
Nesta semana, Carla e eu bateremos um papo com colegas a convite da UnB. A pauta tem relação direta com nosso livro do ano passado, Linguística Aplicada – ensino de português, lançado pela Contexto. O QRcode dá acesso à sala.

Nesta semana, Carla e eu bateremos um papo com colegas a convite da UnB. A pauta tem relação direta com nosso livro do ano passado, Linguística Aplicada – ensino de português, lançado pela Contexto. O QRcode dá acesso à sala.

Nasceu a versão peruana e até mais atualizada do que a brasileira do Livro – edição e tecnologias no século XXI, originalmente lançado pela Moinhos/Contafios em 2018, abrindo nossa deliciosa coleção Pensar Edição.
O Libro – edición y tecnologías en el siglo XXI, traduzido por Alfredo Ruiz e Roy Dávatoc, mesmos tradutores do meu Álbum, também contou com o apoio do programa de traduções da Biblioteca Nacional brasileira.
É uma enorme alegria ter este livro na coleção peruana.
As primeiras apresentações estão sendo na Feira do Livro de Bogotá, onde o livro circulará primeiro, aproveitando que o Brasil é o país convidado de honra. Pena eu mesma não estar lá para ver. Na sequência, espero ter alguns exemplares em minhas mãos, trazidos pelo Nathan Magalhães, editor dele no Brasil.
Em julho de 2024, estive novamente na Feira do Livro de Lima para lançar o Libro e falar em uma mesa sobre tradução e edição. Foi uma viagem rápida e muito proveitosa.

Última semana de março, primeira de abril, com Páscoa e tudo. Nesses dias, tive a oportunidade de falar com estudantes de uma escola privada em Ibirité, MG, iniciativa da profa. Pollyana Armanelli; debater com colegas de vários países de língua portuguesa em um podcast literário chamado Orgasmo Literário (uau!), tocado por Yadhiro e Zoé (indicação do Luiz Eduardo de Carvalho); e com colegas em um evento da UFPI, capitaneado pelo querido prof. Ribamar, o Ribas Ninja. Também fui entrevistada no videocast Multileitura, do Admilson Resende, e terminei de ministrar uma oficina de crônicas na Casa Inventada (achei uma delícia!, obrigada, Lara Torres!).
O evento da UFPI trata do ensino de língua materna e suas (des)conexões com as tecnologias digitais. As inscrições são gratuitas e ele pode ser assistido por aqui.

Já o Multileitura pode ser visto aqui embaixo:
As crônicas da Casa Inventada serão publicadas no site, mas o curso fica só para quem fez. 😉

O Gepedtec, grupo de pesquisa em educação e tecnologias da Universidade Federal de São Paulo, celebra seus três anos de atividades com duas mesas incríveis no sábado, dia 23 de março. Vou falar das relações entre TDIC e ensino e vamos lá colaborar com colegas tão admirados, em especial o prof. Sandro Silva.
Depois de pouco mais de um ano do lançamento do breve ensaio Como nasce uma editora pela pequena Entretantas, foi lançada a edição bilíngue mexicana, com tradução da colega Freja Cervantes Becerril, pela Editora da Universidad Autónoma Metropolitana, UAM, na Cidade do México.
A versão é impressa e morro de ansiedade de tocá-la. Tem sido lançada em feiras e outros eventos mexicanos, com boa receptividade, conforme noticia a tradutora e editora.


Aquisição e sinopse pela Ulibros.
As bancas de mestrado e doutorado são parte da nossa missão como pesquisadoras e docentes. Dão um trabalho danado (e muita gente não sabe que não ganhamos nada a mais por isso), exigem a leitura detida dos textos e nossa diligência para encontrar problemas e dar sugestões.
Neste março, colaborarei com os trabalhos de quatro pesquisadoras e pesquisadores, de diferentes instituições: CEFET-MG, UFBA, UNIFESP e UEFS. Mestrados e doutorados em diferentes etapas, alguns já concluindo.
É uma honra ser chamada para colaborar com minha leitura. É um momento de aprendizado, de diálogo com outros/as colegas e de trocas com orientador/a e pesquisador/a. Geralmente produzo um documento para seguir na hora, e isso me obriga, portanto, a estudar aquele trabalho. Também me preparo de maneira a explicitar minha intenção colaborativa e de partilhar, tentando não avançar no tempo de outros/as colegas e sendo generosa e delicada com quem escuta.

