Não é só caô. Eu realmente fui lá apoiar estes financiamentos. Na verdade, colaboro com dois na forma de apoio (boleto pago) e com um na forma de trabalho. Uma alegria enorme ver esses projetos editoriais de vento em popa. Acho que tem hora que a gente precisa parar de só falar e ir lá pôr a mãozona na massa, se tiver jeito. Bora?
Açúcar, livro de poemas da Priscila Branco pela maravilhosa Macabéa Edições. O projeto está na Benfeitoria.
Revista Puñado 7, com literatura caribenha e latino-americana, pelas maravilhosas Laura Del Rey e colaboradoras. Tá no Catarse.
A falência, reedição de romance de Júlia Lopes de Almeida pela Campos Editora. Catarse também, bem aqui.
Nesta semana, vou bater um papo com estudantes e colegas da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, sobre revisão de textos. Dá sempre um prazer a mais quando a gente fala dessas coisas que nos interessam há tanto tempo. Fui e sou revisora. Tem jeito de deixar de ser? O olhar, quando se afia e refina, não recua. Ou recua? Estou com ótima expectativa.
Uma das piadas recorrentes durante a pandemia tem sido essa da quantidade de links de reunião. Muitos memes rolaram sobre isso. Realmente, é muito encontro virtual. Em todo caso, que bom que eles funcionam. Há quem diga que nunca mais fará reuniões presenciais desnecessárias (tomara!); há quem, ao contrário, morra de saudades dos encontros cara a cara, incluindo aquele café sem graça com biscoito duro que ficam sempre numa mesa de canto.
Esta semana, tive duas ou três reuniões desmarcadas. Dá um alívio tão engraçado. No começo, a gente custa a acreditar. Depois vai deixando o corpo levar, sentir aquele prazer de umas horinhas soltas na agenda. E nem tão soltas… logo elas são engolidas por outra coisa qualquer em atraso. Sempre tem.
Só a dentista (presencial) é que eu queria que ficasse no lugar onde está. Vamos torcer.
Festa! O lançamento do livro Da(s) semântica(s) à sala de aula (Mercado de Letras) será na próxima semana, dia primeiro, às 19h30, neste canal do YouTube.
A obra é organizada por Mônica Mano Trindade Ferraz e Thiago Magno de Carvalho Costa, colegas queridos da UFPB. Darei uma palinha no lançamento porque… fiz o prefácio desse livro que aproxima os estudos linguísticos da escola. Vamos?
Desta vez o papo será no X Congresso Internacional de Línguas e Literatura / VI Colóquio do Núcleo de Estudos Hispânicos do CCHL-UESPI / V Seminário de Prática Docente Chão da Escola. O site está aqui, para quem quiser conferir programação e tudo o mais. Minha mesa está aí:
Fiquei toda serelepe quando fui convidada para este evento de novo. O pessoal do campus Contagem é fera demais. A profa. Suelen Érica tem feito um trabalho excepcional de divulgação da linguística. Minha tarefa era delícia: falar de Linguística Aplicada e Multimodalidade. Para assistir à palestra, é só clicar aqui.
Este é meu terceiro livro de crônicas reunidas. É o tipo de coisa que a gente leva anos para fazer e demora a decidir publicar. Crônica vem de grão em grão; não costuma ser num rompante ou num projeto tipo ‘vou escrever um livro inteiro’. São textos breves, aerados, que querem flutuar em vez de cair de pé.
O Doida pra escrever me inscreve também, afinal e enfim, no catálogo da Moinhos, do meu querido amigo Nathan Magalhães, que vem fazendo um incansável e belíssimo trabalho de garimpo e publicação de literatura latino-americana (nós BR incluídos e incluídas!).
Juntei uns seis anos de crônicas do Digestivo Cultural, de novo, e tratei, tratei, costurei, alinhavei, até dar nesse volume de 160 páginas. Tem galhofa e tem seriedade; tem peso e tem leveza. A orelha, pasmem, tá assinada pela maravilhosa Cláudia Tajes, cronista bamba do Rio Grande do Sul. Com o sotaque e o carinho dela, generosa que só.
Vamos ver no que vai dar, que trilhas este livro vai percorrer. Tá no mundo.
No Hoje em Dia, pelo Paulo Henrique Silva, sempre atencioso.
Ele já anda também pelo clube #LeiaMulheres lá de Santa Cruz do Sul, RS. Olha que card bonito.
https://www.youtube.com/watch?v=DH2BlORx2RE
O Agenda, programa de Rede Minas de tv, é um dos pouquíssimos que sempre dá espaço à produção literária. O Doida está lá, com leitura de trechos e tudo.
Matéria de capa do caderno Magazine do jornal O Tempo.
Matéria de quarta capa inteira no caderno Pensar do Estado de Minas.
Na Revista Rubem, que se dedica à crônica e aos/às cronistas, uma resenha e um trecho do livro.
Foi uma imensa alegria fazer a curadoria do projeto lindo do Galpão, com estas poetas maravilhosas. Os vídeos finais aqui estão, mostrando a poeta Ana C. Moura na voz e no corpo da atriz Érika Januza e a poeta e slammer Nívea Sabino pela atriz Fabiana Brasil. Deleitem-se!
Há alguns meses, a equipe sensacional do PLAC (Português como língua de acolhimento), que funciona lindamente no CEFET-MG, me convidou para participar de um encontro de conversação com os alunos, a maioria refugiados no Brasil.
Fiquei feliz em participar. Logo pensei nos livros de autores e autoras contemporâneos que andei lendo recentemente, obras de hoje que tocam nesse assunto tão premente. Escolhi duas, dois livros lançados pela editora Todavia. Os autores são Santiago Amigorena e Isabela Figueiredo.
São obras muito diferentes, de autores de origens diversas, mas que contam histórias impressionantes que ajudam a repensar a humanidade. Acho que vai ser uma conversa boa e deve despertar para estas leituras.
Hoje nosso encontro virtual foi com meu colega (e orientando de doutorado), prof. Aurélio Kubo, falando de roteiros de revisão e avaliação com uso de tecnologias digitais. Ô, como podem facilitar o trabalho árduo e infinito de quem dá aulas de redação! Aurélio deu um show. E está tudo na página do projeto no YouTube.