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Letramentos no Ensino Médio e a “interessância” das aulas

A convite do meu colega e parceiro Ribamar Jr., nosso Ribas Ninja, professor fora do curva no Colégio Técnico de Floriano (UFPI), voltei ao Laboratório de Produção Textual (LPT) para participar de um evento nacional. Minha contribuição foi na forma de uma oficina para estudantes do EM e uma palestra para todo mundo que quisesse ouvir.

Foi muito legal, na companhia de outras colegas especiais, como a Katiúscia Brandão e a Márcia Mendonça.

Para fechar com chave-de-outro, olha onde fomos parar:

Visitamos o Parque Nacional da Serra da Capivara e fizemos um turismo a um só tempo ecológico e científico. No roteiro, Museu da Natureza e Museu do Homem Americano. Fascinante!

A palestra pode ser assistida aqui:

Troca só de tamanho e cor

25 anos se passaram. Mais até. Em 1997, publiquei meu primeiro livro de poemas. O título era Poesinha, assim, bem diminutivo. E era em uma coleção chamada Poesia Orbital, iniciativa do poeta Marcelo Dolabela e sua trupe. Foi uma imensa alegria para a poeta iniciante.

Há alguns meses, um coletivo que homenageia o Dolabela, falecido recentemente, resolveu retomar a coleção e fazer novos volumes. É claro que aceitei o convite, até como uma forma de celebração da persistência que é preciso ter para me manter nessa selva que é a cena literária. Fui lá de novo. O título atual é Troca só de tamanho e cor. Fiz um passeio pelos meus 25 anos de produção e 10 livros, retomando a história do primeiro e me despedindo um pouco de certo traço poético.

Territórios do letramento

Há vários meses, o prof. Guilherme Brambila (UECE) me fez um convite delicioso: escrever um capítulo sobre letramentos digitais para um livro que provavelmente se intitularia Territórios do letramento, isto é, traria uma diversidade deles.

Claro que aceitei. Pus a mão na massa e decidi homenagear a profa. Magda Soares, falecida recentemente, retomando um texto que ela publicou em 2002 e que ainda é muito importante para a discussão sobre letramento na cibercultura. Fiz isso com carinho e o capítulo ficou bem bonito. A obra pode ser adquirida aqui, ó.

GEL, Fazendo Gênero e muito mais

Julho e agosto foram meses de viagens intensas e proveitosas. Se eu não registrar logo, vou ficar com a impressão de que as coisas se desorganizam em minha memória. Ficam algumas imagens das participações:

O GEL aconteceu em Campinas, na Unicamp, e pude participar de uma mesa com Márcia Mendonça e mediação de Jacqueline Barbosa (dizem que foi gravado e será disponibilizado). Na UFU, gravei uma palestra sobre tecnodiversidade a convite da profa. Flávia Sordi (abaixo). O tema foi comum aos dois eventos e andei conectando leituras de filosofia às questões de tecnologias na educação.

No Fazendo Gênero (UFSC), o papo era outro. Dividi uma mesa com colegas sensacionais e tratamos da edição feminista. Também coordenei um simpósio com as colegas Cecília Castro (CEFET-MG, Editora Luas) e María Belén Riveiro (UBA/Conicet). Foram dois dias de debates sobre as mulheres na edição.

Em busca do texto perfeito – nova edição

A querida Parábola Editorial abraça a coleção Questões contemporâneas de edição, preparação e revisão textual, começando a republicá-la (e a continuá-la) pelo meu título Em busca do texto perfeito, agora revisado, atualizado e com um capítulo a mais. O retorno desse lançamento tem sido lindo, com gente que reconhece a reedição e gente nova, que tem a oportunidade de fazer contato com nossas reflexões agora.

Considero fundamental que esta coleção migre para a Parábola. É claro que foi ótimo realizá-la na casa anterior, mas agora nosso foco recai sobre as gentes de Letras, que podem encontrar nesses livros o insumo para sua formação para atividades de redação e edição geralmente pouco contempladas em nossa formação universitária.

O livro pode ser adquirido aqui.

