Há alguns meses, recebi um convite do Sesc Avenida Paulista para participar de um projeto chamado Poema a 3, em que um(a) poeta, um(a) músico(a) e um(a) videomaker produziriam uma peça juntos. Cá está nossa trinca: eu, Tulipa Ruiz e Filipe Franco.
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Há várias semanas estamos preparando esta live pelo perfil da Autêntica, mediada pelo querido Rogério Tavares, atual presidente da Academia Mineira de Letras, organizador do livro 20 contos sobre a pandemia de 2020.
O papo foi pelo Instagram, nesta sexta-feira, e rendeu! Vejam aqui no Instagram.
Na revista InComunidade, mais uma matéria, com direito a trecho do meu conto. Março de 2021.
Como escreve… é um projeto de José Nunes, de Brasília, que tem mantido um extenso acervo de entrevistas breves com pessoas que escrevem por este Brasil afora e adentro. É a segunda vez que participo e sempre acho muito legais as provocações do entrevistador. Deem-me a honra, por favor.
Na semana que entra, o papo será sobre poesia, com escritores e escritoras de várias partes, numa mesa virtual da 18 FLIP. O convite me foi feito pela Monica, da Livraria da Tarde, em São Paulo, que ainda hei de visitar pessoalmente. No mesmo dia, às 14h há uma mesa sobre as livrarias e às 16h, outra com uma boa turma de booktubers.



Quem quiser pode assistir por aqui, ó:
Neste janeirão ainda pandêmico de 2021, estreei minhas crônicas no jornal Rascunho, um dos mais conhecidos e longevos periódicos dedicados à literatura no Brasil. É editado em Curitiba, por Rogério Pereira, e vou escrever toda segunda terça-feira de cada mês, entre vários/as outros/as colegas cronistas, de várias partes do país. Foi um convite que aceitei serelepemente.
Aqui está o texto inaugural… sobre futebol (!). E logo virão outros.
Há algumas semanas, a editora Cecília Castro me enviou perguntas provocativas feitas pela pesquisadora Lorrany Mota (CEFET-MG). A ideia era uma entrevista para o novo site da Luas, editora de projeto feminista que Cecília conduz com paixão.

Aqui está o papo, com links para algumas indicações.
Há alguns meses, recebi um contato do decano da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, no Peru, a respeito de um recital de poesia na abertura do semestre por lá. Claro que topei, mesmo antes de saber bem o que era. E é assim mesmo que sempre funcionou.
A festa está armada, marcada. Infelizmente, será virtual. Esta é uma das poucas coisas que ainda me fazem sentir alguma nostalgia dos tempos pré-pandêmicos. Poucas. Raras.
Seremos 4 poetas de países diversos a ler poesia e falar sobre ela, rapidamente, num evento pelo Meet. Aqui está o convite e eu vou aqui fazendo minha seleção. Gosto de figurar entre as latino-americanas, saindo do meu espaço de “local”, local demais, excessivamente. E gosto que a poesia produza esse efeito.
Ah, 19h lá são 21h aqui.

A Academia Mineira de Letras tem sempre novidades e convites bonitos. Desta vez, pediram que eu selecionasse alguns poemas de poetas brasileiros/as cujo tema fosse o Natal, o Ano Novo, etc. Deu trabalho porque eu quis realmente procurar nos meus livros. Deixei a internet de lado. E aí deu nisto: um vídeo de leituras do qual participam pessoas queridas, numa mensagem de alegria, esperança e fé.
Hoje é o lançamento virtual de um livro belíssimo. A obra foi organizada por três colegas dedicadíssimas ao tema do livro e das bibliotecas: Cleide Fernandes, Fabíola Farias e Maria da Conceição Carvalho. É também um presente pelo aniversário de Belo Horizonte, esta cidade charmosa.

Que alegria participar, dar meu depoimento, provocada pelas perguntas da Conceição. Sempre gosto de me lembrar de minha trajetória de leitora e escritora.
A transmissão será aqui.
O livro pode ser baixado. Mesmo a versão impressa vem sendo distribuída.
Matéria no jornal O Tempo.
Este ano, fizemos um planner com 12 poetas convidados/as, de várias partes do Brasil, e 12 poemas metalinguísticos. A ilustração ficou a cargo do querido urban sketcher Alexandre Jr. A Impressões de Minas caprichou, de novo. E eu fico que nem pinto no lixo.
Já expliquei o que é planner no Intagram, mas não custa repetir: nem agenda nem calendário; é mais que este e menos que aquela. É mais prático e mais gráfico. E no nosso vem poesia, claro. Pra comprar e dar de presente, fica a dica em forma de link.
Nossa coleção de cards de divulgação:



