Categoria: Estudos de Edição Page 12 of 29

Lei do preço fixo

Há meses a profa. Marisa Midori (USP) entrou em contato para que ajudássemos a construir um evento sobre a Lei Lang ou Lei do preço fixo, que não vigora no Brasil, mas está há tempos em discussão. Com a ameaça de taxação dos livros, o assunto voltou forte à cena. Outros países têm experiências para contar, como é o caso da França, onde Lang implementou a ideia. A programação está bem bonita. Vários e várias colegas debaterão assuntos fundamentais para a bibliodiversidade no país. Na sexta, estarei no debate falando das tecnologias do livro, hoje.

No Jornal da USP.

Na Folha de S.Paulo.

No PublishNews.

Programação completíssima no site do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Assista aqui:

Prezada editora,

Assim mesmo, com vírgula, é o título do livro que organizamos eu, Rosário e Renata, professoras e pesquisadores do CEFET-MG, coordenadoras do grupo de estudos Mulheres na Edição e da pesquisa quase homônima fomentada pela Fapemig.

O livro é parte da coleção Pensar Edição, que dirijo com Nathan Magalhães e Pablo Guimarães, respectivamente editores das casas Moinhos e Contafios, que fazem a dobradinha que põe de pé estes livros.

Reunimos aqui sete pesquisadoras que trabalham com nove mulheres que editaram e editam no Brasil.

Para adquirir o livro, é clicar nos sites das editoras (abaixo) ou mesmo em livrarias conhecidas. Há versões impressa e digital.

Moinhos

Contafios

Algumas matérias bacanas saíram sobre o Prezada editora,:

Na Folha de S.Paulo.

No jornal O Tempo.

No portal PublishNews.

Reedições e alegrias reiteradas

Recebi, recentemente, mais cotas de novas impressões de dois dos meus livros de poesia: Álbum e Dicionário de Imprecisões. Em ambos estão registradas as edições e a quantidade de reimpressões, que passa da segunda, nos dois casos. Chega a ser curioso.

No caso do Álbum, publicado pela maravilhosa Relicário Edições em 2018, a reimpressão deu uma ajustada nos contrastes da capa e nenhuma outra mudança. O livro parece seguir firme, naquele comportamento ‘sempre em frente’ dos livros que fazem seu caminho. É uma alegria quando a editora percebe e aposta na necessidade de reimpressão.

O Dicionário de Imprecisões é mais curioso porque uma impressão nunca é idêntica à outra. Como ele é feito com papéis e cores especiais, há sempre alguma diferença de tom, de falha, de mordida do clichê, de textura da capa, de corte. A edição mais recente tem um papel de capa mais liso do que a anterior, embora também meio cintilante. Isso tudo é uma característica muito peculiar e interessante da Impressões de Minas, que vem, cada vez mais, se especializando nessas sensações.

É claro que as tiragens são pequenas. Não estamos falando em tiragens de quatro dígitos. Estamos falando de algumas centenas por vez, o que não é pouco para obras poéticas, estigmatizadas que são no comércio. Aliás, o editor da Impressões vem questionando muito isso, enfrentando, inclusive.

De cá, nunca pensei em tiragens repetidas de livros de poesia meus. Sempre pensei neles como uma oferta que se esgota e pronto. Nunca mais. Foi o que fiz com os títulos anteriores, sem remorso algum. De uns anos para cá, tenho vivido essa alegria curiosa das novas tiragens, geralmente notícias dadas pelos editores com confiança renovada. Minha e deles. Viva a poesia, viva a edição de poesia, viva quem edita poesia neste país.

Italianistas

Não somos italianistas (bem que eu queria… fiz três semestres na Faculdade de Letras da UFMG), mas podemos falar algo sobre materiais didáticos. Vai ser uma alegria estar com estes colegas neste evento. Grata ao convite.

