Por estas semanas, participei de uma série de defesas de mestrado e doutorado, em diversas instituições. Algumas delas foram de orientandos e orientandas meus, com quem tive a alegria de colaborar. Que voem alto!


Por estas semanas, participei de uma série de defesas de mestrado e doutorado, em diversas instituições. Algumas delas foram de orientandos e orientandas meus, com quem tive a alegria de colaborar. Que voem alto!


Sim, para um grupo de estudos/pesquisas, é tempo. É nadar sempre contra a corrente. As condições para pesquisadoras/es por aqui são risíveis. A gente até reclama, mas não adianta. O negócio é mesmo trabalhar e enfrentar. E vimos fazendo isso desde 2018, em trio – eu, Renata e Rosário. Tivemos um projeto aprovado na Fapemig e daí em diante achamos fôlego para começar e manter. Lutamos todos os dias por isso. Vamos conseguindo.

Hoje, tivemos a bela conferência da profa. Luciana Borges, da UFCAT, na celebração de nossos 3 anos. Foi lindo. A fala dela foi certeira, conectando Hilda Hilst e edição. Vale ver.
Neste novembro, participo das bancas de qualificação de três doutorandos por mim orientados: Pollyanna, Ione e Mário, nesta ordem. A Pollyanna tem feito um trabalho sobre autopublicação e plataformas digitais, muito sério e premente; a Ione trata de avaliação na educação à distância, difícil ter coisa mais contemporânea; e o Mário trabalha com as revistas literárias mineiras de vanguarda no início do séc. XX, em boa hora, afinal.
Estar na qualificação com eles e elas me dá boas sensações e um frio na barriga, claro. A gente, afinal, se envolve nas pesquisas, dá dicas, recomenda, indica rumos, e ainda assim a banca tem o que dizer, sugere correções, reorienta. É claro que podemos pensar e decidir por outra coisa, mas é sempre um momento rico de discussão e revisão.
Hoje a Pollyanna foi qualificada. Esteve no debate o tempo todo, autoralmente, mas com escuta. Vamos ver os demais. Que todos construam teses bem-sucedidas, apesar dos limites da orientadora.
Para a semana temos encontro do grupo de estudos Mulheres na Edição, com minhas queridas colegas Renata e Rosário. O texto pode ser baixado na web, basta uma procuradinha.

Na semana que finda, tivemos nosso encontro 19 do grupo de estudos Mulheres na Edição, com base na leitura de texto da recentemente cancelada Naomi Wolf (falamos do episódio) e condução da profa. Rosário.


Nosso Prezada editora, – mulheres no mercado editorial brasileiro, quinto volume da coleção Pensar Edição, teve espaço bacana na Folha de S.Paulo, na semana que passou. A profa. Rosário Pereira representou competentemente o grupo e a turma do livro, o que nos deixou bem felizes e gratificadas. A matéria está aqui. O livro pode ser adquirido aqui.


Neste mês, o encontro será dia 22, 17h, baseado na leitura de um texto de Sueli Carneiro, com condução da profa. Renata Moreira. Imperdível.

Neste abril, tivemos a boa notícia de que uma publicação do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), o livro Edición latinoamericana, de Sebastián Rivera Mir, cita nosso trabalho suado no grupo de estudos Mulheres na Edição. O volume pode ser baixado gratuitamente.
O Pensar Jovem, Fazer Sentido, programa de extensão muito bacana que envolve o CEFET-MG, me convidou pra um papo rápido, via Discord, na Rádio UFMG Educativa. O assunto foi os desafios da mulher na ciência. Eu e uma turma boa estivemos lá.


O mesmo assunto vai rolar com mais vagar numa live na quarta, dia 31 de março, no perfil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). E sempre há o que dizer sobre esta vida de pesquisadora! Olha que legal a notícia no site.
Nossos encontros de 2021 já começaram. Neste março, foi a vez de conversar com a poeta, tradutora e editora Lubi Prates, autora, entre outros, de Um corpo negro (Nosotros). Ela aceitou nosso convite para um papo à tardinha, e foi lindíssimo.
As peças dos encontros 14, 15 e 16 ficam para o registro aqui: lendo Eurídice Figueiredo, María Lugones e Lubi Prates.




Ana Elisa • 2020