Pensando nisso, neste reinício de temporada de bancas, que só terminará no final do ano, resolvi dar umas poucas dicas. Quem sabe são úteis?
Bem, foram 21 coisinhas de que me lembrei enquanto pensava nos trabalhos que lerei agora. Espero que sejam úteis para quem vai encarar esse momento da “defesa” no ano que se inicia. Sucesso a todos e todas. E que venham mais diquinhas, se vocês se lembrarem de outras.
O ano agora engrena? Passou a folia e já estou à espera de uma rotina em que a constância signifique organização e bons encontros. As aulas começam aos poucos, os alunos e as alunas retornam, nossa burocracia dá as caras, a sala de aula com ventiladores novos! Essa me surpreendeu.
A primeira palestra do ano foi em janeiro, com colegas do Piauí. Em fevereiro, o papo será na UFMS. Não quero frustrar as expectativas. O convite foi muito simpático e o tema me é caro.
A transmissão gratuita será pelo YouTube, no canal da AGEAD.

E para quem quiser assistir, aqui está:
Uma orientanda muito querida, a Cecília Castro, pesquisadora e editora, militante feminista, tinha o sonho de participar do Fazendo Gênero, um congresso enorme que sempre acontece em Florianópolis, SC.
Eu conhecia o evento, mas olhava com certo distanciamento. Ficava pensando que não estudo gênero a ponto de ir parar lá, e que talvez “apanhasse” daquela multidão de gente especialista.
Só que a Cecília é muito animada e engajada e me convenceu de que deveríamos não apenas participar com apresentação de trabalho, mas propor um Grupo de Trabalho e coordená-lo! E fomos nós enfiar os estudos de edição em mais este congresso, abrindo espaços institucionais e discursivos que sabemos que são importantes.
Já que decidimos empreender, resolvemos também chamar uma querida colega e parceira argentina, a pesquisadora e professora María Belén Riveiro, da Universidad de Buenos Aires e do Conicet, que é sempre muito generosa conosco. E ela topou!

Fomos as três elaborar nossa proposta, submetê-la, cruzar os dedos. Fomos aprovadas. Daí passamos a divulgar nosso GT como se não houvesse amanhã, com os cards que a organização produziu. Como as coisas ainda não estão muito normais, nem mesmo em termos de financiamentos e deslocamentos, passamos certo aperto com isso, mas, finalmente, ACHO que nosso GT emplacou e deve acontecer.
Hoje fiz a avaliação dos trabalhos submetidos e tive a alegria de ver lá pessoas de várias partes do Brasil e da América Latina, com trabalhos surpreendentes. Cavar esses espaços de discussão sobre um tema que tem interesse tão específico e gente tão esparsa… é uma conquista e tanto.
Esperamos estar na programação de julho e brindar esse encontro, com trocas alentadoras e relevantes para todas.
Me inscrevi com um trabalho mais especulativo, que questiona o que acontece quando as mulheres chegam aos postos de poder no campo editorial. Porque… sabemos que não basta ser mulher para que haja efetiva mudança.
Espero ter notícias alegres sobre esse encontro bonito em Floripa.
Em 2023, dei um curso breve sobre literatura contemporânea escrita por mulheres na formação de escritores Metamorfose, dirigida pelo Marcelo Spalding. Daí decorreu uma entrevista que dei à Kethlyn Machado, que gerou esta matéria publicada no Escrita Criativa. Convido à leitura. É sempre um assunto candente esse das mulheres, a escrita e a publicação.
Férias. Meu plano ambicioso é dormir muito, quanto o corpo quiser, e estudar. Melhor dizer LER, porque pode ser para estudo ou não. E é o que tenho feito. Na paz, dentro do possível. No entanto, vou suspender minhas merecidas férias por algumas horas já em janeiro. É que não resisti ao convite simpático de colegas do Piauí. Vejam só:

Vê se dá para resistir a esse tema? Topei feliz e depois voltarei para minhas férias, que logo terminarão porque os dias letivos começam em fevereiro no CEFET-MG. É isso que dá atuar em três níveis de ensino! Não é mole.
Estou armando várias coisas legais para 2024. E, claro, deixando espaços para o imponderável. Se minha saúde e a das pessoas amadas deixar, tudo haverá de acontecer e dar certo. Tem cursos breves, disciplinas interessantes, grupo de estudos, publicações, eventos em BH e fora, parcerias legais. Que assim seja!
Se quiser assistir, aí vai:
Ana Elisa • 2020