A semana que passou foi de encerramentos e bate-papos. Fui de BH a Lima (Peru), sem deixar de zanzar também por São Paulo capital e Rio, com pulinho em Fortaleza. Coisas que só a telepresença permite. Nesse sentido, as redes podem se espalhar muito e mesmo se firmar. Quem duvida?

Meu “chefe” me ligou pedindo informações do meu Lattes para a Plataforma Sucupira, aquela treta enorme da Capes, e disse assim: “menina! Você não saiu de casa nesta pandemia, mas rodou o Brasil inteiro!”. Pois é. Falei com todo mundo que pude. E destaque pro Nordeste, que cuidou muito de mim.

Finalizei o curso gratuito da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Foi um convite que me alegrou muito e que atendi me sentindo honrada. Quatro semanas de papo com colegas do país inteiro, sempre falando de letramentos e tecnologias, assunto que dorme e acorda comigo há tempos. E como me senti respeitada! Espero que todos e todas ali tenham se sentido também.

Meu livro novo, o Multimodalidade, textos e tecnologias, pela Parábola, está circulando. E bastante! Trabalho lindo dessa editora que sempre foi uma espécie de sonho e target para mim. Onde uma linguista pode querer estar? E como me sinto, de novo, respeitada e bem tratada. Vai, livro, ser match na vida.

Além das reuniões do Jabuti (a da semana foi com uma comissão ligada à diretoria), rolaram também uns papos aqui e ali e terminei minha curadoria para o Galpão Cine Horto. A tarefa não era fácil: 5 poemas de 5 poetas mineiras. Afemaria! Mas saiu. E 5 bambas! Logo haverá leituras profissionais na roda.

A sexta foi de corre aos Correios com a única finalidade de enviar livros para aqui e acolá. E aquelas comprinhas inescapáveis em supermercado grande. O sábado é de leitura de projetos de mestrado e doutorado que já vão se qualificar. E de autógrafos nos livros que ainda seguirão pelos Correios.

A semana que vem… guarda outras miudezas alegres, num cenário tão terrivelmente triste. Tem processo seletivo do Posling, Aula Aberta erótica (!), textos daqui e dali, bate-papos com colegas e estudantes d’outros cantos, live da lançamento do livro parabólico e… últimas aulas síncronas do semestre (que prefiro chamar de encontros porque só fazem sentido porque compartilhamos nossas produções). Ufa! Eu ainda vivia 2020, gente! Imagina que coisa esquisita, disco riscado (nem todo mundo entende a expressão, né?). Enfim, vamos andar para frente.

Share and Enjoy !

0Shares
0 0