3 financiamentos coletivos muito bacanas pra apoiar

Não é só caô. Eu realmente fui lá apoiar estes financiamentos. Na verdade, colaboro com dois na forma de apoio (boleto pago) e com um na forma de trabalho. Uma alegria enorme ver esses projetos editoriais de vento em popa. Acho que tem hora que a gente precisa parar de só falar e ir lá pôr a mãozona na massa, se tiver jeito. Bora?

Açúcar, livro de poemas da Priscila Branco pela maravilhosa Macabéa Edições. O projeto está na Benfeitoria.

Revista Puñado 7, com literatura caribenha e latino-americana, pelas maravilhosas Laura Del Rey e colaboradoras. Tá no Catarse.

A falência, reedição de romance de Júlia Lopes de Almeida pela Campos Editora. Catarse também, bem aqui.

Revisar revisando

Nesta semana, vou bater um papo com estudantes e colegas da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, sobre revisão de textos. Dá sempre um prazer a mais quando a gente fala dessas coisas que nos interessam há tanto tempo. Fui e sou revisora. Tem jeito de deixar de ser? O olhar, quando se afia e refina, não recua. Ou recua? Estou com ótima expectativa.

O canal do YouTube é este.

Inscrições aqui.

Quem quiser ver como foi, só clicar aqui.

FLIBH 4 programação

Nesta semana, enfim, saiu a programação completa do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, 4a edição, que homenageia a editora Maria Mazarello Rodrigues, a Mazza.

O programa de bolso está em pdf, disponível para baixar. É importante estudar tudinho e escolher o que fazer (difícil, com tanta oportunidade!). Eu e Madu estamos bem satisfeitas com a cena toda.

Trabalheira enorme do Instituto Periférico e parceiros. Evento da Prefeitura de Belo Horizonte.

E assim foi a abertura: emocionante.

Além da gramática

Chegou esta semana às minhas mãos (e às da Márcia) o livro Além da Gramática, em que reunimos pesquisadoras-revisoras de textos que escreveram sobre a revisão em diversos domínios: publicitário, literário, acadêmico, etc. A obra, assim como toda a coleção, está à venda aqui.

Lugar de mulher

Nosso Prezada editora, – mulheres no mercado editorial brasileiro, quinto volume da coleção Pensar Edição, teve espaço bacana na Folha de S.Paulo, na semana que passou. A profa. Rosário Pereira representou competentemente o grupo e a turma do livro, o que nos deixou bem felizes e gratificadas. A matéria está aqui. O livro pode ser adquirido aqui.

Pensar Edição, até logo

Missão cumprida, mais uma vez. A gente vai indo, vai indo e chega. Neste 2021, mais uma vez, eu e Nathan batemos uns papos, nos fizemos companhia e botamos o PEFL de pé. Tudo on-line, claro, respeitando a situação de crise sanitária atual… e também o fato de que agora estamos em cidades diferentes: eu em BH e ele, em Santo André, SP.

Uns posts atrás, falei da programação. Tivemos algumas baixas de última hora e elas fizeram falta, mas o evento seguiu lindamente. Dois lançamentos de livros, com direito a matéria na Folha de S.Paulo no mesmo dia; uma conferência de abertura bem bacana com a profa. Marisa Midori; algumas mesas aconchegantes; e uma oficina bem bacana com a turma do Fazia Poesia.

Com amigos transparentes as coisas ficam até parecendo fáceis.

A gente agradeceu o CEFET-MG, que nos apoiou oficialmente por meio de um edital de extensão, mas de fato não conseguimos executar o edital por razões que nos escaparam completamente. Mesmo assim a gente agradece.

Bom, de todo modo, agradecemos demais às estagiárias do Aula Aberta, outro projeto de extensão do CEFET-MG, que foram emprestadas ao PEFL 5 por algumas horas. Elas são sempre competentíssimas e chiquérrimas: Alícia Teodoro, Marsília de Cássia, Carol Vasconcelos e Angela Vasconcelos. Chique demais, como diz a Marsília.

Para assistir a todo o evento, é só clicar aqui.

Page 12 of 29

Ana Elisa • 2020