Há alguns meses, fui chamada para falar num programa conhecido aqui em BH, o Brasil das Gerais (BG), veiculado pela Rede Minas. A apresentadora é a Patrícia Pinho, simpática demais. A conversa parece um papo na cozinha de casa e eu me sentia à vontade para falar do tema: mulheres e seus espaços na literatura e na produção de pensamento. Geral, né? Mas fui.

A ideia era que eu compartilhasse o espaço e o tempo com a Mary del Priore, historiadora, e com a Ana Maria Machado, escritora, além de umas entradas da jornalista Brenda Marques. Só que… nada rolou bem e as duas outras convidadas, que afinal estavam em Tiradentes, não conseguiram se conectar para falar na tevê, ao vivo. Ficamos eu e a Patrícia segurando o programa. Ela e a produção preocupadas comigo, tentando me dirigir, se desculpando, e eu feito pinto no lixo.

Depois que o programa foi ao ar, eles deram jeito de ajeitar a gravação. A versão mais completa está aqui. E é muito esquisito me ver assim. Na sala de aula fico mais à vontade.

Fica o registro do que andamos falando na tevê, mas não sem estudar.