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Leitura, literatura e mídias

Para a semana temos vários eventos, um deles é o maravilhoso Simpósio Internacional de Leitura, Literatura e Mídias, promovido pela Unisc, no Rio Grande do Sul. Atendi ao convite da querida professora Ana Cláudia Munari, amiga há tempos, para participar de uma mesa com ninguém menos do que minha diva Carla Coscarelli, da UFMG. Quem não iria?

Para completar, eu soube que o Doida pra escrever (Moinhos, 2021), meu volume novo de crônicas, será lido pelo clube #leiamulheres de lá.

O link para detalhes do evento é este.

Prezada editora,

Assim mesmo, com vírgula, é o título do livro que organizamos eu, Rosário e Renata, professoras e pesquisadores do CEFET-MG, coordenadoras do grupo de estudos Mulheres na Edição e da pesquisa quase homônima fomentada pela Fapemig.

O livro é parte da coleção Pensar Edição, que dirijo com Nathan Magalhães e Pablo Guimarães, respectivamente editores das casas Moinhos e Contafios, que fazem a dobradinha que põe de pé estes livros.

Reunimos aqui sete pesquisadoras que trabalham com nove mulheres que editaram e editam no Brasil.

Para adquirir o livro, é clicar nos sites das editoras (abaixo) ou mesmo em livrarias conhecidas. Há versões impressa e digital.

Moinhos

Contafios

Algumas matérias bacanas saíram sobre o Prezada editora,:

Na Folha de S.Paulo.

No jornal O Tempo.

No portal PublishNews.

Reedições e alegrias reiteradas

Recebi, recentemente, mais cotas de novas impressões de dois dos meus livros de poesia: Álbum e Dicionário de Imprecisões. Em ambos estão registradas as edições e a quantidade de reimpressões, que passa da segunda, nos dois casos. Chega a ser curioso.

No caso do Álbum, publicado pela maravilhosa Relicário Edições em 2018, a reimpressão deu uma ajustada nos contrastes da capa e nenhuma outra mudança. O livro parece seguir firme, naquele comportamento ‘sempre em frente’ dos livros que fazem seu caminho. É uma alegria quando a editora percebe e aposta na necessidade de reimpressão.

O Dicionário de Imprecisões é mais curioso porque uma impressão nunca é idêntica à outra. Como ele é feito com papéis e cores especiais, há sempre alguma diferença de tom, de falha, de mordida do clichê, de textura da capa, de corte. A edição mais recente tem um papel de capa mais liso do que a anterior, embora também meio cintilante. Isso tudo é uma característica muito peculiar e interessante da Impressões de Minas, que vem, cada vez mais, se especializando nessas sensações.

É claro que as tiragens são pequenas. Não estamos falando em tiragens de quatro dígitos. Estamos falando de algumas centenas por vez, o que não é pouco para obras poéticas, estigmatizadas que são no comércio. Aliás, o editor da Impressões vem questionando muito isso, enfrentando, inclusive.

De cá, nunca pensei em tiragens repetidas de livros de poesia meus. Sempre pensei neles como uma oferta que se esgota e pronto. Nunca mais. Foi o que fiz com os títulos anteriores, sem remorso algum. De uns anos para cá, tenho vivido essa alegria curiosa das novas tiragens, geralmente notícias dadas pelos editores com confiança renovada. Minha e deles. Viva a poesia, viva a edição de poesia, viva quem edita poesia neste país.

Leitura digital no Cealecast

E vamos nós multimodalmente! Desta vez, o papo é no Cealecast, podcast do Ceale, FAE UFMG, com a profa. Mônica Araújo e com a Carla Coscarelli. O tema é a leitura. Digital também. Para ouvir, é só clicar.

Episódio 1. Leitura digital, leitura impressa.

Episódio 2. Habilidades de leitura, possibilidades de trabalho.

Docência Pandêmica

Primeiro participei de um evento sobre o tema na Unicamp, a convite da profa. Márcia Mendonça, com quem dialogo principalmente via redes sociais. Mas em seguida pintou o convite do capítulo desta obra, lançada hoje. É para baixar gratuitamente! Imperdível. Com textos de vários/as colegas e prefácio da profa. Dorotea Kersch. Bom de enviar de presente também, não? Tá aqui!

Com colegas do IFMT

Ah, quando a rede me chama, eu não tenho dúvida alguma! Olha que legal participar deste evento do IFMT, Cuiabá. Vou encerrar o evento com a conferência “Tecnologias digitais e escola: travessia e resistências”.

Estão saindo algumas matérias na web sobre o evento, destacando a conferência que darei. Ai, que responsa!

Quem quiser assistir, ficou gravado aqui, ó.

No entretê!, de Cuiabá.

No Thyrannus melancholicus.

Italianistas

Não somos italianistas (bem que eu queria… fiz três semestres na Faculdade de Letras da UFMG), mas podemos falar algo sobre materiais didáticos. Vai ser uma alegria estar com estes colegas neste evento. Grata ao convite.

Novo Hamburgo, RS

Há algumas semanas, recebi um convite muito simpático para falar para a rede municipal de educação de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Vai ser muito legal dialogar com colegas de lá sobre este nosso tema.

3 financiamentos coletivos muito bacanas pra apoiar

Não é só caô. Eu realmente fui lá apoiar estes financiamentos. Na verdade, colaboro com dois na forma de apoio (boleto pago) e com um na forma de trabalho. Uma alegria enorme ver esses projetos editoriais de vento em popa. Acho que tem hora que a gente precisa parar de só falar e ir lá pôr a mãozona na massa, se tiver jeito. Bora?

Açúcar, livro de poemas da Priscila Branco pela maravilhosa Macabéa Edições. O projeto está na Benfeitoria.

Revista Puñado 7, com literatura caribenha e latino-americana, pelas maravilhosas Laura Del Rey e colaboradoras. Tá no Catarse.

A falência, reedição de romance de Júlia Lopes de Almeida pela Campos Editora. Catarse também, bem aqui.

Revisar revisando

Nesta semana, vou bater um papo com estudantes e colegas da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, sobre revisão de textos. Dá sempre um prazer a mais quando a gente fala dessas coisas que nos interessam há tanto tempo. Fui e sou revisora. Tem jeito de deixar de ser? O olhar, quando se afia e refina, não recua. Ou recua? Estou com ótima expectativa.

O canal do YouTube é este.

Inscrições aqui.

Quem quiser ver como foi, só clicar aqui.

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Ana Elisa • 2020