
Há 15 anos, ajudei a por de pé a especialização em Revisão de Textos da PUC Minas. Atuei durante vários anos, saí. Agora, ela tem uma oferta atualizada. Tive a alegria de ajudar também. Vale a pena. Inscrições abertas ainda.

Há 15 anos, ajudei a por de pé a especialização em Revisão de Textos da PUC Minas. Atuei durante vários anos, saí. Agora, ela tem uma oferta atualizada. Tive a alegria de ajudar também. Vale a pena. Inscrições abertas ainda.
Um dos filmes a que assisti durante a pandemia foi Massao Ohno – Editor por Editor, dirigido pela Juliana Kase, em 2018. É um documentário sensível sobre um editor que tinha assinatura, o Massao Ohno. O catálogo dele é impressionante, inclui Hilda Hilst e outros, como sabemos, mas é muito legal ver como ele pensava cada livro. Bom, as coisas acontecem no documentário a partir da abertura das caixas com o acervo dele. Várias pessoas foram convidadas a lidar com essa rica documentação, entre elas o sensacional editor Jiro Takahashi.
No dia em que eu vi, o filme estava aberto por alguns dias. Agora está fechado de novo, mas é possível ver o trailer.
Nesta terceira semana de agosto, plena pandemia, sem data pra acabar, serão dois compromissos, um na Bahia e outro em Pernambuco, com colegas queridos/as e sem sair de casa. Vamos participar?


O papo sobre playlists foi divertido e está aqui.
A grande conversa sobre escrever na universidade também foi massa.
Foi ao ar hoje a crônica da Revista Pessoa. Ela fica aberta por 24h e, depois, só para assinantes. Vamos aproveitar?
Rastros Lectores é um evento itinerante organizado por um grupo de pesquisadores/as de vários países latino-americanos, entre os/as quais me incluo. Depois de sua primeira ocorrência no Chile, em 2020 ele foi em Montevidéu… Ou era para ter sido, não fosse a pandemia da Covid-19.
Fiz a palestra de encerramento, a convite dos/as colegas.
Tratei dos desafios de pesquisar mulheres inenarradas de nossa história editorial. E continuo investindo nisso. Todos os vídeos podem ser vistos na página do congresso no YouTube.
Dias 12 e 14 de agosto, das 16h às 18h, rolou nossa oficina Escreva com(o) uma mulher, oferecida gratuitamente, no âmbito do projeto e grupo de pesquisa Mulheres na Edição (CEFET-MG).
Minha ideia foi oferecer uma oficina de escrita literária inspirada no conto de outra escritora, a argentino-brasileira Paloma Vidal. A partir da leitura comentada desse texto, as inscritas puderam escrever os seus, o que aconteceu com muito empenho e sucesso.

O encontro aconteceu virtualmente, pela plataforma RNP. Ofereci 12 vagas, mas tivemos 63 interessadas, de todas as partes do país. No fim, éramos 14, com promessas de que eu reofertasse a oficina, qualquer hora dessas. Acho que vale a pena!
Do nosso papo, saíram contos impressionantes, que serão compilados em um livro eletrônico, para breve.
Acaba de sair na revista CULT a entrevista fantástica que um time de pessoas, a convite do poeta e crítico Tarso de Melo, fez com a escritora, crítica e professora Maria Esther Maciel. Como negar um convite desses? Contribuí com minha pergunta sobre os trânsitos da Maria Esther pelos gêneros literários. Acho fantástico. Uma honra participar desta conversa sobre a produção dela, que foi minha professora na graduação da UFMG e que sempre me inspirou.
Legal demais esta moda de resenhar as conferências do ABRALIN AO VIVO. Depois que falei por lá, pintou esta resenha de duas pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Estou grata. Logo virá o texto de minha autoria derivado desta palestra.
Nunca é demais falar sobre a escrita e o escrever. Olha que são coisas bem diferentes, embora conectadas. O convite agora veio da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. O papo será com este time.

Meu primeiro semestre letivo de 2020 deveria ter terminado em junho do mesmo ano. Com a pandemia e a subsequente suspensão do calendário do CEFET-MG, o primeiro semestre letivo teve reinício em agosto. E lá vamos nós recomeçar.

Na pós-graduação, eu tinha uma turma de alunos/as regulares de mestrado e doutorado e vários/as alunos/as especiais (isolados/as). Tratávamos de letramento e formação de professores/as. E já tínhamos lido e debatido alguns textos. Paramos no auge do debate sobre uns livros e textos da profa. Magda Soares.
Para retomar, diante da situação de ensino remoto, resolvi trazer a própria Magda para nossas aulas. Muito melhor do que eu mesma repetindo a referência, né? Quanta intimidade! Em vez de simplesmente lermos seus textos e os comentarmos, resolvemos trazer sua voz, sua fala, quase sua presença para nosso papo. E que interessante!
Indiquei dois vídeos para a turma. O primeiro é de 1997!, proposição do Ceale, nas dependências da Faculdade de Educação da UFMG. Magda usa, meio desajeitadamente, transparências e um retroprojetor. O segundo vídeo é recentíssimo. Foi a participação dela, em 2020, no ABRALIN AO VIVO. Ela havia acabado de dar essa conferência, diretamente de sua casa, para milhares de pessoas, cada uma em seu canto. O evento teve um alcance incrível e a professora, desajeitadamente, usava um computador conectado à internet.
Magda deu aulas para nós. O debate em nosso fórum ferveu. A turma comentou coisas interessantes não apenas sobre letramento, alfabetização, alfabetismo, literacia, etc., mas também sobre as condições tecnológicas de cada vídeo, de cada tempo, e o que a professora disse em um e em outro. Foi rico. E os textos que ficaram ali no fórum (dentro do ambiente do Sigaa que a instituição usa) não queriam ser abandonados. Uma aluna mandou uma mensagem perguntando: “teremos acesso a esses textos depois?”. Era saudade daquela riqueza toda.
Ana Elisa • 2020