O projeto de leituras poéticas do Galpão Cine Horto continua. Nesta semana (quase finda), foi a vez de Simone Ordones ler/falar a poeta mineira Líria Porto. A curadoria é minha, das poetas e dos textos que elas propuseram. Uma verdadeira maravilha ver isto acontecer.
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Olha só quem vem pro Aula Aberta na segunda semana de agosto! O prof. Sergio atua no IFPR de Jacarezinho e vem fazendo um trabalho incrível por lá. Ele vai compartilhar essa experiência conosco, pelo Instagram.
Desde 23 de julho temos enfrentado o bug das plataformas do CNPq, incluindo a Carlos Chagas e o Currículo Lattes. Engraçado como isso me deixa preocupada. Há anos trato o Lattes como uma espécie de diário, imagina? Coisa de maluca, né? Mas é que se eu não entrar lá e registrar as produções, imediatamente depois de cumpri-las, eu me esqueço e bau-bau. Acho melhor ir parcelando o trabalho assim, de grão em grão, do que depois ter de correr atrás da minha memória traiçoeira (além dos certificados… que nem sempre vêm). Bom, enquanto o Lattes não volta, o jeito é ir fazendo listinha no caderninho aqui ao lado.
Bom frisar que o bug parece ter sido devido à falha num servidor do mais alto conselho de pesquisa do país, um negócio inédito, que deixou na mão toda a comunidade científica. Muita gente em pânico chegou a aventar a possibilidade de termos de refazer o Lattes todo de novo! (ah, eles têm becape… ufa!) É pesadelo! Faria bem uma manutenção mais amiúde, né?
A gente escreve, a gente publica, a gente pesquisa, mas os dias se medem mesmo é por aulas. São muitas aulas. No caso do CEFET-MG, em três níveis de ensino, o que deixa todo mundo doido. Estes dias dei muita aula. Já foi pior. Vida de professora é tão engraçada… pode ser tão complicada, que a gente termina por achar razoável uma situação que nem boa é. Sempre pode ser pior.
Dei aulas em todos os níveis, nesta pseudomodalidade chamada Ensino Remoto Emergencial, que causa alívio em uns e engulhos em outros/as. Eu nem acho tão ruim. Acho que o ERE foi a solução possível, quando teve jeito. Estamos em 2021, então é preciso pensar com os pés aqui. Não ter ERE não era solução. Era estacionar num ponto difícil do tempo e até retroceder, como infelizmente aconteceu a muitas escolas. O problema mesmo é a falta de infraestrutura, de condições; o problema não é o que se tentou fazer depois.
É sexta. Mas eu darei aula sábado pela manhã. É. Pouca gente se lembra disso. Darei aulas sábado porque é meu horário, e a vida de professor é repleta disso: de horários, cronômetros, limites, ponteiros.
Segunda começará tudo de novo. Menos mal.

Nesta sexta, último dia útil de julho (afe, que mês grande!), teremos evento importante na Unifesp. Participo de uma mesa sobre ferramentas digitais. Já estou com a roupa de ir. 😀
O canal é este.
E assim foi:
Nesta semana, teremos encontro afetuoso sobre poesia e docência. A convite da UFMS, eu e Vicente Parreiras vamos conversar com colegas sobre nossos trabalhos e afazeres. Para participar, basta entrar no canal do YouTube.

Para assistir ao que ficou gravado, é só clicar aqui.
Na próxima semana, o encontro com colegas será no Seminário Nacional do Ensino Médio (VI SENACEM). Submeti uma comunicação ao simpósio coordenado pelos queridos colegas Ribamar Jr. (UFPI) e Vicente Lima-Neto (UFERSA): Tempos digitais: (multi)letramentos, tecnologias digitais e ensino de línguas. Meu papo rápido tem o título: Híbrido, anfíbio, bivalente, ambíguo – Que ensino é este que se insinua sob a metáfora biológica? A ideia era matar a saudade dos colegas, aproveitando para debater algo que nos toca de perto.

Saiu livro novo, clicável e livremente baixável, organizado pelos colegas Renato Caixeta e Lizainny Queiroz, professor e pesquisadora do POSLING CEFET-MG. Multimodalidade e Discursos sai pela Pimenta Cultural, que vem fazendo um belo catálogo.
Estão reunidos nessa obra capítulos de autorias diversas, todos abordando aspectos da multimodalidade em textos. Colaborei com um capítulo intitulado “Manifestações e polarização ideológica durante a pandemia do Novo Coronavírus”, em que comento e analiso peças gráficas que circularam nas redes sociais chamando para barulhaços.
O livro está no site da Pimenta Cultural e pode ser baixado aqui também, ó:
Estejam à vontade!
É absolutamente incrível ver um festival literário ser urdido por dentro. É como bordar com bastidor. Dá um trabalhão danado, é muita reunião, mas sai. Acontece antes, durante e depois. Neste caso, foi todo feito com afetos e paciências. Quando recebi o convite para a ser curadora junto com a Madu Costa, pensei que era um presente. Trabalhoso, mas presente. E tive certeza de que seria lindo e, em certa medida, histórico.
Pela primeira vez, homenageamos uma pessoa viva, vivíssima, vivaz, que é a Maria Mazarello, uma das pioneiras na edição de livros de autorias negras neste país. A Maria celebrou seus 80 anos de idade agora, e a Mazza Edições, seus 40. Sem contar os anos de livro e edição que a Maria M. acumulou antes de abrir a editora.
Com essa homenageada e o tema VIRANDO A PÁGINA, livro e leitura tecendo amanhãs, a gente deu o recado. É preciso que haja gente para fazer bem, fazer mais, fazer para melhor, mudar o que vai mal e construir um mundo inteligente, interessante. E os livros fazem parte disso.
Já saiu no site da Prefeitura.
Em breve, dará pra apreciar a programação; e participar dela, claro.

Anúncio do FLIBH pela Prefeitura de Belo Horizonte.
Chamada para lançamento de livros no FLIBH.

Saiu há pouco este livro importante e necessário que reúne vários/as pesquisadores para lançarem olhares sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nesse time estamos eu e a Carla Coscarelli, com um capítulo sobre tecnologias digitais, tema que atravessa o discurso da Base sobre a educação em linguagens. O livro pode ser adquirido no site da Pontes ou nas melhores lojas do ramo.