É a segunda vez que participo do júri do Prêmio Oceanos, o maior da literatura contemporânea de língua portuguesa. Dá um trabalho danado, mas é legal ver como as coisas andam. Li poesia e crônica. Vamos ver o que vem aí.

É a segunda vez que participo do júri do Prêmio Oceanos, o maior da literatura contemporânea de língua portuguesa. Dá um trabalho danado, mas é legal ver como as coisas andam. Li poesia e crônica. Vamos ver o que vem aí.

Saiu hoje, no Notícias Gerais, de São João del-Rei, no Espaço Arteletra, uma amostra dos meus dois livros mais recentes de poesia. Ficou uma edição bem legal. E estou grata pelo convite!

Hoje, às 17h30, teve papo sobre leitura e livros no programa Brasil das Gerais, na Rede Minas. Dei vários pitacos.
Hoje! Vamos tratar deste tema importante e incontornável na vida acadêmica. Será transmitido pelo YouTube, neste link. Bora lá?

E quem quiser assistir, ficou gravado! Aqui vai, ó.

Há 15 anos, ajudei a por de pé a especialização em Revisão de Textos da PUC Minas. Atuei durante vários anos, saí. Agora, ela tem uma oferta atualizada. Tive a alegria de ajudar também. Vale a pena. Inscrições abertas ainda.
Um dos filmes a que assisti durante a pandemia foi Massao Ohno – Editor por Editor, dirigido pela Juliana Kase, em 2018. É um documentário sensível sobre um editor que tinha assinatura, o Massao Ohno. O catálogo dele é impressionante, inclui Hilda Hilst e outros, como sabemos, mas é muito legal ver como ele pensava cada livro. Bom, as coisas acontecem no documentário a partir da abertura das caixas com o acervo dele. Várias pessoas foram convidadas a lidar com essa rica documentação, entre elas o sensacional editor Jiro Takahashi.
No dia em que eu vi, o filme estava aberto por alguns dias. Agora está fechado de novo, mas é possível ver o trailer.
Nesta terceira semana de agosto, plena pandemia, sem data pra acabar, serão dois compromissos, um na Bahia e outro em Pernambuco, com colegas queridos/as e sem sair de casa. Vamos participar?


O papo sobre playlists foi divertido e está aqui.
A grande conversa sobre escrever na universidade também foi massa.
Foi ao ar hoje a crônica da Revista Pessoa. Ela fica aberta por 24h e, depois, só para assinantes. Vamos aproveitar?
Dias 12 e 14 de agosto, das 16h às 18h, rolou nossa oficina Escreva com(o) uma mulher, oferecida gratuitamente, no âmbito do projeto e grupo de pesquisa Mulheres na Edição (CEFET-MG).
Minha ideia foi oferecer uma oficina de escrita literária inspirada no conto de outra escritora, a argentino-brasileira Paloma Vidal. A partir da leitura comentada desse texto, as inscritas puderam escrever os seus, o que aconteceu com muito empenho e sucesso.

O encontro aconteceu virtualmente, pela plataforma RNP. Ofereci 12 vagas, mas tivemos 63 interessadas, de todas as partes do país. No fim, éramos 14, com promessas de que eu reofertasse a oficina, qualquer hora dessas. Acho que vale a pena!
Do nosso papo, saíram contos impressionantes, que serão compilados em um livro eletrônico, para breve.
Acaba de sair na revista CULT a entrevista fantástica que um time de pessoas, a convite do poeta e crítico Tarso de Melo, fez com a escritora, crítica e professora Maria Esther Maciel. Como negar um convite desses? Contribuí com minha pergunta sobre os trânsitos da Maria Esther pelos gêneros literários. Acho fantástico. Uma honra participar desta conversa sobre a produção dela, que foi minha professora na graduação da UFMG e que sempre me inspirou.
Ana Elisa • 2020