas Geográfica, lançado em 2019.

Este volume é fomentado pela Diretoria de Extensão e Desenvolvimento Comunitário do CEFET-MG, dentro do edital de eventos, sob a rubrica da FLIC 8, que acontecerá em outubro, virtualmente. Os exemplares impressos serão doados e o pdf ficará à disposição aqui e no site do curso de Letras.

Mulheres na Edição – ano 1

Nesta segunda, 24/08, o grupo de estudos Mulheres na Edição celebra seu primeiro ano de atividades ininterruptas. Ou melhor, encerra essa comemoração, já que as atividades foram realizadas ao longo do mês, com oficinas e a produção de um colóquio.

Às 10h, as apresentações assíncronas de alguns trabalhos das/os participantes do grupo irão ao ar pelo YouTube. O caderno de resumos já está disponível aqui embaixo.

Às 17h, teremos uma live, no mesmo canal, com a profa. Eurídice Figueiredo (UFF), que debaterá com duas editoras: Cecília Castro (Luas) e Bianca Garcia (Macabéa). Um show, não? Aberto e gratuito.

Live com a profa. Eurídice Figueiredo.

Nossa apresentação do canal, orgulho do grupo.

Pensar edição &

A gente sempre faz um esforço danado para criar e manter estes espaços de debate. O Pensar Edição Fazer Livro está com chamada aberta. Se puderem, ajudem-nos a divulgar entre as pessoas interessadas em estudos de edição. Este ano, a novidade é que teremos uma sessão de trabalhos acadêmicos, além das mesas e bate-papos habituais. Convidamos um time de peso para compor as discussões, como sempre. Desta vez, diante da obrigação de fazer digital, abrimos as asas sobre a América Latina. ❤

Para espiar o site https://pensaredicao.com.br/

Lendo mulheres

Há alguns meses, a Academia Mineira de Letras me fez um convite muito honroso: gravar leituras de poemas escolhidos da escritora Yeda Prates Bernis. Claro que aceitei.

Gravamos eu e as escritoras Flávia de Queiroz e Luciana Pimenta. Uma bela homenagem com nossas vozes. Logo haverá mais.

Metodologias

Há vários anos oriento trabalhos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. Nem sempre é muito fácil chegar a um desenho metodológico legal, redondo e convincente.

Tenho colegas que oferecem excelentes cursos de Metodologia do Trabalho Científico e sempre peço aos meus orientandos que se matriculem.

Mas às vezes aquelas metodologias prontas, encontradas nos livros, não são suficientes para a pesquisa. De vez em quando, alguém investiga um problema tão inusitado ou novo que não adianta apenas ler obras da biblioteca, aquelas já velhinhas. Serve, mas é preciso muito contorcionismo para chegar a um bom termo.

Acontece também no nível da linguagem. Certas teses e dissertações têm uma linguagem que não combina com aquele capítulo metodológico padrão. Fica uma quebra estranha, como se o/a pesquisador/a tivesse saído de sua programação normal ou mesmo fica artificial, com aquele jeito de “cumprir a tabela”. Em alguns casos, acho um desperdício.

Quando isso acontece, eu recomendo: Vai ler o Hissa. Nesse livro, ele ajuda muito a repensar pesquisa e metodologia. E é libertador também, encorajador, sem deixar de ser responsável e sério. Sempre vale a pena.

Oceanos

É a segunda vez que participo do júri do Prêmio Oceanos, o maior da literatura contemporânea de língua portuguesa. Dá um trabalho danado, mas é legal ver como as coisas andam. Li poesia e crônica. Vamos ver o que vem aí.

Livro & poesia

Saiu hoje, no Notícias Gerais, de São João del-Rei, no Espaço Arteletra, uma amostra dos meus dois livros mais recentes de poesia. Ficou uma edição bem legal. E estou grata pelo convite!

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Ana Elisa • 2020