Categoria: Linguagem e tecnologia Page 20 of 38

Interessâncias

Sempre tem textos interessantes para a gente analisar, pensar, ler e escrever sobre. Isso é infinito, ainda bem. A linguagem é nossa ambiência. E isso me encanta muito, desde criança.

Este vídeo sobre a Bertha Benz, por exemplo, me encantou. Chegou às minhas lentes pelo WhatsApp, daí fui procurar em algum canal oficial da Mercedes-Benz. Estava lá. E, sim, é um texto, claramente, de alto nível de multimodalidade, porque trato a multimodalidade (a) como inerente e constitutiva de todo texto (como Gunther Kress insistia em afirmar) e (b) como uma gradação, uma paleta, um continuum.

Além do aspecto textual e discursivo que podemos analisar aí, há também a questão das mulheres, que figura muito neste texto e que muito me interessa também. Vamos curtir!

Semana animada

A segunda semana de setembro será animada e gratificante, com bate-papos sobre o encontro/confronto entre educação e tecnologias, além do tema sempre fascinante dos livros e da leitura. Agradeço os convites.

8/9, 17h, YouTube
9/9, 19h, YouTube

10/9, 19h, Instagram @livraria_paginas

O papo sobre educação linguística e pedagogia do digital, a convite da PUC SP e da Parábola Editorial, pode ser visto aqui:

A palestra sobre a pedagogia dos multiletramentos na UERN pode ser assistida neste link.

O bate-papo com a @livraria_paginas, conduzido pela Taíza, a convite da editora Leida Reis, pode ser visto aqui:

https://www.instagram.com/tv/CE-UJJQFSgS/?utm_source=ig_web_copy_link

Dois textos, dois desejos

Este ano, escrevi dois textos que me incomodavam fazia tempo. São dois textos provocados por outros dois textos e centenas de seus ecos – às vezes não passam de ecos mesmo, meras repetições; outras vezes são mais que isso, são diálogo, são reflexão. São dois textos que mudaram muita coisa por aí, em especial em nosso contexto educacional e de pesquisa. Dois textos que me provocam pelo que eles provocaram.

Duas revistas toparam publicar estes meus dois textos, mesmo que eles fossem uma mirada meio crítica de dois textos que são amplamente aceitos, eu diria até que são, hoje, o discurso hegemônico em educação e tecnologia. Acho que cumpri minha missão de dizer o que disse, mas, principalmente, consegui aliviar algo que ficava engasgado.

O primeiro deles é minha leitura interessada e detalhada do texto que trouxe para nós, meio enviesadamente, a ideia de “nativo digital”. Noção que sempre me despertou muita desconfiança, à qual jamais aderi, mas que se tornou o esteio de muitas pesquisas e muitos discursos no Brasil. Em muitos casos, foi pior: tornou-se pressuposto, premissa. Veio a pandemia e…

O segundo é uma leitura o mais acurada possível do manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos, documento produzido por um grupo de dez pesquisadores/as, depois de uma reunião inicial ocorrida em 1994, e publicado em 1996, em uma revista de uma renomada instituição americana.

Do fosso às pontes está na Revista da ABRALIN e talvez ajude a pensar sobre essa questão da natividade. Minha proposta inclui García Canclini, tal como faz Roxane Rojo.

Que futuros redesenhamos? está na revista Diálogo das Letras, que me publicou como professora convidada, o que me trouxe muita alegria. Era urgente, para mim, fazer esta leitura do manifesto da Pedagogia dos Multiletramentos (que até no título faz lembrar Paulo Freire…) e acho que talvez seja mesmo o momento de entender em que ideias a BNCC se inspira. Sem este elo… a compreensão fica difícil.

Letramento digital

Na primeira semana de setembro, temos um encontro feliz a convite da UFTM. O papo é sobre letramentos digitais e ensino e acontecerá pelo canal do IELACHS no YouTube.

A live ficou gravada! É só ver aqui:

LA &

Há alguns meses, recebi um convite muito carinhoso da colega Suelen Érica, nossa ex-aluna e atualmente professora noutro campus. Ela conduz um belo projeto de extensão e divulgação científica sobre linguística. Topei falar sobre Linguística Aplicada.

Bem, não foi fácil. Estudei e reli várias coisas. Além da fala sobre o tema, era necessário produzir um texto. Tentei não atrasar ninguém. Tivemos uns atropelos de datas, mas nesta sexta, finalmente, eu vou lá divulgar a LA.

Quem quiser pode assistir ao bate-papo aqui.

Leitura e leitores/as

Hoje, às 17h30, teve papo sobre leitura e livros no programa Brasil das Gerais, na Rede Minas. Dei vários pitacos.

Escrever na universidade

Hoje! Vamos tratar deste tema importante e incontornável na vida acadêmica. Será transmitido pelo YouTube, neste link. Bora lá?

E quem quiser assistir, ficou gravado! Aqui vai, ó.

Dois papos bons por semana

Nesta terceira semana de agosto, plena pandemia, sem data pra acabar, serão dois compromissos, um na Bahia e outro em Pernambuco, com colegas queridos/as e sem sair de casa. Vamos participar?

O papo sobre playlists foi divertido e está aqui.

A grande conversa sobre escrever na universidade também foi massa.

Resenha de conferência

Legal demais esta moda de resenhar as conferências do ABRALIN AO VIVO. Depois que falei por lá, pintou esta resenha de duas pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Estou grata. Logo virá o texto de minha autoria derivado desta palestra.

Nunca é demais

Nunca é demais falar sobre a escrita e o escrever. Olha que são coisas bem diferentes, embora conectadas. O convite agora veio da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. O papo será com este time.

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Ana Elisa • 2020