Tem Jornada Pedagógica em São Sebastião, SP, por estes dias. E é uma honra colaborar, participando como palestrante junto de colegas de várias partes do país. Vejam que bela e abrangente programação.
Na sexta, às 11h, minha fala tem o título “Por uma escola expandida”. Espero vocês no canal do YouTube.
Discutir o ensino “híbrido” está em pauta. O momento é oportuníssimo e precisamos evitar os oportunistas de plantão. Vamos pensar? Vamos imaginar? Vamos fazer algo melhor do que o que tínhamos antes da pandemia? Ou querer isso é muita viagem minha? Claro que não!
A convite da Bis, colaboro no número novo – 55 – da revista produzida pelo Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais. Bora ler? O número está aqui para ser baixado.
Há alguns meses, o Chico Pelúcio, diretor de teatro, entrou em contato comigo convidando para um projeto que eu ainda não conhecia: o Verso e Voz. Tratava-se de um conjunto de leituras de poesia de poetas mineiros(as) produzido pelo grupo Galpão. Atrizes e atores liam, falavam, recitavam… enfim. Um luxo total.
Preciso dizer que topei fazer a curadoria da segunda temporada? Como dizer não a uma coisa dessas, feita de poesia e teatro?
Estudei, selecionei, contatei, pedi, escrevi, roteirizei e entreguei a eles um pequeno conjunto de poetas e textos. É claro que sofri. Deixei muita gente ótima de fora. Mas tentei reunir figuras diversas, de lugares diferentes do estado, de diferentes gerações e estilos. Vamos lá. O importante é que uma puxa a outra.
Eis o episódio 1, com a diva furiosa Adriane Garcia no corpo e na voz da atriz Rita Clemente:
Nesta terça 20 de julho, eis que vai ao ar o episódio 2, com a poeta Ana Caetano sendo lida pela atriz Débora Falabella.
O projeto de extensão Aula Aberta sofreu algumas perdas chatas este ano, de apoios e dinheiros, mas nada que surpreenda tanto nestes tempos bicudos. O importante é que conseguimos fazer o que importa: conversar.
Hoje realizamos um encontro lindo com quatro pesquisadoras maravilhosas: a profa. Isabel Travancas, da UFRJ, lançou seu livro sobre leituras de adolescentes no Rio e em Barcelona. Para compor o bate-papo, tivemos as presenças luxuosas das professoras Pepi Soto, da Universidad Autónoma de Barcelona, Sandra Reimão, da USP, e Aline Frederico, da UFRJ.
Apoiaram diretamente o evento as estagiárias Alícia Teodoro e Marsília de Cássia, com as quais tem sido uma dádiva trabalhar.
A semana será de aulas e reuniões, coisas que têm se confundido, nestes tempos pandêmicos já repetitivos.
Reuniões que duram quatro, cinco horas. Imaginam? Pois é. Em escola tem. Sempre. Resolve-se algo? Geralmente, não.
Reunião de algumas curadorias. Nestas, sim, premidas por prazos exatos, costumamos resolver coisas.
Aulas síncronas, que tenho preferido chamar de encontros. Dessas também tenho algumas. Tento distribuir turmas diferentes em semanas diferentes para que não fique pesado para esta professora já meio encarquilhada.
Hoje não consegui acompanhar meu filho à dentista. É assim que é.
Dois cursos breves tomarão algumas horas deste julho frio: o de edição e literatura BR que oferecemos junto à ANDIFES e a disciplina de 1 crédito sobre multiletramentos, em parceria com a Unisinos. Causam alegria e ansiedade, tudo junto.
Desta vez, vai. A gente ia conversar com a Eliana Alves Cruz há alguns dias, nas lives do Jabuti pela CBL, mas um luto suspendeu as coisas. Uma morte causada pela covid-19 arrastou tudo. E agora, mais ou menos refeitos, vamos à conversa.
Em janeiro (eu nem lembrava que tinha tanto tempo…), participei de um recital de poesia a convite do prof. Gonzalo, na Universidad Nacional Mayor San Marcos, no Peru, uma das mais antigas do nosso continente.
Bem que eu adoraria ter ido lá pessoalmente… mas o jeito foi falar de poesia e ler poesia virtualmente mesmo.
Daí nasceu esta publicação linda: uma seção dedicada a três poetas latino-americanas na seção de ‘creación’ da revista Escritura y Pensamiento. Eles têm lá uma longa tradição de cursos e oficinas de escrita criativa. Muito legal. Muito mesmo.
HOJE tinha uma reunião na minha agenda. Perdi a conta delas. Só que tinha sido algum delírio meu. Não tinha reunião. Até ali eu não sabia disso. Daí passaram-se uns minutos, o Google não me avisou nada. Resolvi entrar no WhatsApp e perguntar ao grupo: cadê a reunião? Perdi o link? As meninas logo disseram: não tem reunião nenhuma. Mas eu nem acreditei. Meu mundo caiu. É mesmo? (rolou uma lágrima). Cês têm certeza, gente? Sim, não tem nada marcado. Meu coração meio murcho, eu sem nem saber o que fazer com 3h a mais e sem uma reunião! Diós! Não estou mais acostumada. Como eu não sabia mais o que fazer, abri um arquivo e fui adiantar a reunião seguinte, que pode ter durado 1h a menos por conta disso. Sempre tem aquele esquema: reuniões que poderiam ser e-mails (não era bem o caso destas); e reuniões que não deixam a gente trabalhar. Rá! Não era o caso da segunda. Além do mais, estas eram reuniões com pessoas queridas.