A editora Impressões de Minas, com a qual colaboro no planner e por onde saiu meu livro de poemas mais recente (Dicionário de Imprecisões), inventou uma moda linda, ó:
Edições de 2019 e de 2020 do Dicionário de Imprecisões sob as canecas poéticas
A gente chega lá pr’uma reunião e toma café na caneca que tem trechos dos nossos textos! Não é um mimo delicioso?
A segunda semana de setembro será animada e gratificante, com bate-papos sobre o encontro/confronto entre educação e tecnologias, além do tema sempre fascinante dos livros e da leitura. Agradeço os convites.
Hoje, dois textos que produzi recentemente foram publicados. Isso sempre me traz uma alegria muito específica.
O jornal Estado de Minas publicou minha resenha do livro Afetos ferozes, de Vivian Gornick, no caderno Pensar. Escrevi muito tomada pela leitura desse romance de memória. (Este jornal publica textos meus há muitos anos, eventualmente).
No Digestivo Cultural, postei minha crônica do mês, que aborda um assunto curioso e necessário: a morte dos entes queridos.
Há alguns meses, a Academia Mineira de Letras me fez um convite muito honroso: gravar leituras de poemas escolhidos da escritora Yeda Prates Bernis. Claro que aceitei.
Gravamos eu e as escritoras Flávia de Queiroz e Luciana Pimenta. Uma bela homenagem com nossas vozes. Logo haverá mais.
É a segunda vez que participo do júri do Prêmio Oceanos, o maior da literatura contemporânea de língua portuguesa. Dá um trabalho danado, mas é legal ver como as coisas andam. Li poesia e crônica. Vamos ver o que vem aí.
Saiu hoje, no Notícias Gerais, de São João del-Rei, no Espaço Arteletra, uma amostra dos meus dois livros mais recentes de poesia. Ficou uma edição bem legal. E estou grata pelo convite!
Dias 12 e 14 de agosto, das 16h às 18h, rolou nossa oficina Escreva com(o) uma mulher, oferecida gratuitamente, no âmbito do projeto e grupo de pesquisa Mulheres na Edição (CEFET-MG).
Minha ideia foi oferecer uma oficina de escrita literária inspirada no conto de outra escritora, a argentino-brasileira Paloma Vidal. A partir da leitura comentada desse texto, as inscritas puderam escrever os seus, o que aconteceu com muito empenho e sucesso.
O encontro aconteceu virtualmente, pela plataforma RNP. Ofereci 12 vagas, mas tivemos 63 interessadas, de todas as partes do país. No fim, éramos 14, com promessas de que eu reofertasse a oficina, qualquer hora dessas. Acho que vale a pena!
Do nosso papo, saíram contos impressionantes, que serão compilados em um livro eletrônico, para breve.
Acaba de sair na revista CULT a entrevista fantástica que um time de pessoas, a convite do poeta e crítico Tarso de Melo, fez com a escritora, crítica e professora Maria Esther Maciel. Como negar um convite desses? Contribuí com minha pergunta sobre os trânsitos da Maria Esther pelos gêneros literários. Acho fantástico. Uma honra participar desta conversa sobre a produção dela, que foi minha professora na graduação da UFMG e que sempre me inspirou.