Aconteceu a Bienal e teve café com bate-papo com o Rogério Tavares. A conversa foi gravada, mas era possível interagir pelo chat na hora programada para o evento. Uma delícia. Falamos principalmente dos meus livros mais recentes, sem deixar de contar histórias de outros livros anteriores.
Foi com renovada alegria que recebi o convite da Guiomar de Grammont para este bate-papo entre as atividades do Fórum das Letras, evento literário longevo, produzido em Ouro Preto há anos, algo que sempre acompanhei. Desta vez será virtual, mas minha alegria não se abate por isso. Para participar é só clicar aqui.
Ontem recebi o link do programa de tv Agenda, da Rede Minas, com matéria sobre o lançamento do Doida pra escrever, meu mais recente livro de crônicas reunidas. Foi bem legal ver a produção. Grata ao Agenda por sempre dar esta força.
Amei este convite vindo de dentro de casa, no canal mais pop do CEFET-MG, projeto conduzido pelo querido prof. Vicente Parreiras. A ideia é falar do meu lado escritora, e só. Olha o luxo desta mediadora!
As Edições Relicário e A Capivara convidam para o bate-papo animado da terça-feira, pelo canal do YouTube da querida editora mineira. A mediação é da Michelle Strzoda, que deslocará a mim e ao Leonardo Villa-Forte de nossas zonas de conforto.
Foi uma semana cheia de reuniões, debates, resoluções, ajustes, cansaço, tensão, notícias sempre péssimas, congelamento de salários por 17 anos (!) (até lá me aposento, espero), doença braba, isolamento, afetos distantes… que lista! A vida, no entanto, continua rolando sob a epiderme. Participei de algumas bancas, vi pessoas irem adiante, com a garra que se esforçam para ter, neste contexto de tristeza e incerteza. Futuro? Não sabemos nem para onde olhar, por onde buscar. E continuo tentando distrair o horror com a literatura e o compartilhamento de algumas coisas positivas e boas.
Neste sábado, me chamaram para brincar de entrevistadora num programa meio “roda víbora”, cuja figura central seria meu amigo Nathan Magalhães, editor da Moinhos. Dia desses, me puseram num grupo de zap que tramava essa história; peguei o bonde andando à toda, mas consegui subir e participar. Está aqui a conversa:
Cais Cultural é uma revista produzida pela turma do Laboratório de Leitura e Produção Textual do Colégio Técnico de Floriano, ligado à UFPI. Na edição atual, cujo tema é a esperança, tive a alegria de ser entrevistada. No lançamento virtual, neste 24 de fevereiro de 2021, rolou até leitura de poema.
Nesta semana, depois do feriado de não-Carnaval (ah, que beleza), teve bate-papo com a booktuber Jéssica Mattos, que faz um belo trabalho desde o sul do país. Ela já havia feito duas resenhas de livros meus (Beijo, Boa Sorte e Dicionário de Imprecisões), daí me chamou pra uma conversa pelo YouTube.
O papo está registrado pra quem não pegou o ‘ao vivo’:
Há várias semanas estamos preparando esta live pelo perfil da Autêntica, mediada pelo querido Rogério Tavares, atual presidente da Academia Mineira de Letras, organizador do livro 20 contos sobre a pandemia de 2020.