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Fresta por onde olhar

Terceiro livro de poemas, Fresta por onde olhar teve outros nomes e outras formas. Talvez tenha sido meu livro mais dialogado, dadas as interlocuções que tive no caminho de publicação.

Poetas como Bruno Brum e Ricardo Aleixo trocaram ideias comigo, até que decidi por publicar sozinha, em autoedição disfarçada pelo selo InterDitado. O projeto mistura ideias minhas, da minha irmã (Ana Cristina), do Bruno e do Alfredo. Considero, até hoje, um livro coeso e que explicita minha dicção.

Orelha com textos de imprensa; prefácio do jornalista e escritor Fabrício Marques. Lançamento no Café com Letras, em BH, depois de seis anos sem publicar livros de poesia. É deste Fresta o poema Ciuminho Básico, que me causaria problemas em 2014! Aqui, ele aparece em versão “amaciada”.

O Tempo dá notícia de participação na Bienal de MG.

O blog do Mesquita publicou um poema avulso.

Artigo acadêmico na revista Fórum Identidades menciona minha poesia e a ironia.

Leituras em trabalho escolar
Rondon Marques lê

Estudo do crítico Rafael Fava Belúzio sobre minha poética, a partir dos livros Fresta por onde olhar, Anzol de pescar infernos e Xadrez, na revista Falas Breves (UFPA).

Perversa

Lançado em 2002, o livro fez parte do catálogo da legendária editora independente Ciência do Acidente, do escritor Joca Reiners Terron. No catálogo, diversos poetas contemporâneos, a maioria absoluta homens.

Projeto e capa de Joca Terron; texto de orelha de Luiz Roberto Guedes. Lançamentos em BH e em São Paulo. Notinhas em jornais e revistas. Este segundo livro, já atravessado pela existência da internet, do e-mail e dos blogs, me lançou em uma rede intelectual mais ampla, fora de Belo Horizonte.

Folha de Londrina noticia o lançamento.

Revista TPM dá uma nota.

Agência Minas Gerais noticia participação no projeto Terças Poéticas, no Palácio das Artes.

Poesinha

Livro de poemas na coleção Poesia Orbital, Belo Horizonte, 1997, no centenário da capital mineira. Lançamento na Casa do Centenário (Conservatório de Música da UFMG).

Sobre essa coleção saíram notícias de jornal. Até hoje ela é lembrada como um projeto importante, organizado pelo poeta Marcelo Dolabela (in memoriam) e pela designer Glória Campos, num coletivo formado por outros tantos poetas mineiros. Foi meu livro de estreia na literatura e a ponte foi feita pela poeta e jornalista Luciana Tonelli.

Texto de orelha da profa. Myriam Ávila. Seleção dos poemas com a colaboração da poeta Laís Corrêa de Araújo.

Entrevista com Carla Coscarelli

Entrevista a mim concedida pela profa. Carla Coscarelli para a revista Presença Pedagógica, 2017.

Leitura e ensino: por avaliações que levem (mesmo) os ambientes digitais em consideração

Artigo na revista Texto Digital, UFSC, v. 15, 2020. O dossiê foi composto na parceria com Carla Coscarelli.

Editora Mulheres, Zahidé Muzart e um caso relevante de edição de livros no Brasil

Artigo na revista Letrônica, PUC RS, em dossiê específico, v. 13, 2020. Coautoria com o querido pesquisador Sérgio Karam.

Coleções de livros de bolso no Brasil: notas sobre a Biblioteca Universal Popular

Artigo na revista argentina Palabra Clave, La Plata, em dossiê específico, v. 9, 2020. Coautoria com o querido pesquisador Sérgio Karam.

Mulheres na edição: o caso de Tânia Diniz e o mural Mulheres Emergentes

Artigo em dossiê dos Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicacion, Universidad de Palermo, Buenos Aires, v. 23, 2020.

Introducción: editoras y autorías, las mujeres en el mundo editorial latinoamericano

Apresentação a dossiê nos Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación, Universidad de Palermo, Buenos Aires, v. 23, 2020. Coautoria e parceria com as pesquisadoras argentinas Ivana Mihal e Daniela Szpilbarg.

Publicar mulheres: três coleções de escritoras estrangeiras no Brasil

Artigo na revista Amoxtli, Chile, v. 2, 2019. Coautoria com o querido pesquisador Sérgio Karam.

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Ana Elisa • 2020