Semana cheia e produtiva, ouvindo pessoas que eu não conhecia e aprendendo muito. É preciso pôr a cara para fora da janela, sempre. Desta vez, participei de uma mesa sobre edição na pandemia, em um evento da Universidade Federal do Espírito Santo, com colegas de vários lugares.
Na mesma semana, participei de uma jornada de história intelectual na Universidad de Antióquia, em Medellín, e de um ciclo virtual do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe (CERLALC) e do Ministério da Cultura da Colômbia. Nos dois casos, a ideia foi tratar das editoras brasileiras, digo, as mulheres que editam. E nos dois casos foi honroso e interessante. O primeiro evento era uma mesa com colegas de outros países. Aprendi muito, como sempre. O segundo era uma conferência solo, mas que também foi leve e produtiva para mim. Espero que tenha sido para quem assistiu. Estou feliz com estes convites.
Neste outubro de 2022, saiu a coletânea Un hilo de tinta recorre América Latina, organizado pela profa. Marina Garone Gravier (UNAM). Participo com um capítulo breve sobre o livro e a edição no Brasil. Um risco, claro.
A obra saiu pela prestigiosa editora argentina Eduvim (Villa María) e contou com a colaboração de colegas de vários países. É uma bela contribuição ao tema. A aventura para conseguir meu exemplar é outra história! Para comprar, é clicar.
Resenha de Maria do Rosário Alves Pereira na revista Gutenberg (UFSM).
Resenha de Renata Moreira no revista Dispositiva (PUC Minas/UFMG).
Booktrailer Eduvim para lançamentos latino-americanos.
É tão bonito ver o que esses livros viajam, como voam, como se van de mano con los autores y las autoras, como criam misturas, a começar pela lengua que hablamos e como nutrem novos laços de trabalho e afeto. Mais um lançamento de Un hilo de tinta…, em dezembro de 2023, em Buenos Aires:
Foram três semanas de estudos e conexões em Córdoba, depois uma passadinha na capital argentina. Feira do livro, palestras, bate-papos, editores e editoras, livros, muitos livros. Valeu o investimento. Grata à Fapemig pelo fomento para que esta estância acontecesse.
Demorei a me decidir, mas afinal, junto com uma grande parceira, resolvi participar do Congresso Nacional da Intercom, em João Pessoa, depois de alguns anos sem ir. O grupo de pesquisa é o de sempre: Produção Editorial. São anos e anos junto desse grupo gostoso e acolhedor, mesmo sem participar de todos os encontros. O intervalo foi necessário.
Agora, foram vários elementos que se somaram para me animar ainda mais: a cidade de João Pessoa (onde passei meu aniversário em 2018), as queridas colegas que assumiram a coordenação do GP (Isabel Travancas, da UFRJ, e Marília Barcellos, da UFSM) e a possibilidade de dividir a autoria com a Renata Moreira (CEFET-MG).
Nosso trabalho, que aborda nossas pesquisas sobre mulheres na edição, já pode ser lido aqui. Na próxima semana, vamos apresentá-lo e teremos oportunidade de debate, coisa que sempre foi diferenciadora nesse GP.
O prazo para submissão de trabalhos ao V Fórum Nacional de Revisão de Textos foi prorrogado. Vale espiar as condições, em especial as tecnológicas e de transmissão do evento, que tem opção presencial ou virtual. Bora? O site é este.
Sim, para um grupo de estudos/pesquisas, é tempo. É nadar sempre contra a corrente. As condições para pesquisadoras/es por aqui são risíveis. A gente até reclama, mas não adianta. O negócio é mesmo trabalhar e enfrentar. E vimos fazendo isso desde 2018, em trio – eu, Renata e Rosário. Tivemos um projeto aprovado na Fapemig e daí em diante achamos fôlego para começar e manter. Lutamos todos os dias por isso. Vamos conseguindo.
Hoje, tivemos a bela conferência da profa. Luciana Borges, da UFCAT, na celebração de nossos 3 anos. Foi lindo. A fala dela foi certeira, conectando Hilda Hilst e edição. Vale ver.
Nesta semana, o encontro é com colegas da América Latina para trocarmos leituras e impressões sobre nossos textos num livro futuro que tem como tema o Estado editor. Isso dá pano para manga, mas resolvi tratar de três editoras ligadas a diferentes estados da federação brasileira, todas muito importantes e longevas: a CEPE, a BPP e a Imprensa Graciliano Ramos, respectivamente em Pernambuco, no Paraná e em Alagoas. Nosso encontro começou nesta quinta e seguirá pela sexta-feira, a fim de nos conectar mais e aperfeiçoarmos nossos capítulos.
O Batendo Prova é um podcast dedicado aos temas da edição/editoração. Foi muito legal receber o convite para participar lá, falar abertamente de livros, de pesquisa, de mulheres na edição e de assuntos mais miúdos, que dizem respeito ao dia a dia do nosso trabalho e da nossa vida. Para espiar/ouvir, é só clicar ali em cima. Ai, sempre acho que falei algo que não devia. Relevem.
Tive a alegria de participar da Bienal do Livro de MG de várias maneiras, quase todas como autora. Uma das atividades foi um bate-papo com o presidente da Academia Mineira de Letras, o escritor e jornalista Rogério Tavares. O evento foi gravado e está agora disponível no YT. É por aqui: