Categoria: Literatura Page 6 of 29

Menos ainda

O Menos ainda foi lançado em 22 de outubro, sábado, na livraria Jenipapo, em BH, num dia em que corríamos o risco de uma pancada de chuva, mas ela só veio depois da festa.

O volume marca meus 25 anos de persistência na poesia e é o segundo pela Impressões de Minas [compre!]. Achei minha casa.

Algumas matérias saíram sobre ele, mas ainda há muito o que fazer.

Página do caderno Pensar do Estado de Minas, na véspera do lançamento.

Matéria no jornal Hoje em Dia.

Conversa no Sempre um Papo, em novembro de 2022, e na página do projeto.

Resenha de Ana Paula Dacota na Revista Acrobata, do Piauí.

Resenha de Pedro Américo de Farias no portal LiteraturaBR.

Resenha do Alexandre Kovacs no Mundo de K.

No Substrack, do poeta e crítico Tarso de Melo, em 2023, junto com Laura Erber e Bruna Mitrano.

Teve leitura e conversa no clube de leitura Casa de Poetas, abrigado no @acasainventada. Um grupo de mulheres leu e fui lá virtualmente visitá-las, no finalzinho de agosto de 2023.

Menos ainda quase nascendo

Está saindo do forno – na verdade, vários fornos – meu livro novo de poesia, o Menos ainda, também pela maravilhosa Impressões de Minas. É meu nono título no gênero e meio que arremata meus 25 anos de publicações e de persistência (ave, Henriqueta!) neste campo insólito e ingrato. Bom, a graça é o jogo. Ou a graça maior é escrever.

O lançamento está previsto para 22 de outubro, um sabadão, das 11h às 13h, espero que sem chuva, na Jenipapo, livraria nova que ocupou a lacuna deixada pela Livraria Ouvidor, na Savassi, em BH. A ideia é promover umas leituras, além dos autógrafos para os amigos e as amigas.

Lombada à frente

Olha que legal esta leitura do prof. Miguel Rettenmaier, da Universidade de Passo Fundo (RS), sobre o Dicionário de Imprecisões, no Lombada à frente! Fiquei me sentindo! Eita livro que me dá alegrias, gente! Passa o tempo e ele continua despertando interesse e leituras. Obrigada, Miguel!

Conversa com a escritora

O canal do Marcelo Batalha é impressionante. Em três anos de projeto, ele entrevistou mais de 100 figuras literárias do Brasil, incluindo nomes muito conhecidos. Fiquei feliz quando o convite dele veio, meses atrás. Fomos ajeitando nossas agendas e pá, deu. Nesta sexta, 12 de agosto, tivemos nosso papo de quase 2h sobre leitura, escrita, publicação, poesia, prosa, edição de livros, militância literária. Duas figuras lindas fizeram vídeos sobre mim e meu trabalho: Adriane Garcia e Kaio Carmona. Foi muito especial. Se alguém ainda quiser espiar, tá aqui:

Rascunho e Ponte

Duas alegrias na semana, até meio encavaladas: os textos novos do jornal Rascunho e da Revista Ponte. O primeiro é a parte 2 da série que andei escrevendo sobre as bizarrices simpáticas do YouTube; o segundo partiu de uma situação real de sala de aula e deu numa declaração de amor (e melancolia) ao ensinar a escrever na educação básica. Quem sabe vocês gostam?

O Rascunho é um importante jornal brasileiro dedicado à literatura e a Ponte é uma revista de divulgação científica muito relevante.

Entrevista – Conexão Literatura

Ó, nesta semana que passou saiu esta entrevista aqui comigo, na revista Conexão Literatura. As perguntas foram feitas pela Cida e pelo Sérgio Simka, despertados pelo livro de crônicas Doida pra escrever, que publiquei em 2021 pela Moinhos. Convido à leitura. Tem como baixar a revista em PDF.

