Categoria: Literatura Page 10 of 30

Blog da Relicário

Também foi ao ar esta semana a crônica mais recente na coluna Marca Página, do Blog da Relicário, umas das casas editoriais mais cuidadosas do país. Desta vez, o papo é sobre uma carta que eu gostaria de enviar a mim mesma… Para ler, é só chegar.

Doida na Rede Minas

Ontem recebi o link do programa de tv Agenda, da Rede Minas, com matéria sobre o lançamento do Doida pra escrever, meu mais recente livro de crônicas reunidas. Foi bem legal ver a produção. Grata ao Agenda por sempre dar esta força.

https://www.youtube.com/watch?v=DH2BlORx2RE

3 financiamentos coletivos muito bacanas pra apoiar

Não é só caô. Eu realmente fui lá apoiar estes financiamentos. Na verdade, colaboro com dois na forma de apoio (boleto pago) e com um na forma de trabalho. Uma alegria enorme ver esses projetos editoriais de vento em popa. Acho que tem hora que a gente precisa parar de só falar e ir lá pôr a mãozona na massa, se tiver jeito. Bora?

Açúcar, livro de poemas da Priscila Branco pela maravilhosa Macabéa Edições. O projeto está na Benfeitoria.

Revista Puñado 7, com literatura caribenha e latino-americana, pelas maravilhosas Laura Del Rey e colaboradoras. Tá no Catarse.

A falência, reedição de romance de Júlia Lopes de Almeida pela Campos Editora. Catarse também, bem aqui.

Doida pra escrever

Este é meu terceiro livro de crônicas reunidas. É o tipo de coisa que a gente leva anos para fazer e demora a decidir publicar. Crônica vem de grão em grão; não costuma ser num rompante ou num projeto tipo ‘vou escrever um livro inteiro’. São textos breves, aerados, que querem flutuar em vez de cair de pé.

O Doida pra escrever me inscreve também, afinal e enfim, no catálogo da Moinhos, do meu querido amigo Nathan Magalhães, que vem fazendo um incansável e belíssimo trabalho de garimpo e publicação de literatura latino-americana (nós BR incluídos e incluídas!).

Juntei uns seis anos de crônicas do Digestivo Cultural, de novo, e tratei, tratei, costurei, alinhavei, até dar nesse volume de 160 páginas. Tem galhofa e tem seriedade; tem peso e tem leveza. A orelha, pasmem, tá assinada pela maravilhosa Cláudia Tajes, cronista bamba do Rio Grande do Sul. Com o sotaque e o carinho dela, generosa que só.

Vamos ver no que vai dar, que trilhas este livro vai percorrer. Tá no mundo.

Algumas matérias já andaram saindo:

Nota no querido Rascunho.

No Hoje em Dia, pelo Paulo Henrique Silva, sempre atencioso.

Ele já anda também pelo clube #LeiaMulheres lá de Santa Cruz do Sul, RS. Olha que card bonito.

https://www.youtube.com/watch?v=DH2BlORx2RE

O Agenda, programa de Rede Minas de tv, é um dos pouquíssimos que sempre dá espaço à produção literária. O Doida está lá, com leitura de trechos e tudo.

Matéria de capa do caderno Magazine do jornal O Tempo.

Matéria de quarta capa inteira no caderno Pensar do Estado de Minas.

Na Revista Rubem, que se dedica à crônica e aos/às cronistas, uma resenha e um trecho do livro.

Verso e Voz final

Foi uma imensa alegria fazer a curadoria do projeto lindo do Galpão, com estas poetas maravilhosas. Os vídeos finais aqui estão, mostrando a poeta Ana C. Moura na voz e no corpo da atriz Érika Januza e a poeta e slammer Nívea Sabino pela atriz Fabiana Brasil. Deleitem-se!

Leituras e conversação

Há alguns meses, a equipe sensacional do PLAC (Português como língua de acolhimento), que funciona lindamente no CEFET-MG, me convidou para participar de um encontro de conversação com os alunos, a maioria refugiados no Brasil.

Fiquei feliz em participar. Logo pensei nos livros de autores e autoras contemporâneos que andei lendo recentemente, obras de hoje que tocam nesse assunto tão premente. Escolhi duas, dois livros lançados pela editora Todavia. Os autores são Santiago Amigorena e Isabela Figueiredo.

São obras muito diferentes, de autores de origens diversas, mas que contam histórias impressionantes que ajudam a repensar a humanidade. Acho que vai ser uma conversa boa e deve despertar para estas leituras.

4 FLIBH em pleno voo

Eita! Foi uma semana intensa. Fli quase todo dia. Domingo ainda tem. E por toda a semana que vem. Dá uma quenturinha boa quando a gente vê o festival de pé, com as mesas funcionando, as atividades a todo vapor e as pessoas participando. O jeito é espiar os chats!

Aqui meu depoimento sobre a curadoria:

E aqui a conferência de abertura, com Edimilson de Almeida Pereira e a dobradinha de curadoras como MCs:

Saíra muitas e muitas matérias sobre o FLIBH, mas linko aqui a d’O Tempo.

FLIBH 4 programação

Nesta semana, enfim, saiu a programação completa do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, 4a edição, que homenageia a editora Maria Mazarello Rodrigues, a Mazza.

O programa de bolso está em pdf, disponível para baixar. É importante estudar tudinho e escolher o que fazer (difícil, com tanta oportunidade!). Eu e Madu estamos bem satisfeitas com a cena toda.

Trabalheira enorme do Instituto Periférico e parceiros. Evento da Prefeitura de Belo Horizonte.

E assim foi a abertura: emocionante.

Verso e Voz continua

O projeto de leituras poéticas do Galpão Cine Horto continua. Nesta semana (quase finda), foi a vez de Simone Ordones ler/falar a poeta mineira Líria Porto. A curadoria é minha, das poetas e dos textos que elas propuseram. Uma verdadeira maravilha ver isto acontecer.

Afetividade e outros presentes

Nesta semana, teremos encontro afetuoso sobre poesia e docência. A convite da UFMS, eu e Vicente Parreiras vamos conversar com colegas sobre nossos trabalhos e afazeres. Para participar, basta entrar no canal do YouTube.

Para assistir ao que ficou gravado, é só clicar aqui.

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Ana Elisa • 2020