Categoria: Palestras e cursos Page 5 of 8

Papéis soltos e livros de poesia – CPF Sesc SP

Há algum tempo que a Sabrina Paixão, do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP, vem trocando ideias comigo. Já escrevi sob encomenda para a bela revista deles e agora a ideia foi oferecer um curso breve sobre edição e publicação de poesia. Imagina se eu não topei?!

Só que em algumas horas as inscrições se esgotaram, e nós ficamos felizes e chateadas. Dá pra entender? É que são menos vagas do que pessoas interessadas, e não podemos atender a todos/as. Vamos torcer para ter outra oferta! Pressionem!

XII Seminario Internacional. Redes Públicas y Relaciones Editoriales

A semana que passou foi corrida e intensa. Fui a São Paulo pela primeira vez depois que a pandemia começou (e nunca mais deu folga). Havia sido também minha última viagem antes da crise sanitária. Voltei principalmente para ver pessoas, reencontrar amigos(as), desvirtualizar amizades. E assim foi.

Uma sequência de encontros começou na quarta, depois da nossa chegada (eu e Sérgio), com Renata Borges, editora da Peirópolis, e companhia limitada, incluindo André, Aline e mais. Também aí a Mônica Carvalho, da Livraria da Tarde, que nos recebeu para um lançamento afetuosíssimo. Pintaram lá parte do conselho do Jabuti, o cunhado Cau, a Mariana Ianelli (uma das poetas da coleção), a Alessandra da UFSCar, entre outras pessoas. Depois um encontro com a Ildney Cavalcanti (UFAL), numa coincidência ótima de viagens e trajetos. Lojas, instituições, livrarias. Almoço com o conselho quase todo do Jabuti, bate-papo animado com a Laura Del Rey (da Puñado, peguei a minha!), pizza com tio e prima, mais almoço. Ufa!

Para encerrar, aí, sim, um evento acadêmico: o seminário internacional teve o tema das “Mujeres en la historia de la edición: investigación, alianzas y redes” e o convite me honrou muito. Estive, virtualmente, entre colegas da Espanha, do Chile, do México e de outros países, todas e todos investigadores das mulheres no campo editorial. Foi tenso por conta do fuso horário e do meu voo de volta para casa, mas deu tudo certo.

O evento aconteceu na Barcelona School of Management, neste link. Não ficou gravado, pelo que sei. Aqui é possível baixar a programação. Tratou-se de um evento também da EDI-RED, que mantém este belo portal.

Foi a tal da chave-de-ouro. Mas o ano ainda não acabou.

Empreende Letras 2021

Muito o que discutir neste evento sobre revisão de textos, formação e profissão. Sábado, 4 de dezembro, o dia inteiro. Convite da Hariele “Mestre da revisão”.

Quem quiser ver atrasadinho… tá aqui:

Editor em ação

Mas agora mereceria se chamar EditorA em ação, neam? Porque vejam que coisa linda vai acontecer neste evento da ECO UFRJ!

Espia (e vale assistir ao segundo dia):

Editoras da rede federal

Olha o tamanhão da chave-de-ouro com que vou fechar esta semana de novembro! Encerrando o Enedif 2021 numa mesa com Alberto Manguel, autor referência nos estudos da leitura e do livro no Brasil e em outras partes do mundo. Frio na barriga? Tem! Mas vamos nessa. Rá!

Vou dizer coisas que tenho estudado e que tenho experimentado em relação ao livro e à sua produção. Vou citar textos, vou me arriscar. Não é isso mesmo que se deve fazer? Queria dizer algo sobre uma editora que o CEFET-MG não tem e que só planeja, sem planejar. Queria ter melhores condições para pensar nisso, mas não adianta lamentar. Não é por falta de trabalho.

Vamos fazer futurologia? Não. Vou, particularmente, falar com base nas pistas e nas evidências que temos hoje, agora.

Inscrições e informações aqui.

Para assistir à gravação, é só vir aqui.

Livros de acesso aberto

A Associação Brasileira de Editoras Universitárias e a UFSCar produziram um evento importante para discutir o livro de acesso aberto no âmbito da edição universitária. O convite para que eu falasse dos livros como tecnologias me deixou feliz, claro, mas também cheia de uma grande responsabilidade. São vários links para participação. Um deles é este.

Foi assim:

Edição, livro e leitura

Amar os livros, querer estudá-los como objetos e tecnologias, querer tratar dessas materialidades… às vezes parecia algo tão deslocado, estranho, excêntrico, uns anos atrás, neste Brasil. Era difícil achar interlocução para isso. Não raro, a gente levava até uns passa-fora… menos e mais elegantes, porque era necessário entrar espremida e enviesada nos eventos e nos periódicos de outras áreas.

Isso mudou. Houve uma transformação nos mercados editoriais, no campo, nas instituições, entre os/as pesquisadores/as, enfim. E agora é até relativamente fácil encontrar “nossa turma”. Está até mais atraente e interessante fazer isso.

Os colegas hispânicos sempre me pareceram estar mais atentos a essas questões. Há vários anos descobri, por exemplo, que precisaria ler em espanhol, se quisesse adentrar esses estudos de maneira mais consistente. Os cursos dessa língua que fiz na vida me valeram.

Nesta quarta, às 11h45 de Brasília, abro um evento lindo, charmoso, importante me Bogotá. Eu adoraria estar lá, como já estive, com objetivo semelhante. O que vou dizer está relacionado às pesquisas que venho executando desde 2015, sobre as mulheres no mercado da edição.

Encontrei muita interlocução, respeito e amizades entre esses e essas colegas. E seguimos. As inscrições para ouvintes estão aqui. Para assistir pelo YouTube, aqui.

Lá pelas tantas estou (perdoem o portunhol selvagem):

Lei do preço fixo

Há meses a profa. Marisa Midori (USP) entrou em contato para que ajudássemos a construir um evento sobre a Lei Lang ou Lei do preço fixo, que não vigora no Brasil, mas está há tempos em discussão. Com a ameaça de taxação dos livros, o assunto voltou forte à cena. Outros países têm experiências para contar, como é o caso da França, onde Lang implementou a ideia. A programação está bem bonita. Vários e várias colegas debaterão assuntos fundamentais para a bibliodiversidade no país. Na sexta, estarei no debate falando das tecnologias do livro, hoje.

No Jornal da USP.

Na Folha de S.Paulo.

No PublishNews.

Programação completíssima no site do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Assista aqui:

Italianistas

Não somos italianistas (bem que eu queria… fiz três semestres na Faculdade de Letras da UFMG), mas podemos falar algo sobre materiais didáticos. Vai ser uma alegria estar com estes colegas neste evento. Grata ao convite.

Revisar revisando

Nesta semana, vou bater um papo com estudantes e colegas da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, sobre revisão de textos. Dá sempre um prazer a mais quando a gente fala dessas coisas que nos interessam há tanto tempo. Fui e sou revisora. Tem jeito de deixar de ser? O olhar, quando se afia e refina, não recua. Ou recua? Estou com ótima expectativa.

O canal do YouTube é este.

Inscrições aqui.

Quem quiser ver como foi, só clicar aqui.

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Ana Elisa • 2020