A live de lançamento foi em 2 de julho de 2024, no canal da editora no YouTube. O papo esteve bom. Assista, ó:

Antes um pouco, já tinha saído um texto no blog da Parábola. Tem até um arquivo de degustação lá.

E entre outras atividades por aí, o perfil Vagas de Revisão no Insta (@vagasderevisao) fez um clube de leitura dedicado à obra. #ansiosa

TDIC na sala de aula: uma abordagem tecnodiversa

A semana começa com uma palestra num evento da UFOP, que rolará presencialmente, em Mariana, MG. É uma alegria estar entre colegas e estudantes para falar deste tema sempre em pauta. Levarei uma abordagem que tem inspiração na filosofia e que me parece pertinente para o estado da questão hoje. Tomara que as pessoas gostem ou se sintam provocadas.

Quais tecnologias? Quais aulas?

Minhas andanças virtuais, e cada vez mais físicas, pelo Brasil me levaram a Quirinópolis, em Goiás, uns dias atrás. Participei como palestrante do Colóquio de Estágio Supervisionado de turmas de vários cursos de licenciatura, isto é, não falei apenas para minhas bases de Letras. É um desafio, mas também um prazer.

O papo sobre tecnologias e ensino foi mediado pela professora Zilda Dourado, que atualmente desenvolve pós-doc aqui no CEFET-MG. A live ficou gravada e pode ser assistida aqui:

Pensar Edição, Fazer Livro 7

Desta vez, nosso evento acontecerá primeiro on-line, no dia 21.06, sexta, pelo nosso canal do YouTube; depois no teatro da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, em Belo Horizonte, 22.06, sábado. Como sempre, estamos apoiados no trabalho incansável de estudantes de graduação e pós-graduação em Letras do CEFET-MG, além dos ‘sim’ que ouvimos de nossos convidados muito especiais.

A programação este ano também passa pela América Latina, focalizando o livro e a edição em muitos formatos e para diversos públicos. As inscrições são gratuitas e as primeiras a esgotar vagas foram as oficinas.

O lançamento de livro fica a cargo de Aline Frederico e Elizabeth Cardoso, com uma obra pioneira no tema da literatura digital para crianças e jovens. Ver na Educ.

13 toques e muitos cliques – Leitura e produção de textos na Educação Básica

Nosso lançamento coletivo é um livro organizado pelo trio Carla Coscarelli (FALE/UFMG), Renata Amaral (CP/UFMG) e eu (CEFET-MG), com textos que relatam atividades bem-sucedidas de leitura e produção de textos, em salas de aula de diversas instituições, em todos os níveis de ensino.

Estão conosco Francis Paiva, Juçara Teixeira, Danilo Valentim, Joyce Gonçalves (todos UFMG) e Dorotea Kersch (Unisinos), cada qual com seu relato inspirador.

Os textos foram encomendados a cada colega durante ou depois da pandemia, seguindo um esquema que os tornou bem diretos e compreensíveis para quem deseja adaptar as atividades à sua sala de aula.

O pdf pode ser baixado gratuitamente aqui.

Uma pequena tiragem impressa será distribuída gratuitamente durante o UFMG Jovem, evento que acontecerá na UFMG, em outubro de 2024.

A live de lançamento pode ser vista aqui:

A produção desta coletânea de textos tem relação direta com as atividades do projeto de extensão Aula Aberta, do CEFET-MG, que durou de 2017 a 2024, contando com o trabalho voluntário ou de bolsistas de graduação e pós-graduação; com o apoio do Redigir, projeto de extensão da Faculdade de Letras da UFMG; do Centro Pedagógico da UFMG; e com o fomento da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG, que tornou possível a publicação do material.

Notícia no portal da UFMG.

Bate-papo com Juliana Pádua

A Juliana Paiva é dessas pessoas ativas e comunicativas. Eu a conheci pelas redes, no Instagram, se não me engano, e nunca mais deixamos de nos seguir.

Dia desses, batemos um longo papo no canal do grupo de pesquisa que ela toca.

Fica o convite a quem estiver a fim de rir e se emocionar.

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Ana Elisa • 2020