Semana apertada, mas prazerosa. Além das reuniões com o conselho do prêmio Jabuti e das aulas síncronas de fim de semestre (sim, nosso 2020 só terminará agora…), a semana outonal será de bate-papo com o pessoal do PPG de Educação da Universidade Estadual do Ceará (UECE), de visitas ilustres em aulas e de idinha aos correios. Finalizo também o curso sobre letramentos na Biblioteca Mário de Andrade. Uma bela experiência.
Ah, uma coisa bacana da semana: o edital de disciplinas especiais (isoladas) do Posling CEFET-MG está aberto. Os prazos são curtinhos, mas dá tempo de ver as disciplinas ofertadas e correr lá para pedir um deferimento.
Eu e a profa. Dorotea Kersch (Unisinos) vamos oferecer um crédito sobre multiletramentos. Não é legal? Coisas do ensino remoto.
O convite do Centro Cultural Brasil Peru não poderia ser mais mineiro: falar de literatura e café. O pão de queijo se somou à conversa em seguida. Estou aqui na pesquisa sobre essa especificidade. Bora pro papo? Atenção ao fuso horário em Brasília e em Lima.
As Edições Relicário e A Capivara convidam para o bate-papo animado da terça-feira, pelo canal do YouTube da querida editora mineira. A mediação é da Michelle Strzoda, que deslocará a mim e ao Leonardo Villa-Forte de nossas zonas de conforto.
A revista InComunidade, de Portugal, saiu hoje com matéria sobre a antologia20 contos sobre a pandemia de 2020, organizada no ano passado pelo jornalista e escritor Rogério Tavares (editora Autêntica). O trecho selecionado é do meu conto, mas é sempre legal ver a íntegra.
Na semana passada, eu e a querida escritora, professora e mestranda Amanda Ribeiro Barbosa apresentamos um trabalho brincante sobre o livro Poemas de brinquedo, de Álvaro Andrade Garcia et al. (editora Peirópolis), no Congresso Internacional de Arte, Ciência e Tecnologia (UEMG). Foi legal e estamos aguardando ansiosamente pela publicação do texto nos anais. Nosso papo foi ‘com quantos adjetivos se faz um livro no século XXI’. Para ver a apresentação, é só dar um pulo no canal do evento no YouTube.
O Pensar Jovem, Fazer Sentido, programa de extensão muito bacana que envolve o CEFET-MG, me convidou pra um papo rápido, via Discord, na Rádio UFMG Educativa. O assunto foi os desafios da mulher na ciência. Eu e uma turma boa estivemos lá.
O mesmo assunto vai rolar com mais vagar numa live na quarta, dia 31 de março, no perfil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). E sempre há o que dizer sobre esta vida de pesquisadora! Olha que legal a notícia no site.
Nossos encontros de 2021 já começaram. Neste março, foi a vez de conversar com a poeta, tradutora e editora Lubi Prates, autora, entre outros, de Um corpo negro (Nosotros). Ela aceitou nosso convite para um papo à tardinha, e foi lindíssimo.
As peças dos encontros 14, 15 e 16 ficam para o registro aqui: lendo Eurídice Figueiredo, María Lugones e Lubi Prates.
Esta lindeza é o livro lançado em 2021 pela RHJ, editora de BH, pela qual já tenho outros livros infantis, juvenis e técnicos.
O caso aqui é o de uma adaptação muito atrevida de uma das peças mais famosas do mundo. Precisa dizer qual? Shakespeare que me perdoe, mas…
O livro foi uma ideia meio encomendada pela editora, que vem apostando em meus delírios tradutórios. Comecei a escrever em 2019, iniciamos a produção do livro em 2020, a pandemia suspendeu os trabalhos, mas voltamos com a carga total para lançar em 2021. Chegamos!
A ideia foi recontarRomeu e Julieta, só que com as tecnologias digitais atuais, o que gera situações engraçadas e inverossímeis, inclusive. Se a história é muito conhecida (e nem tem graça dar spoiler), o jeito de contar não é. O tcham aqui é o como esse texto é refeito, pensando numa linguagem bem contemporânea.
É Shakespeare, mas com cutucadas em Vannevar Bush, Ted Nelson, Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg e outros malucos que mudaram nosso jeito de estar no mundo, nos cem anos mais recentes.
Design dos irmãos Marconi e Marcelo Drummond, posfácio da escritora Maria Valéria Rezende, paratextos para professores de Renata Amaral (CP UFMG) e ajudinha luxuosa do meu filho, o Dudu.
Comprado pela Prefeitura de São Paulo e aprovado no PNLD em 2021/22. Manual de apoio ao professor disponível aqui.
Participação com destaque na Bienal do Livro de Minas Gerais, em maio de 2022. Tem matéria em jornal e muitos posts em redes sociais. O estande ficou muito interativo e as pessoas participaram bastante. Uma alegria!
Ninguém menos que Marisa Lajolo rasgando elogios à nossa versão em palestra na Academia Brasileira de Letras. Assista à palestra e veja lá pelos 40 minutos:
Para minha alegria, a profa. Cida Martins, pós-graduanda no nosso Posling CEFET-MG, apresentou uma fala muito propositiva e sugestiva sobre R&J num evento do grupo Infortec, o II Encontro da Escola Mineira de Complexidade em LA. Vejam só:
O livro vem sendo adotado em muitas escolas. Em março de 2024, estive virtualmente com os adolescentes do Instituto Educacional Castro Alves, em Ibirité, MG, alunos e alunas da profa. Pollyana Armanelli. Muito bem preparados por ela, tivemos um papo proveitoso sobre o livro e pude contar muito do processo de escrita dele. Outras escolas sempre vêm falar comigo e nem sempre consigo atender, mas tento o máximo que posso. Sou professora também, né…
Em 2024, vai ser a vez de o Centro Pedagógico da UFMG fazer um trabalho legal com o livro. A profa. Renata Amaral já anunciou as atividades. A notícia saiu no site do CP.
Quase tive um treco quando recebi, na sexta-feira, 19, exemplares do novo livro, o Romieta e Julieu – tecnotragédia amorosa, que acaba de sair pela editora mineira RHJ. Brincando, brincando, já são vários livros com eles. E este foi uma experiência à parte. Tá aqui pra comprar!
Vou contar tudo hoje, no lançamento na Bienal Mineira, pelo Instagram. O papo será com minha querida e sabida colega, profa. Renata Moreira.