Na próxima semana, o encontro com colegas será no Seminário Nacional do Ensino Médio (VI SENACEM). Submeti uma comunicação ao simpósio coordenado pelos queridos colegas Ribamar Jr. (UFPI) e Vicente Lima-Neto (UFERSA): Tempos digitais: (multi)letramentos, tecnologias digitais e ensino de línguas. Meu papo rápido tem o título: Híbrido, anfíbio, bivalente, ambíguo – Que ensino é este que se insinua sob a metáfora biológica? A ideia era matar a saudade dos colegas, aproveitando para debater algo que nos toca de perto.
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É absolutamente incrível ver um festival literário ser urdido por dentro. É como bordar com bastidor. Dá um trabalhão danado, é muita reunião, mas sai. Acontece antes, durante e depois. Neste caso, foi todo feito com afetos e paciências. Quando recebi o convite para a ser curadora junto com a Madu Costa, pensei que era um presente. Trabalhoso, mas presente. E tive certeza de que seria lindo e, em certa medida, histórico.
Pela primeira vez, homenageamos uma pessoa viva, vivíssima, vivaz, que é a Maria Mazarello, uma das pioneiras na edição de livros de autorias negras neste país. A Maria celebrou seus 80 anos de idade agora, e a Mazza Edições, seus 40. Sem contar os anos de livro e edição que a Maria M. acumulou antes de abrir a editora.
Com essa homenageada e o tema VIRANDO A PÁGINA, livro e leitura tecendo amanhãs, a gente deu o recado. É preciso que haja gente para fazer bem, fazer mais, fazer para melhor, mudar o que vai mal e construir um mundo inteligente, interessante. E os livros fazem parte disso.
Já saiu no site da Prefeitura.
Em breve, dará pra apreciar a programação; e participar dela, claro.

Anúncio do FLIBH pela Prefeitura de Belo Horizonte.
Chamada para lançamento de livros no FLIBH.
Há alguns meses, o Chico Pelúcio, diretor de teatro, entrou em contato comigo convidando para um projeto que eu ainda não conhecia: o Verso e Voz. Tratava-se de um conjunto de leituras de poesia de poetas mineiros(as) produzido pelo grupo Galpão. Atrizes e atores liam, falavam, recitavam… enfim. Um luxo total.
Preciso dizer que topei fazer a curadoria da segunda temporada? Como dizer não a uma coisa dessas, feita de poesia e teatro?
Estudei, selecionei, contatei, pedi, escrevi, roteirizei e entreguei a eles um pequeno conjunto de poetas e textos. É claro que sofri. Deixei muita gente ótima de fora. Mas tentei reunir figuras diversas, de lugares diferentes do estado, de diferentes gerações e estilos. Vamos lá. O importante é que uma puxa a outra.
Eis o episódio 1, com a diva furiosa Adriane Garcia no corpo e na voz da atriz Rita Clemente:
Nesta terça 20 de julho, eis que vai ao ar o episódio 2, com a poeta Ana Caetano sendo lida pela atriz Débora Falabella.
Desta vez, vai. A gente ia conversar com a Eliana Alves Cruz há alguns dias, nas lives do Jabuti pela CBL, mas um luto suspendeu as coisas. Uma morte causada pela covid-19 arrastou tudo. E agora, mais ou menos refeitos, vamos à conversa.

Em janeiro (eu nem lembrava que tinha tanto tempo…), participei de um recital de poesia a convite do prof. Gonzalo, na Universidad Nacional Mayor San Marcos, no Peru, uma das mais antigas do nosso continente.
Bem que eu adoraria ter ido lá pessoalmente… mas o jeito foi falar de poesia e ler poesia virtualmente mesmo.
Daí nasceu esta publicação linda: uma seção dedicada a três poetas latino-americanas na seção de ‘creación’ da revista Escritura y Pensamiento. Eles têm lá uma longa tradição de cursos e oficinas de escrita criativa. Muito legal. Muito mesmo.
Uma das mais festejadas poetas brasileiras acaba de lançar mais um livro pela Companhia das Letras. Ana Martins Marques conquista os afetos e os pequenos sustos de todos e todas que a leem, por meio de uma poesia aparentemente simples, mas como é difícil fazer o que ela faz!
Minha admiração a ela e à sua trajetória estão relatados em um dos áudios desta matéria multimídia publicada há alguns dias pelo jornal Estado de Minas. Leiamos!
Olha que beleza de mesa a Festa Literária de Carmo da Mata (MG) compôs! Vai ser na sexta-feira, fechando a semana com chave-de-ouro. Já vou avisando que não vou passar pano!

Amei este convite vindo de dentro de casa, no canal mais pop do CEFET-MG, projeto conduzido pelo querido prof. Vicente Parreiras. A ideia é falar do meu lado escritora, e só. Olha o luxo desta mediadora!

E olha só como foi looongo! rsrsrs
Saiu a coluna de junho da Revista Pessoa. Desta vez, tratei de algumas palavras, garfando histórias simpáticas que ouvi por aí. Só espiar.
Saiu meu texto novo no Blog da Relicário, uma das editoras que mais admiro neste país. Desta vez, fui lá nos tempos em que sonhava em publicar um livro. Convido à leitura.