Na semana pré-eleições (ainnn), o jeito é trabalhar muito e falar para algumas plateias bem especiais. O primeiro encontro virtual foi a convite do IFF (assista!), numa conversa com a Júlia Riguetta; o segundo será com o pessoal da UFR; e o terceiro, na UFRN (V Encontro de Práticas Educativas Digitais). Na verdade, há sempre mais de uma instituição promovendo as coisas. Em todos os casos, o tema é a educação.
Para assistir ao evento do IFF.
Para assistir ao papo sobre o profissional de Letras na UFR.
Por estas semanas, participei de uma série de defesas de mestrado e doutorado, em diversas instituições. Algumas delas foram de orientandos e orientandas meus, com quem tive a alegria de colaborar. Que voem alto!
Acaba de sair o e-b0okTermos e ações didáticas sobre cultura escrita digital, organizado pelas colegas Mônica Araújo, Isabel Frade e Ludymilla Morais, vinculadas à Faculdade de Educação da UFMG (Ceale, Nepced), e publicado pela UFMG/FAE.
Uma maravilha fazer parte desta publicação tão relevante e informativa. Vale muito baixar aqui (só clicar ali, ó).
Muitos e muitas colegas estão envolvidos/as neste trabalho. Três verbetes ficaram a meu cargo, com coautoras maravilhosas: Texto multimodal; Navegação (com Ana Elisa Novais); e Escrita digital (com Luana Cruz). Não é uma alegria ter um material destes à disposição?
Demorei a me decidir, mas afinal, junto com uma grande parceira, resolvi participar do Congresso Nacional da Intercom, em João Pessoa, depois de alguns anos sem ir. O grupo de pesquisa é o de sempre: Produção Editorial. São anos e anos junto desse grupo gostoso e acolhedor, mesmo sem participar de todos os encontros. O intervalo foi necessário.
Agora, foram vários elementos que se somaram para me animar ainda mais: a cidade de João Pessoa (onde passei meu aniversário em 2018), as queridas colegas que assumiram a coordenação do GP (Isabel Travancas, da UFRJ, e Marília Barcellos, da UFSM) e a possibilidade de dividir a autoria com a Renata Moreira (CEFET-MG).
Nosso trabalho, que aborda nossas pesquisas sobre mulheres na edição, já pode ser lido aqui. Na próxima semana, vamos apresentá-lo e teremos oportunidade de debate, coisa que sempre foi diferenciadora nesse GP.
O prazo para submissão de trabalhos ao V Fórum Nacional de Revisão de Textos foi prorrogado. Vale espiar as condições, em especial as tecnológicas e de transmissão do evento, que tem opção presencial ou virtual. Bora? O site é este.
Lido, baixado, baixado mas não lido, lido de todo jeito, não importa. Dias atrás, recebi um e-mail muito legal do presidente da Abralin, o prof. Miguel Oliveira Jr., dizendo que meu artigo nos Cadernos de Linguísticaé o mais lido/baixado da revista. Recebi os parabéns por isso, até porque se trata de um periódico científico com textos de muita gente boa e renomada. Bem, talvez meu tema tenha chamado a atenção, em especial durante a pandemia.
Fica aqui meu agradecimento a todos e todas que baixaram e leram esse texto, cheio da minha mais honesta indignação/emoção. E a quem citou, mais agradecimento ainda. Que venham tempos melhores para a nossa educação.
Sim, para um grupo de estudos/pesquisas, é tempo. É nadar sempre contra a corrente. As condições para pesquisadoras/es por aqui são risíveis. A gente até reclama, mas não adianta. O negócio é mesmo trabalhar e enfrentar. E vimos fazendo isso desde 2018, em trio – eu, Renata e Rosário. Tivemos um projeto aprovado na Fapemig e daí em diante achamos fôlego para começar e manter. Lutamos todos os dias por isso. Vamos conseguindo.
Hoje, tivemos a bela conferência da profa. Luciana Borges, da UFCAT, na celebração de nossos 3 anos. Foi lindo. A fala dela foi certeira, conectando Hilda Hilst e edição. Vale ver.
Nesta semana, o encontro é com colegas da América Latina para trocarmos leituras e impressões sobre nossos textos num livro futuro que tem como tema o Estado editor. Isso dá pano para manga, mas resolvi tratar de três editoras ligadas a diferentes estados da federação brasileira, todas muito importantes e longevas: a CEPE, a BPP e a Imprensa Graciliano Ramos, respectivamente em Pernambuco, no Paraná e em Alagoas. Nosso encontro começou nesta quinta e seguirá pela sexta-feira, a fim de nos conectar mais e aperfeiçoarmos nossos capítulos.
Carla C0scarelli (UFMG) e eu vivemos nos convidando para coisas legais que fazemos ou planejamos fazer. Desta vez, ela me fez um convite lindo para escrever um capítulo no livro do prof. Yonty Friesem, que saiu pela Routledge, uma grande editora de obras acadêmicas.
Aí está o livro, já à venda e com alguns eventos de lançamento marcados. O impresso e o digital podem ser adquiridos aqui, embora os preços em dólar sejam impeditivos para nós, cá no Sul.
Logo teremos notícias sobre algum bate-papo entre os professores brasileiros que têm capítulos neste Handbook, em português. Que possamos dialogar aqui e alhures.
O canal do Marcelo Batalha é impressionante. Em três anos de projeto, ele entrevistou mais de 100 figuras literárias do Brasil, incluindo nomes muito conhecidos. Fiquei feliz quando o convite dele veio, meses atrás. Fomos ajeitando nossas agendas e pá, deu. Nesta sexta, 12 de agosto, tivemos nosso papo de quase 2h sobre leitura, escrita, publicação, poesia, prosa, edição de livros, militância literária. Duas figuras lindas fizeram vídeos sobre mim e meu trabalho: Adriane Garcia e Kaio Carmona. Foi muito especial. Se alguém ainda quiser espiar, tá aqui: