O projeto Palavra de Poeta, do escritor e professor Kaio Carmona, pôs no ar um poema meu, neste outubro de 2020. Desfrutemos!
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Esta semana tivemos uma notícia muito curiosa: o livro Dicionário de Imprecisões, lançado em 2019 pela Impressões de Minas, foi finalista do prêmio Jabuti na categoria poesia. Dedos cruzados.
O livro é ilustrado por Wallison Gontijo e tem design de Elza Silveira, que são também os editores. Foi um projeto bem conversado e afetuoso. Pode ser adquirido no site da editora e em muitas livrarias Brasil adentro.

E uma resenha fresquinha saiu no LiteraturaBR, pela escritora Isa Oliveira. Espia só.
Uma sexta-feira cheia e muito honrosa. Às 10h, encerrei a Semana de Letras da UFPB com uma conferência intitulada “Aula remota, aula remix: tempos e espaços da educação durante a pandemia”. Foi bem emocionante. Tem sido muito produtivo interagir com colegas intensamente, mesmo por meio de ambientes digitais. Esta conferência deriva de umas anotações que tenho feito inspirada na pensadora argentina Josefina Ludmer, e o texto deve sair em um livro organizado por colegas da PUC Minas.
Logo depois, parti para uma viagem literária a Maputo, capital de Moçambique. Participei da Feira do Livro lá, numa mesa sobre “Dialécticas literárias em tempos de crise. Que ideias para o futuro?”, em que falei das duas calamidades que vivemos no Brasil: o coronavírus e o governo federal. Será difícil distinguir quantos apagões se deverão mesmo ao vírus, na educação, na ciência e na cultura.


Tenho a alegria de estar entre os autores e autoras da antologia Entrelinhas Entremontes, de poesia mineira contemporânea. O livro é organizado pela professora e poeta Vera Casa Nova, pelo professor e escritor Kaio Carmona e pelo escritor e multiartista Marcelo Dolabela (in memoriam).

O projeto pode ser visto neste site. O livro pode ser adquirido na Quixote.
A próxima semana já começa divertida, num papo com o pessoal da Banca Tatuí, em São Paulo. Vejamos aí a pauta. O vídeo tá logo ali embaixo.

Uma coisa belíssima aconteceu: o lançamento do livro Literatura mineira: 300 anos, projeto concebido por Rogério Tavares (presidente da Academia Mineira de Letras), organizado pelo professor Jacyntho Lins Brandão (UFMG) e publicado pelo BDMG. A obra existe impressa, em tiragem limitada (e já garanti o meu!), mas também pode ser baixada gratuitamente neste link.
Estou feliz porque minas faz 300 anos, porque a literatura é muito celebrada neste estado e porque fiz parte desta história, tão longa quanto bela. Era um sonho de criança, sem qualquer exagero.
Aqui, o vídeo do lançamento:
O querido artista plástico Rogério Blach conversou hoje com o escritor Marcelino Freire pelo Instagram. Rogério fez uma bela homenagem ao Rafael Rosa, autor de um livro de poesia que ajudei a publicar postumamente. Emocionante.
Hoje, a Academia Mineira de Letras pôs no ar as leituras de poemas de Henriqueta Lisboa. Flávia Queiroz, Luciana Pimenta e eu lemos poemas selecionados da obra da escritora mineira. A curadoria foi do prof. Wander Melo Miranda. Aproveitemos!
Henriqueta – poeta, antologista, tradutora & – foi uma das mulheres que estudei entre 2015 e 2016, no estágio pós-doutoral em que estive no Pós-Lit UFMG, acessando lindamente o Acervo de Escritores Mineiros.
Na penúltima semana deste setembro florido acontece um webinário lindo na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É o Literatura de Autoria Feminina. Várias mesas legais, entre elas uma sobre mulheres em edição. Participo com a querida Viviane, editora da Macabéa, com mediação da profa. Érica. Vai ser fino. O papo todo será pelo YouTube, de 21 a 24.


Todo o evento ficou muito bonito e pode ser assistido assincronamente. Nossa mesa está aqui.
A editora Impressões de Minas, com a qual colaboro no planner e por onde saiu meu livro de poemas mais recente (Dicionário de Imprecisões), inventou uma moda linda, ó:

A gente chega lá pr’uma reunião e toma café na caneca que tem trechos dos nossos textos! Não é um mimo delicioso?