Romieta e Julieu shippados

Parei de contar a quantidade de fotos marcadas que aparecem nas redes sociais por estes dias, depois que a Bienal do Livro de Minas Gerais teve início. As pessoas curtiram mesmo a parede estampada (com a imagem do muro da casa de Julieta em Verona) livre para interação, isto é, colar bilhetinhos para o crush. Todo mundo que passa por lá cola um bilhete, senta no banco de praça, pega uma plaquinha e tira uma foto. Que delícia! É claro que isso esquenta o coração da gente! Imagina se eu ia pensar nisso, antes de entregar o original do livro!

Fotos da Thais Guimarães.

A ideia da parede pros crushes foi da turma da editora. Não tenho parte nisso. E adorei quando me contaram o que seria feito. É uma honra saber do prestígio que a editora está dando à obra e a mim. Sinto-me uma autora bem tratada, imaginam? O livro segue seu caminho, com o empurrão forte da casa que o publica, e vai chegando às mãos de leitores e leitoras, de um jeito divertido e leve, como eu quis que fosse, embora a história seja uma tragédia danada, como sabemos.

Aqui, temos uma matéria no jornal da Record, no sábado, com destaque pro casal mais famoso do mundo.

E aqui uma no jornal O Tempo.

Bienal de Minas

Estamos nos preparando para a Bienal Mineira do Livro faz algumas semanas. A editora RHJ, que vem publicando meus juvenis, tem me desafiado com muitas propostas para o livro de 2021, a adaptação tecnológica de Romeu & Julieta.

A RHJ está comemorando seus 35 anos de existência. Tem um catálogo grande e muito presente em escolas. Não é diferente com meus filhotes lançados por lá. Temos alcançado professores/as e alunos/as, que dão sinais pelas redes sociais falando das leituras e impressões.

Romieta & Julieu foi um livro que demorei a entregar. A ideia estava fervilhando, mas quem disse que as interrupções da vida cotidiana me deixavam terminá-lo? Mas a gente dá um jeito e faz. E à entrega se seguiu o papo com os designers, o admirados Marcelo e Marconi Drummond, que fizeram mais mil coisas para que o livro se tornasse o que ele é: legal de cabo a rabo.

Na Bienal, vamos fazer umas leituras divertidas de trechos dele, aproveitando o fato de eu ter mantido o aspecto de dramaturgia que ele tem. Conto, para isso, com as queridas graduandas do CEFET-MG Alicia Teodoro, Marsília de Cássia e Camila Dió, além das pós-graduandas Cláudia Costa e Leila Arantes. Com todo o apoio da editora, vamos apresentar partes do livro à moçada que vier ao nosso encontro.

Além disso, ainda participarei do Café Literário a convite da Academia Mineira de Letras. Alegria não faltará.

Conversa na escola

Conversar com estudantes da educação básica sobre meus livros me dá mais frio na barriga do que muita coisa! Mas eu vou. E sempre me surpreendo com as perguntas e o interesse curioso que essa galera demonstra.

Hoje foi dia de visitar virtualmente escolas do Sesi/Firjan, no Rio. E pude falar um pouco sobre os processos de criação/produção de O e-mail de Caminha, irmão mais velho do meu Romieta e Julieu (ambos pela RHJ).

Sei que os livros têm seu tempo para chegar aos leitores e às leitoras. E meus filhotes estão chegando. Que venham sempre perguntas desafiadoras e divertidas sobre eles. Eu me diverti muito fazendo.

Machismo e mercado editorial

Neste abril, minha coluna no Rascunho foi sobre um “fenômeno” interessante que é a emergência dos “autores de autoras”. Está melhor explicado no texto. Com essa publicação, atingi muitas galeras, algumas porque se identificaram como vítimas do lance, outras porque identificaram a questão, mesmo quando são eventuais “violadores”.

Poucos homens vieram comentar algo comigo sobre isso. Mulheres… muitas, claro. Uma pena que isso não seja mais equilibrado, mas a gente também presume por quê. Bom, um dos parças dispostos ao debate foi o Nathan Magalhães, editor da Moinhos e dono do site e do canal LiteraturaBR. Ele logo sugeriu uma live e nos metemos lá, numa sexta à noite, feriadão. Mesmo assim, teve gente pra conversar.

O papo pode ser visto aqui. E tentei que fosse sério, qualificado e honesto, como acho que merece ser.

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Ana Elisa • 2020