Na próxima semana, participo de duas atividades bem lindas: uma pelo prêmio Jabuti, que logo revelará os finalistas deste ano, e outra pela Livraria da Tarde, com a Relicário Edições. Tenho certeza de que serão papos enriquecedores para mim e para quem participar. Vamos? Tudo on-line.
Ô evento simpático, sô. O FLIR vem aí, pela terceira vez, e agora em conexão direta com Luanda (Angola). A curadoria é da querida poeta Adriane Garcia e do professor e escritor Kaio Carmona. Meu papo será sobre o livro como elo entre culturas. Mamão com açúcar! Tema lindo. Vejam que lindeza a programação completa.
Aconteceu a Bienal e teve café com bate-papo com o Rogério Tavares. A conversa foi gravada, mas era possível interagir pelo chat na hora programada para o evento. Uma delícia. Falamos principalmente dos meus livros mais recentes, sem deixar de contar histórias de outros livros anteriores.
A revista Em Tese publica, além dos artigos acadêmicos, ensaios e resenhas, uma seção de produção literária propriamente. Há alguns meses, fui convidada a enviar poemas para lá, para um dossiê sobre as cidades da literatura. É claro que topei.
Nesta semana, esse dossiê saiu, lindo que só, com vários e várias autores/as e seus textos. Para conhecer a revista, é aqui. O pdf das poéticas está aqui direto. E a imagem dá uma dica sobre um dos poemas inéditos que enviei para o número. Mineirice transbordante.
Foi com renovada alegria que recebi o convite da Guiomar de Grammont para este bate-papo entre as atividades do Fórum das Letras, evento literário longevo, produzido em Ouro Preto há anos, algo que sempre acompanhei. Desta vez será virtual, mas minha alegria não se abate por isso. Para participar é só clicar aqui.
Também foi ao ar esta semana a crônica mais recente na coluna Marca Página, do Blog da Relicário, umas das casas editoriais mais cuidadosas do país. Desta vez, o papo é sobre uma carta que eu gostaria de enviar a mim mesma… Para ler, é só chegar.
Ontem recebi o link do programa de tv Agenda, da Rede Minas, com matéria sobre o lançamento do Doida pra escrever, meu mais recente livro de crônicas reunidas. Foi bem legal ver a produção. Grata ao Agenda por sempre dar esta força.
Não é só caô. Eu realmente fui lá apoiar estes financiamentos. Na verdade, colaboro com dois na forma de apoio (boleto pago) e com um na forma de trabalho. Uma alegria enorme ver esses projetos editoriais de vento em popa. Acho que tem hora que a gente precisa parar de só falar e ir lá pôr a mãozona na massa, se tiver jeito. Bora?
Açúcar, livro de poemas da Priscila Branco pela maravilhosa Macabéa Edições. O projeto está na Benfeitoria.
Revista Puñado 7, com literatura caribenha e latino-americana, pelas maravilhosas Laura Del Rey e colaboradoras. Tá no Catarse.
A falência, reedição de romance de Júlia Lopes de Almeida pela Campos Editora. Catarse também, bem aqui.
Este é meu terceiro livro de crônicas reunidas. É o tipo de coisa que a gente leva anos para fazer e demora a decidir publicar. Crônica vem de grão em grão; não costuma ser num rompante ou num projeto tipo ‘vou escrever um livro inteiro’. São textos breves, aerados, que querem flutuar em vez de cair de pé.
O Doida pra escrever me inscreve também, afinal e enfim, no catálogo da Moinhos, do meu querido amigo Nathan Magalhães, que vem fazendo um incansável e belíssimo trabalho de garimpo e publicação de literatura latino-americana (nós BR incluídos e incluídas!).
Juntei uns seis anos de crônicas do Digestivo Cultural, de novo, e tratei, tratei, costurei, alinhavei, até dar nesse volume de 160 páginas. Tem galhofa e tem seriedade; tem peso e tem leveza. A orelha, pasmem, tá assinada pela maravilhosa Cláudia Tajes, cronista bamba do Rio Grande do Sul. Com o sotaque e o carinho dela, generosa que só.
Vamos ver no que vai dar, que trilhas este livro vai percorrer. Tá no mundo.
No Hoje em Dia, pelo Paulo Henrique Silva, sempre atencioso.
Ele já anda também pelo clube #LeiaMulheres lá de Santa Cruz do Sul, RS. Olha que card bonito.
https://www.youtube.com/watch?v=DH2BlORx2RE
O Agenda, programa de Rede Minas de tv, é um dos pouquíssimos que sempre dá espaço à produção literária. O Doida está lá, com leitura de trechos e tudo.
Matéria de capa do caderno Magazine do jornal O Tempo.
Matéria de quarta capa inteira no caderno Pensar do Estado de Minas.
Na Revista Rubem, que se dedica à crônica e aos/às cronistas, uma resenha e um trecho do livro.