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Filmes

Durante a pandemia, assisti a muitos filmes, muitos mesmo. Tirei o atraso dos que eu queria ver e não tinha tempo, mas também passei a ver novidades que eu nem sabia que existiam. Meu companheiro de cinema foi o Sérgio Karam, que entende das coisas boas. Inclusive, um dos filmes a que assisti por uma dívida que tinha com o Sérgio foi O poderoso chefão!

Outro motivo que me levou a assistir a filmes que eu desconhecia foi um convite da Letícia Santana Gomes, nossa aluna de doutorado (e formada em nossa graduação em edição!). Ela está organizando um livro sobre edição e cinema e me enviou uma lista de possibilidades pra comentar. Escolhi falar de um filme em especial, mas acabei guardando a lista da Letícia para meu deleite.

Deixo aqui três textos que escrevi nestes tempos, em sites diferentes, com dicas sobre os filmes a que assisti. Acho que podem interessar bastante!

Três filmes sobre livrarias, para o site LiteraturaBR

4 filmes sobre publicar livros, para o Digestivo Cultural

Filmes de guerra, de outro jeito, para o Digestivo Cultural

Estes dias, volto a escrever sobre mais um, um curta-metragem!

Pensar Edição 4 – 2020

Nós estamos preparando este evento com muito carinho. O PEFL nasceu de um papo com meu amigo, o editor Nathan Magalhães, e fomos em busca de espaço e parcerias. Isso a gente sempre encontra em BH. Daí fomos experimentando o evento, fazendo na marra, sempre com apoios generosos. Em 2020, ele será virtual, claro. Culpa da pandemia. Mas não há de ser pior por isso. Abrimos espaço para trabalhos acadêmicos & chamamos interlocutores/as de outros estados e países. Não vai ser fácil, mas vai ser bonito. Ajude-nos a divulgar! E participe!

Multimodalidade e letramento digital

Os colegas Geam Karlo Gomes e Auricélia Belarmino, da Universidade de Pernambuco, me provocaram com perguntas, em 2020. Concedi, então, uma entrevista animada e tão objetiva quanto possível. Ela saiu agorinha, na revista Texto Digital, da UFSC.

Multimodalidade &

É cada convite legal!

Neste, em Londrina, vou participar de uma mesa e minha fala tem o título “Textos multimodais: redundância necessária?” Pensei nisso a partir de uma afirmação de Kress e Van Leeuwen que sempre precisa ser relembrada quando falamos em multimodalidade. E juntei com questionamentos de colegas sobre essa expressão “texto multimodal”, que parece então redundante, pleonástica. Será? Por que fazemos isso? Vai ser legal abordar este assunto.

Bom, dias passados, já participei e foi uma energia ótima. O papo que eu propus casou legal com a apresentação da profa. Janaina Ferraz (UnB) e aí virou um jogo animado. Meus agradecimentos à turma boa da UEL e à mediadora, profa. Cláudia Ferreira.

Aqui vai o link do papo, que ficou no YouTube.

Papel e pixel

Uma turma boa da Pós em Letras da UNIFESP me chamou para um encontro destes! Falar sobre papel e virtualidade no encerramento do SELL, dividindo mesa com uma colega extraordinária, a profa. Lúcia Granja, mediadas pela profa. Andreia Menezes. Vou abordar os aspectos linguísticos, mas vivo de olho nos aspectos literários, claro.

Pronto. Tá feito. Quem quiser ver como foi, está aqui.

Escreva com(o) uma mulher

Semana que vem começam nossas oficinas comemorativas do grupo Mulheres na Edição – 1 ano. Vou tratar de textos literários dias 12 e 14 com 15 pessoas que se interessaram. Foram 60 inscritas/os, mas para uma oficina ficaria demais! Vamos de grão em grão.

O erê

As carteiras azuis que compõem as salas de aula do campus I do CEFET-MG, os pertences impressos e eletrônicos de um/a aluno/a… uma imagem distante. Foto minha, em algum momento pré-pandemia.

Ontem, 6 de agosto de 2020, foi o dia em que reiniciei as aulas da pós-graduação, remotamente – ensino remoto emergencial, como tem sido chamado. Depois de meses tentando não sofrer com os debates, as decisões e as indecisões institucionais, abri novamente a discussão sobre letramentos, com 19 estudantes, entre regulares e matriculados especiais.

Minha primeira alegria da tarde foi receber todos/as de volta. Apesar de saber que alguns e algumas estavam em situação mais difícil, constatei que não havia baixas. Ao menos até ali.

Segundas e terceiras alegrias vieram. Uma delas foi ouvir que alguns/mas sentiram saudades. Outras disseram não ter sentido… porque acompanharam, o tempo todo, minhas incursões formativas pelo Instagram, por exemplo participando do projeto de extensão Aula Aberta.

Optei por um encontro síncrono de 2h, via RNP, um sistema de videoconferência federado, como penso que tem de ser. Funcionou bem, na maioria dos casos. Como as variáveis são muitas, algumas pessoas tiveram dificuldades de se manter on-line. É tudo muito precário, como sabemos: internet, equipamentos, compatibilidades, etc.

Juntos, muito juntos, decidimos vários pontos do novo cronograma, usamos as boas funcionalidades do sistema para nos dividir, definir pontos da disciplina, falar e ouvir, escrever colaborativamente e esclarecer dúvidas. Também falamos de como estão nossas vidas em casa.

Por aqui, trabalho com a janela quase voltada para uma rua relativamente movimentada. Passa de tudo: pamonha, abacaxi da massa amarela, pão quentinho, Yacult, 30 ovos por 10 reais, vassoura, mexerica, tudo em carros de som. De vez em quando, fecho meu microfone às pressas.

Ouvi várias situações, compartilhamos nossas questões e nos acalmamos. Haveremos de passar por isto. E conseguiremos aprender muito, ainda que deste jeito atabalhoado.

Que futuros redesenhamos?Uma releitura do manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos e seus ecos no Brasil para o século XXI

Artigo publicado em julho de 2020 na revista Diálogo das Letras, com muitas demonstrações de respeito da equipe editorial. Uma felicidade publicar este texto, que vinha me rondando havia algum tempo.

C0mo a revista às vezes sai do ar, deixo aqui também o arquivo para baixar:

No balanço feito pelos editores da revista em seus dez anos (2022), nosso texto é mencionado. Que alegria é fazer parte desta história!

Ensino remoto emergencial e educação a distância

Webinário a convite da comissão geral de implementação do ensino remoto emergencial do CEFET-MG, em julho de 2020. Minha contribuição, em sentido positivo.

Leitura, escrita e tecnologias

Este grupo é uma atualização do grupo de 2008 sobre Tecnologias e processos discursivos. Aproveitamos sua base, mas ele passou a ser liderado, em 2020, por mim e pela professora Carla Coscarelli (UFMG). Estamos dando início a atividades neste âmbito, depois de muitos anos atuando juntas em projetos e textos.

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Ana Elisa • 2020