Nesta sexta, volto ao IFCE Itapipoca, instituição irmã na rede, para falar sobre leitura e escrita, hoje. Isso tem relação com meu livro de 2018 pela Parábola e com tudo o que eu mais gosto de fazer. O convite foi, novamente, do querido colega e parceiro André Magri, sempre disposto ao diálogo.
Ô evento simpático, sô. O FLIR vem aí, pela terceira vez, e agora em conexão direta com Luanda (Angola). A curadoria é da querida poeta Adriane Garcia e do professor e escritor Kaio Carmona. Meu papo será sobre o livro como elo entre culturas. Mamão com açúcar! Tema lindo. Vejam que lindeza a programação completa.
Nesta quarta acontece um belo evento na Unesp e lá vou tratar de multimodalidade. A programação de conferências pode ser vista aqui.
Não me canso. Não mesmo. E dá um frio na barriga? Dá. Sempre dá. Dou aula há muitos anos e todo início de semestre é meio tenso. Isso não passa! Mas vamos pensar que as emoções estão sempre renovadas, mesmo que o tema pareça já comum para nós. Adoro falar de multimodalidade, dizer como entendo isso, como venho trabalhando nessa abordagem.
Aconteceu a Bienal e teve café com bate-papo com o Rogério Tavares. A conversa foi gravada, mas era possível interagir pelo chat na hora programada para o evento. Uma delícia. Falamos principalmente dos meus livros mais recentes, sem deixar de contar histórias de outros livros anteriores.
Hoje tive a boa notícia de que teve indicação do livro20 contos sobre a pandemia de 2020 (Autêntica/AML) pelo querido prof. Luis Alberto Brandão, quando ele tratava de instant books no programa Universo Literário, com a Michelle Bruck, na Rádio UFMG Educativa. Uma enorme alegria ver o livro citado e os nomes de alguns(mas) de nós.
Tudo preparado, tudo pronto para a palestra de abertura do Conectar e eis que tudo buga no mundo. Foi o dia em que o Facebook, o Instagram e o WhatsApp pararam geral, lembram? Foi estranho, curioso, inesquecível e fez pensar. Mas eu estava com tudo OK, embora a conexão fosse duvidosa. Estava fora de casa, sem meu PC de estimação, dependendo de wi-fi, no computador alheio, meio de férias… e eis que comecei a palestra e de repente caí. Caí e não voltei.
Fiquei triste, claro. Demorei umas horas para retomar minha disposição normal. Mas até que para quem deu um monte de palestras virtuais em quase dois anos de isolamento, demorou. Demorou a acontecer algo assim. Durante a pandemia, tive problemas aqui e ali. Um dia a luz acabou; no outro, a conexão falhou; em outro ainda, fiquei muda no meio da aula, mas eu sempre consegui voltar. Nesse dia do Conectar, nada nos conectou de volta. E as pessoas também não conseguiram mais fazer contato comigo. Que ironia! E eu percebi que estava desconectada depois de falar sozinha por 1h! Teve isso ainda!
Mas retomamos, remarcamos e vamos tentar tirar esse atraso, num dia menos caótico… embora seja pelo Windows Teams! kkkk
Se fosse presencial, eu passaria o fim de semana inteiro no Piauí, incluindo a segundona, provavelmente me estendendo pela terça. Mas não é. Infelizmente, é virtual. Ou felizmente, porque ao menos podemos fazer alguma coisa nesta situação de crise sanitária.
Na segunda começa o SIMler, um simpósio organizado pela UFPI, com vários apoios interinstitucionais, inclusive o nosso, do CEFET-MG.
Além de colegas que estão em todas as mesas, vou falar na segunda cedo sobre este tema urgente e (mais) emergente (emergencial): leitura e multimodalidade.
Várias secretarias de educação do país, nas esferas municipal e estadual, têm se esforçado para manter a formação de professores, em especial neste contexto de crise. Já visitei vários lugares, virtualmente, para trocar ideias com colegas, já durante este ano e meio.
Desta vez, o convite veio do estado do Piauí, que está programando uma jornada de formação muito interessante. Meu dia é o sábado, mas muitos e muitas colegas falarão antes e depois de mim.
A revista Em Tese publica, além dos artigos acadêmicos, ensaios e resenhas, uma seção de produção literária propriamente. Há alguns meses, fui convidada a enviar poemas para lá, para um dossiê sobre as cidades da literatura. É claro que topei.
Nesta semana, esse dossiê saiu, lindo que só, com vários e várias autores/as e seus textos. Para conhecer a revista, é aqui. O pdf das poéticas está aqui direto. E a imagem dá uma dica sobre um dos poemas inéditos que enviei para o número. Mineirice transbordante.