Como escreve… é um projeto de José Nunes, de Brasília, que tem mantido um extenso acervo de entrevistas breves com pessoas que escrevem por este Brasil afora e adentro. É a segunda vez que participo e sempre acho muito legais as provocações do entrevistador. Deem-me a honra, por favor.
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Há algumas semanas, a editora Cecília Castro me enviou perguntas provocativas feitas pela pesquisadora Lorrany Mota (CEFET-MG). A ideia era uma entrevista para o novo site da Luas, editora de projeto feminista que Cecília conduz com paixão.

Aqui está o papo, com links para algumas indicações.
Hoje é o lançamento virtual de um livro belíssimo. A obra foi organizada por três colegas dedicadíssimas ao tema do livro e das bibliotecas: Cleide Fernandes, Fabíola Farias e Maria da Conceição Carvalho. É também um presente pelo aniversário de Belo Horizonte, esta cidade charmosa.

Que alegria participar, dar meu depoimento, provocada pelas perguntas da Conceição. Sempre gosto de me lembrar de minha trajetória de leitora e escritora.
A transmissão será aqui.
O livro pode ser baixado. Mesmo a versão impressa vem sendo distribuída.
Matéria no jornal O Tempo.
Hoje saiu uma entrevista comigo no portal LiteraturaBR. As perguntas provocativas foram da poeta e booktuber Isa de Oliveira. Curti muito responder. E fiquei feliz que tenha saído agora.

O portal Fazia Poesia dedicou um episódio do podcast à produção editorial do meu Dicionário de Imprecisões. Vale espiar. Ficou bem legal.

Muita coisa boa tem sido feita para comemorar os 300 anos de Minas Gerais, inclusive projetos sobre a literatura pujante deste estado. Para minha emoção incontida, apareci em algumas dessas iniciativas, inclusive como autora mineira nessa história longa. Na sexta, dia 27, a Band Minas fez uma matéria sobre a literatura em Minas Gerais e pegou um trechinho do meu depoimento.
A caminho do meio desta semana, nesta quarta vamos trocar ideias sobre o livro novo da escritora Rosângela Vieira Rocha, que tive a honra de revisar, mui cuidadosamente. Ainda no papo literário, reitero a conversa sobre poesia com Paulo de Moura, numa conexão Brasil/México.
Sexta-feira será frenética, com papos emendados na Unimontes, de Montes Claros, e na Uneb, Bahia. Ficam aqui os cards com mais detalhes.





E não para por aí. Sábado, no fim da manhã, vamos lançar de vez os 20 contos sobre a pandemia, numa parceria entre a Academia Mineira de Letras e a editora Autêntica.
Meses atrás, recebi um honroso e alegre convite para participar de um evento do Acervo de Escritores Mineiros, na UFMG, o Encontro Marcado. Muita gente legal já esteve lá, com a sorte de gravar ali naquele espaço mezzo museal, mezzo arquivo, em que tive o privilégio de pesquisar autoras, entre 2015 e 2016.
Claro que topei. O mediador seria o professor e escritor Kaio Carmona. E tenho certeza de que seria bacana demais. Mas… aí veio a pandemia.
A programação foi suspensa e o convite pairou. Muita coisa aconteceu nesse ínterim e eis que agora, em novembro, recebo um (re)convite feito pela profa. Myriam Ávila, atual diretora do AEM. Que maravilha!

Além de ser um encontro marcado para falar de literatura, num espaço como o Acervo, junto de gente tão bacana, a mediação será feita pela minha colega e parceira de pesquisas profa. Maria do Rosário Alves Pereira, que conhece meus livros, a despeito de ser colega. Não é irônico? É que costumam dizer que santo de casa não faz milagre, né? Mas no CEFET-MG conseguimos estabelecer parcerias muito respeitosas e cheias de admiração mútua.
Deu no jornal O Tempo.
O papo foi pelo YouTube do AEM. Só chegar.
A próxima semana já começa divertida, num papo com o pessoal da Banca Tatuí, em São Paulo. Vejamos aí a pauta. O vídeo tá logo ali embaixo.

O querido artista plástico Rogério Blach conversou hoje com o escritor Marcelino Freire pelo Instagram. Rogério fez uma bela homenagem ao Rafael Rosa, autor de um livro de poesia que ajudei a publicar postumamente. Emocionante.