Este volume é uma reunião de contos breves publicado pela Jovens Escribas, de Natal, RN, em 2015, a partir da reunião de textos que eu escrevia no blog Estante de Livros, que alimentei entre 2002 e 2004. Amarrados pelo tema da violência e das mulheres, os contos se resolvem em algumas linhas.
Orelha de Sérgio Fantini e projeto com muitos pitacos meus, é um livro pouco notado. O título foi sugerido, sem querer, pelo escritor e amigo Fantini.
Em 2013, nova reunião de crônicas do Digestivo Cultural, agora num livro temático: livros, leituras e outros paraísos.
Meus segredos com Capitu foi adotado em escolas, teve duas edições e foi semifinalista do prêmio Portugal Telecom em 2014 (atual Oceanos). Uma de suas crônicas ganhou um concurso da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
A editora continua de pé. Os livros podem ser encontrados na Estante Virtual.
Quando completei dez anos escrevendo crônicas para a revista eletrônica Digestivo Cultural, resolvi comemorar. O contato com Carlos Fialho, editor da maravilhosa Jovens Escribas, de Natal, RN, rendeu a produção de vários livros e eventos. Este volume é uma reunião de crônicas de temas gerais e teve duas edições, sendo a primeira de 2012. Desenho de capa do quadrinista Guga Schultze.
Este é um dossiê produzido para os Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación, n. 107, em 2020, numa parceria com duas colegas argentinas, as professoras Ivana Mihal (Unsam) e a professora Daniela Szpilbarg (Conicet), para a Universidad de Palermo.
Em julho de 2020, nosso dossiê foi apresentado num colóquio da Universidad de Palermo, com a presença virtual da maioria dos/as autores/as, além das organizadoras.
O volume 15, n. 2, 2019 da revista Texto Digital foi organizado por mim e pela queridíssima professora Carla Coscarelli (UFMG), a partir de um convite dos editores do periódico. Juntamos um belo time de pesquisadores.
O dossiê da Educação em Revista (UFMG) v. 26, n. 3, de dezembro de 2010 foi organizado por mim e pelo professor Marcelo Buzato (Unicamp), a partir de nosso contato no 3o Encontro Nacional sobre Hipertexto, que organizei no CEFET-MG, com apoio da UFMG e de outras instituições.
Este é um projeto muito especial. A convite do Wallison Gontijo e da Elza Silveira, editores da Impressões de Minas (editora e gráfica), passei alguns meses bolando algo que pudesse amarrar poesia e o projeto de um livro tátil, quase objeto, quase artesanal. Diante da exclamação do meu filho sobre dicionários, veio a ideia: um dicionário de imprecisões.
Desatei então a escrever poemas-verbetes. Avisei aos editores e passamos a pensar o projeto: tamanho, cores, papeis especiais, ilustração, relevo. Um livro que não existe só em pdf ou que faz muita diferença, ao existir concretamente. Um livro quase “infotografável”.
O Dicionário viaja pelo país e pode ser encontrado em diversas livrarias, Brasil afora. Também está à venda pelo site da Impressões de Minas.
A história deste livro começa bem antes da forma que ele tomou. Primeiro, veio a ideia de escrever poemas que respondessem aos álbuns de fotografias de família, objetos abundantes em minha casa. Depois, o original, mantido em segredo, foi enviado a um prêmio literário nacional, o Cidade de Manaus. Com a obra premiada, pensei que ainda não havia sido editada por uma mulher, que falha! Fui então atrás de Maíra Nassif, editora da Relicário, uma das casas mais interessantes e cuidadosas destes tempos. Eu já conhecia Maíra de outras oportunidades.
Passamos então a tratar da edição, que teve muitas possibilidades de capa, até chegarmos a esta, com uma foto minha quando criança. O livro está em segunda edição e pode ser encontrado na loja da editora, além de livrarias em várias cidades do país.
Álbum tem projeto de Caroline Gischewski, revisão de Sérgio Karam e texto de orelha do professor e escritor Luis Alberto Brandão.
“Poeminhas e melodias” é o subtítulo deste livro, produzido sob encomenda para a editora RHJ, de Belo Horizonte, com o objetivo de chegar ao público jovem. Teve belo projeto de Guili Seara, acabamento delicado e uma curiosidade: o texto de apresentação foi produzido pelo meu filho, Eduardo, que tinha então 11 anos.
Os versos de Por um triz são, em parte, poemas de meu primeiro livro (Poesinha, 1997) e, também, poemas feitos exclusivamente para este livro, que está disponível para venda. Ele tem sido adotado em algumas escolas e foi comprado em edital do governo do estado de São Paulo, em 2019-2020.