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Afetividade e outros presentes

Nesta semana, teremos encontro afetuoso sobre poesia e docência. A convite da UFMS, eu e Vicente Parreiras vamos conversar com colegas sobre nossos trabalhos e afazeres. Para participar, basta entrar no canal do YouTube.

Para assistir ao que ficou gravado, é só clicar aqui.

SENACEM

Na próxima semana, o encontro com colegas será no Seminário Nacional do Ensino Médio (VI SENACEM). Submeti uma comunicação ao simpósio coordenado pelos queridos colegas Ribamar Jr. (UFPI) e Vicente Lima-Neto (UFERSA): Tempos digitais: (multi)letramentos, tecnologias digitais e ensino de línguas. Meu papo rápido tem o título: Híbrido, anfíbio, bivalente, ambíguo – Que ensino é este que se insinua sob a metáfora biológica? A ideia era matar a saudade dos colegas, aproveitando para debater algo que nos toca de perto.

Multimodalidade e discursos

Saiu livro novo, clicável e livremente baixável, organizado pelos colegas Renato Caixeta e Lizainny Queiroz, professor e pesquisadora do POSLING CEFET-MG. Multimodalidade e Discursos sai pela Pimenta Cultural, que vem fazendo um belo catálogo.

Estão reunidos nessa obra capítulos de autorias diversas, todos abordando aspectos da multimodalidade em textos. Colaborei com um capítulo intitulado “Manifestações e polarização ideológica durante a pandemia do Novo Coronavírus”, em que comento e analiso peças gráficas que circularam nas redes sociais chamando para barulhaços.

O livro está no site da Pimenta Cultural e pode ser baixado aqui também, ó:

Estejam à vontade!

FLIBH 4

É absolutamente incrível ver um festival literário ser urdido por dentro. É como bordar com bastidor. Dá um trabalhão danado, é muita reunião, mas sai. Acontece antes, durante e depois. Neste caso, foi todo feito com afetos e paciências. Quando recebi o convite para a ser curadora junto com a Madu Costa, pensei que era um presente. Trabalhoso, mas presente. E tive certeza de que seria lindo e, em certa medida, histórico.

Pela primeira vez, homenageamos uma pessoa viva, vivíssima, vivaz, que é a Maria Mazarello, uma das pioneiras na edição de livros de autorias negras neste país. A Maria celebrou seus 80 anos de idade agora, e a Mazza Edições, seus 40. Sem contar os anos de livro e edição que a Maria M. acumulou antes de abrir a editora.

Com essa homenageada e o tema VIRANDO A PÁGINA, livro e leitura tecendo amanhãs, a gente deu o recado. É preciso que haja gente para fazer bem, fazer mais, fazer para melhor, mudar o que vai mal e construir um mundo inteligente, interessante. E os livros fazem parte disso.

Já saiu no site da Prefeitura.

Em breve, dará pra apreciar a programação; e participar dela, claro.

Anúncio do FLIBH pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Chamada para lançamento de livros no FLIBH.

Múltiplos olhares para a BNCC

Saiu há pouco este livro importante e necessário que reúne vários/as pesquisadores para lançarem olhares sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nesse time estamos eu e a Carla Coscarelli, com um capítulo sobre tecnologias digitais, tema que atravessa o discurso da Base sobre a educação em linguagens. O livro pode ser adquirido no site da Pontes ou nas melhores lojas do ramo.

SED São Sebastião, SP

Tem Jornada Pedagógica em São Sebastião, SP, por estes dias. E é uma honra colaborar, participando como palestrante junto de colegas de várias partes do país. Vejam que bela e abrangente programação.

Na sexta, às 11h, minha fala tem o título “Por uma escola expandida”. Espero vocês no canal do YouTube.

O sucesso da Jornada foi notícia.

Bis, pronto, falei!

Discutir o ensino “híbrido” está em pauta. O momento é oportuníssimo e precisamos evitar os oportunistas de plantão. Vamos pensar? Vamos imaginar? Vamos fazer algo melhor do que o que tínhamos antes da pandemia? Ou querer isso é muita viagem minha? Claro que não!

A convite da Bis, colaboro no número novo – 55 – da revista produzida pelo Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais. Bora ler? O número está aqui para ser baixado.

Verso e voz, Galpão

Há alguns meses, o Chico Pelúcio, diretor de teatro, entrou em contato comigo convidando para um projeto que eu ainda não conhecia: o Verso e Voz. Tratava-se de um conjunto de leituras de poesia de poetas mineiros(as) produzido pelo grupo Galpão. Atrizes e atores liam, falavam, recitavam… enfim. Um luxo total.

Preciso dizer que topei fazer a curadoria da segunda temporada? Como dizer não a uma coisa dessas, feita de poesia e teatro?

Estudei, selecionei, contatei, pedi, escrevi, roteirizei e entreguei a eles um pequeno conjunto de poetas e textos. É claro que sofri. Deixei muita gente ótima de fora. Mas tentei reunir figuras diversas, de lugares diferentes do estado, de diferentes gerações e estilos. Vamos lá. O importante é que uma puxa a outra.

Eis o episódio 1, com a diva furiosa Adriane Garcia no corpo e na voz da atriz Rita Clemente:

Nesta terça 20 de julho, eis que vai ao ar o episódio 2, com a poeta Ana Caetano sendo lida pela atriz Débora Falabella.

Aula Aberta, um acervo

O projeto de extensão Aula Aberta sofreu algumas perdas chatas este ano, de apoios e dinheiros, mas nada que surpreenda tanto nestes tempos bicudos. O importante é que conseguimos fazer o que importa: conversar.

Hoje realizamos um encontro lindo com quatro pesquisadoras maravilhosas: a profa. Isabel Travancas, da UFRJ, lançou seu livro sobre leituras de adolescentes no Rio e em Barcelona. Para compor o bate-papo, tivemos as presenças luxuosas das professoras Pepi Soto, da Universidad Autónoma de Barcelona, Sandra Reimão, da USP, e Aline Frederico, da UFRJ.

Apoiaram diretamente o evento as estagiárias Alícia Teodoro e Marsília de Cássia, com as quais tem sido uma dádiva trabalhar.

Fica aqui a dica do canal do Aula Aberta no YouTube, com todo o nosso acervo de lives desde abril de 2020.

Reunião é mato

A semana será de aulas e reuniões, coisas que têm se confundido, nestes tempos pandêmicos já repetitivos.

Reuniões que duram quatro, cinco horas. Imaginam? Pois é. Em escola tem. Sempre. Resolve-se algo? Geralmente, não.

Reunião de algumas curadorias. Nestas, sim, premidas por prazos exatos, costumamos resolver coisas.

Aulas síncronas, que tenho preferido chamar de encontros. Dessas também tenho algumas. Tento distribuir turmas diferentes em semanas diferentes para que não fique pesado para esta professora já meio encarquilhada.

Hoje não consegui acompanhar meu filho à dentista. É assim que é.

Dois cursos breves tomarão algumas horas deste julho frio: o de edição e literatura BR que oferecemos junto à ANDIFES e a disciplina de 1 crédito sobre multiletramentos, em parceria com a Unisinos. Causam alegria e ansiedade, tudo junto.

Vamos deixar a sexta para o café?

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Ana Elisa • 2020